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PATRIMÔNIO
HISTÓRICO
Estação
da Luz
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
Inaugurada
em 1º de maio de 1901, teve seu projeto de estilo vitoriano
orientado pelo engenheiro F. Ford e todo material utilizado
na sua construção importado da Inglaterra.
Em 6 de Novembro de 1946 um incêndio quase destruiu
a Estação, e o edifício foi reconstruído com sensíveis
alterações. Por sua grandiosidade e detalhes arquitetônicos,
tornou-se imagem obrigatória em cartões postais da cidade
de São Paulo.
Em 1982 a Estação foi tombada pelo Condephaat (Conselho
de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico
e Turístico) da Secretaria de Estado da Cultura.
Endereço: Praça da Luz nº 1
Museu
de Arte Sacra, Igreja N. S. da Luz e Mosteiro da Luz
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
O
Mosteiro da Luz é sem dúvida o único conjunto arquitetônico
do período colonial a permanecer intacto na cidade.
Avenida Tiradentes nº 676
Fone: (11) 227-7687/ 227-7694
Palácio
dos Campos Elíseos
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Prefeitura
Municipal - DPH
Destinado
originalmente à moradia do fazendeiro de café Elias
Antônio Pacheco e Chaves, o Palacete "Elias Chaves",
com projeto inspirado no Castelo de Écown na França
, exigiu cuidados de uma verdadeira obra de arte. Sua
construção foi iniciada em 1892 pelo arquiteto alemão
Heussler e sob orientação do mestre hamburguês João
Grundt, arrastando-se até 1899, já sob a orientação
do arquiteto Cláudio Rossi. Com a morte de Elias Chaves
o edifício foi vendido e, em 1907, passou a abrigar
a moradia dos presidentes da Província de São Paulo,
recebendo, no entanto, seu primeiro morador, o Conselheiro
Rodrigues Alves, apenas em 1912. Nessa época o Palacete
passou a se chamar Palácio dos Campos Elíseos.
Contudo, desde sua inauguração não sofreu grandes intervenções,
apenas a mudança da escadaria de madeira para mármore
de Carrara.
Em 1972, após alguns reparos necessários, o Palácio
passou a abrigar a Secretária da Cultura , Esporte e
Lazer do Estado. Posteriormente, em 1979, recebeu a
Secretaria da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia
do Estado onde se encontra até hoje. Em 1977 este edifício
foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio
Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico).
Endereço: Avenida Rio Branco nº 1269
Fone: (011) 220-0033
Jardim
da Luz
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
Concebido
em 1798 como Jardim Botânico, apenas em 1938 tornou-se
um jardim público, servindo inicialmente apenas como
um grande pasto para gados e cavalos. Em 1860 cedeu
parte de suas terras à construção da Ferrovia São Paulo
Railway e, em 1893, passou a ser administrado pela Prefeitura
e não mais pelo Governo do Estado.
As copas de suas grandes árvores abrigam uma população
remanescente de preguiças. Há cerca de 40 espécies de
árvores, e sua vegetação é, na maior parte, constituída
de espécies exóticas como a Manila Copal. Por estas
e outras razões, em 1981 o Jardim da Luz foi tombado
pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico,
Artístico, Arqueológico e Turístico ) da Secretaria
de Estado da Cultura.
Endereço: Avenida Tiradentes
Pinacoteca
do Estado
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Construído
num terreno pertencente ao Jardim da Luz, cedido pelo
Estado em 1897, este edifício foi concebido por Ramos
de Azevedo para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios.
Em 1930 o edifício funcionou como alojamento militar
getulista, época em que a Pinacoteca foi transferida
para Rua 11 de Agosto. Em 1946 o edifício voltou a dar
lugar a Pinacoteca do Estado e também sediar a Escola
de Belas Artes que ali permaneceu até 1994.
Em 1998 passou por obras de reformas e de restauração
a partir de projeto concebido pelo arquiteto Paulo Mendes
da Rocha.
Recebe hoje exposições nacionais e internacionais de
artistas renomados, ocupando assim um espaço importante
no cenário das artes plásticas.
Endereço: Avenida Tiradentes nº 141
Fone: (11) 228-1148
Estação
Júlio Prestes
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A
Estação da Estrada de Ferro Sorocabana, projeto dos
arquitetos Samuel das Neves e Cristiano Stockler das
Neves ( projeto premiado no III Congresso Panamericano
dos arquitetos de 1927), foi construída entre os anos
1926 a 1938.
Segundo seus autores, "a disposição, em planta,
do edifício principal é do tipo das modernas estações
americanas : Grand Central e Pennsylvânia ." O
grande hall tem 48 metros de comprimento, 20 metros
de largura e 26 metros de altura, o que, segundo a revista
Arquitetura e Construção de dezembro de 1929, dava-lhe
a característica de "maior salão do Brasil".
Endereço: Rua Mauá nº 51
Catedral
da Sé
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A
construção da Catedral - iniciada em 1913 - prolongou-se
por muitas décadas.
Esta demora foi consequência, sobretudo, da utilização
de granito na maior parte das paredes.
Em 1954, para os festejos do IV Centenário da cidade
de São Paulo, a Catedral foi concluída e inaugurada
faltando somente as torres, que seriam posteriormente
finalizadas.
Casa
do Bandeirante
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Segundo
alguns autores esta casa, construída em taipa de pilão,
com 350 m2. divididos em 12 cômodos, além dos alpendres
frontal e posterior, está localizada em terras originalmente
conhecidas como Uvatantan, que foram doadas aos jesuítas
por Afonso Sardinha. A partir de 1759, com a expulsão
dos jesuítas do Brasil, a casa passou por diversos proprietários,
até que, em 1938, a Cia. City de Melhoramentos, responsável
pela urbanização das margens do rio Pinheiros, efetuou
sua doação à Prefeitura. Situada à meia encosta da margem
do Pinheiros, a Casa do Butantã tinha originalmente
os fundos voltados para o rio. Concluída a retificação
do rio, a casa passou a ser margeada pela frente, localizando-se
no centro de uma praça de 14.000m2.
Em 1954, a Comissão do IV Centenário denominou o imóvel
"Casa do Bandeirante", dotando-o de um acervo
próprio a partir do recolhimento de móveis, utensílios
e outros objetos de valor histórico no interior de São
Paulo e Minas Gerais, sobretudo do Vale do Paraíba.
Com este acervo mobiliou-se o imóvel na tentativa de
reconstruir uma (possível) casa-sede de um sítio paulista
setecentista, ou talvez de um abstrato e hipotético
bandeirante.
A crítica a estas concepções museológicas, de caráter
celebrativo e laudatório, levou a diversas modificações
nas atividades desenvolvidas nesta casa histórica, destacando-se
neste contexto a desmontagem, no final da década de
70, do cenário fictício e a transferência do acervo
para local tecnicamente adequado à guarda de bens móveis
históricos . Desta forma, a Divisão de Iconografia e
Museus vem procurando dissociar o imóvel, tombado pelo
CONDEPHAAT em 1982, do universo bandeirista, no sentido
de vinculá-lo a diferentes momentos da história paulista
através de eventos, mostras e exposições diversas.
Hoje, integra o acervo de Casas Históricas sob a responsabilidade
do Departamento do Patrimônio Histórico, juntamente
com outros imóveis de características construtivas semelhantes,
como a Casa do Sertanista, a Casa do Tatuapé, a Casa
do Sítio Ressaca, a Casa do Grito e a Capela do Morumbi.
Atividades: Exposições e eventos diversos.
Endereço: Praça Monteiro Lobato, s/nº, Butantã.
Fone: (11) 211 0920
Horário: de terça a domingo, das 9:00 às 17:00 hs
Casa
do Sertanista
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
De
acordo com estudos realizados pelo arquiteto Luiz Saia,
a construção da Casa do Caxingui, em taipa de pilão,
remonta a meados do século XVII. Sua arquitetura, bastante
característica das casas bandeiristas, obedece a um
esquema fechado e rígido tanto do ponto de vista da
construção quanto no que se refere à definição arquitetônica,
plástica e funcional.
Segundo pesquisas realizadas, o seu primeiro morador
foi o Padre Belquior de Pontes, posteriormente foi adquirida
pela família Penteado que a vendeu à Cia. City de Melhoramentos.
Esta por sua vez, doou o imóvel à municipalidade em
1958, que providenciou sua recuperação somente em 1966.
Em 1970, concluídas as obras de restauração, foi ali
instalado o "Museu Casa do Sertanista", voltado
essencialmente para a cultura indígena.
Em 1987 a casa foi fechada por necessidade de obras
de conservação, interrompendo-se assim as atividades
museológicas até então desenvolvidas. A partir de 1993
a Casa do Sertanista retomou suas atividades, abrigando
exposições diversas.
Atividades: Exposições com temas relacionados à cidade
de São Paulo
Localização: Praça Ênio Barbato s/nº, Caxingui
Fone: (11) 3106 2218
Horário: de terça a domingo, das 9:00 às 17:00 hs
Casa
do Grito
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
Embora
esta casa tenha sido vinculada à cena do "grito"
de D. Pedro I pela independência do Brasil em 1822,
data de 1884 o documento mais antigo sobre a sua origem.
Desta forma, não é possível precisar o ano de sua construção
e, consequentemente, comprovar a sua existência na época
deste fato histórico.
Situada nas proximidades do Caminho do Mar e do Riacho
do Ipiranga, foi originalmente construída em pau-a-pique,
técnica que consistia no entrelaçamento de paus verticais
fixados no solo, com vigas horizontais amarradas entre
si por cipó, dando origem a um grande painel transfurado
que, após ter os vãos preenchidos com barro, transformava-se
em parede. A casa guarda, entretanto, vestígios de diversas
reformas realizadas por seus sucessivos moradores, revelados
nos diferentes materiais de construção a ela incorporados,
como tijolos e até mesmo uma pequena intervenção em
concreto.
Desapropriada em 1936, permaneceu semi-abandonada até
1955, quando foi realizada uma restauração fantasiosa
que procurava aproximá-la à casa representada na tela
"O Brado do Ipiranga" de autoria de Pedro
Américo, que se encontra no Salão Nobre do Museu Paulista
(Museu do Ipiranga), a ponto de lhe ser aplicada uma
falsa janela em uma de suas paredes, a fim de torná-la
o mais fiel possível à representação do pintor. Foi
nessa ocasião que o imóvel passou a ser conhecido como
"Casa do Grito". Finalmente, em 1981, a casa
foi submetida a pesquisas arqueológicas e a obras de
restauro que procuraram corrigir os excessos das intervenções
anteriormente realizadas. Tombado em 1975 pelo CONDEPHAAT,
este imóvel integra o acervo de Casas Históricas sob
a responsabilidade do Departamento do Patrimônio Histórico.
Atividades: Exposições diversas com temas relacionados
à cidade de São Paulo.
Endereço: Parque da Independência, Ipiranga.
Fone: (11) 273 4981
Horário: de terça a domingo, das 9:00 às 17:00 hs
Capela
do Morumbi
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
Data
de 1825 o documento mais antigo referente à Fazenda
do Morumbi, da qual se originou o bairro com o mesmo
nome. Nessa época, essas terras pertenciam ao inglês
John Rudge que ali se dedicava ao cultivo de chá. A
Fazenda teve diversos proprietários e, com a expansão
da cidade, alcançou grande valorização. Na década de
quarenta a Cia. Imobiliária Morumby loteou as últimas
glebas da antiga fazenda da qual faziam parte a casa-sede
e, bem próxima a ela, uma edificação de taipa-de-pilão
em ruínas . Visando atrair compradores e valorizar ainda
mais os terrenos, a Companhia contratou o escritório
do arquiteto Gregori Warchavchik para fazer o restauro
da casa-sede e a recuperação das ruínas.
Pela interpretação de Warchavchik, essas ruínas corresponderiam
à antiga capela da Fazenda e, para recuperá-la, complementou-as
com alvenaria de tijolos. Além disto, com o objetivo
de resgatar o caráter sacro da construção, foi pintado
nas paredes do altar, pela artista Lúcia Suanê, um afresco
representando a cena do batismo de Cristo com anjos
apresentando fisionomia de índios.
Em 1950 a obra ficou pronta, permanecendo, no entanto,
praticamente fechada até 1957, ocasião em que a Cia
Imobiliária Morumby transferiu parte dos terrenos remanescentes
do loteamento ao Município. A partir de então a Capela
passou à responsabilidade direta do Departamento do
Patrimônio Histórico-DPH. No ano de 1979, o DPH iniciou
o processo de revitalização da Capela, entregando-a
ao público no dia 25 de janeiro de 1980. Desde então
o local é utilizado para exposições.
Atividades: Exposições diversas, destacando-se, nos
últimos dois anos, a de instalações de artistas contemporâneos.
Endereço: Avenida Morumbi, 5387, Morumbi.
Fone: (11) 3106 2218
Horário: de terça a domingo, das 9:00 às 17:00 hs
Solar
da Marquesa de Santos
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
Por
suas características arquitetônicas, supõe-se que este
edifício seja um remanescente da última metade do século
XVIII. Sabe-se que em 1834 foi adquirido por D. Maria
Domitilia de Castro Canto e Mello, a Marquesa de Santos,
que o transformou numa das residências mais aristocráticas
de São Paulo, passando a ser conhecido também como Palacete
do Carmo.
Considerado como o último exemplar de arquitetura residencial
urbana do século XVIII, o Solar foi, no entanto, submetido
a diversas mudanças de uso e a várias reformas, recebendo
sucessivos acréscimos.
A sua atual feição neoclássica data, presumivelmente,
da segunda metade do século XIX, tendo seu anexo sido
construído em etapas durante as décadas de 30 e 40 deste
século.
A partir de 1975, passou a abrigar as atividades da
Secretaria Municipal de Cultura. Interditado em 1984
por motivos de segurança, somente em 1991 o Solar foi
submetido a um processo de restauro envolvendo um trabalho
especializado de prospecção arqueológica, consolidação
e restauração das paredes de taipa, pinturas murais,
portas, janelas, pisos, forros, fachadas, cobertura
e iluminação.
Atividades: Exposições permanentes e temporárias, consulta
ao Arquivo de Negativos, Projeto 3ª Idade, Serviço Educativo,
atividades voltadas à preservação do patrimônio histórico
e cultural paulistano, projeção de vídeos e apresentações
musicais.
Endereço: Rua Roberto Simonsen, nº 136-B, Páteo do Colégio.
Fone: (11) 606 2218
Horário: De terça a domingo, das 9:00 às 17:00 hs
Edifício
Ramos de Azevedo
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
O
histórico deste edifício tem origem na criação, em 1893,
da Escola Politécnica, inicialmente instalada no Solar
do Marquês de Três Rios, residência construída em 1860
na esquina das atuais Av. Tiradentes e Praça Cel. Fernando
Prestes. Como o espaço da antiga residência mostrava-se
inadequado frente às crescentes atividades da Escola,
logo no primeiro ano de funcionamento sua direção decidiu
pela construção de um edifício concebido especificamente
para atender ao seu programa de uso. Projetado por Ramos
de Azevedo, o Edifício Paula Souza, com seus dois pavilhões
laterais, foi inaugurado em 1899. Em 1907, com a criação
do curso de engenheiros mecânicos e eletricistas, novamente
tornava-se necessária a ampliação dos espaços da Escola
para a instalação dos novos laboratórios. Projetado
em 1908, o edifício que leva o nome de seu autor, Ramos
de Azevedo, foi inaugurado em 1920. Anexo ao prédio,
foi construído, em 1926, um pequeno edifício térreo
junto à Rua Afonso Pena para a instalação do Laboratório
de Hidromecânica. Após a desocupação do edifício e de
seu anexo, decorrente da transferência das últimas unidades
da Politécnica para a Cidade Universitária em 1987,
o Edifício Ramos de Azevedo foi adquirido pela Prefeitura
com o propósito de abrigar as instalações da "Casa
da Memória Paulistana".
Atividades: Abriga a Diretoria do DPH, as Divisões de
Preservação e de Administração, a Biblioteca e o CONPRESP.
Para conhecer o edifício são realizadas visitas monitoradas.
Endereço: Praça Cel. Fernando Prestes, 152
Telefone/fax: (011)227 7557
Horário: De terça a domingo, das 9:00 às 18:00 hs
Teatro
Municipal
Foto:
Prefeitura
Municipal - DPH
Interior
da Sala de Espetáculos do Teatro Municipal é composta
de seis pavimentos Os parapeitos dos balcões são revestidos
com folhas de ouro e aplicação de muranos em forma de
pequenas flores. Sua cúpula, em pintura baseada no estilo
grego de representação de vasos greco-etruscos, registra
as fases sucessivas da vida do homem e um lustre de
6.000 peças em cristal, trazido de Colonia ilumina a
sala
RETRATOS
DE SÃO PAULO
Parque
do Ibirapuera

Foto: Gal Oppido
Monumento
às Bandeiras
Foto:
Prefeitura
Municipal
Palácio
das Indústrias - Atual Sede da Prefeitura

Foto: Prefeitura
Municipal
Museu
do Ipiranga
Foto:
Prefeitura
Municipal
Túnel
Avenida Nove de Julho

Foto: Prefeitura
Municipal
Avenida
Paulista
Foto:
Prefeitura
Municipal
Conjunto
Poliesportivo do Ibirapuera

Foto: Prefeitura
Municipal
Área
Central - Prédio do Banespa
Foto:
Germano
Schüür
Av.
São João esquina com Av. Ipiranga

Foto: Álvaro Gregório
Mercado
Municipal
Foto:
José Reiche Bujardão
Praça
da República

Foto: José Reiche Bujardão
Pátio
do Colégio
Foto:
www.embratur.gov.br
Museu
de Arte Assis Chateaubriand

Foto: www.embratur.gov.br
Memorial
da Revolução de 32 Obelisco do Ibirapuera
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www.embratur.gov.br
Viaduto
do Chá

Foto: Germano
Schüür
Jardim
Zoológico
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Memorial
da Independência

Foto: www.embratur.gov.br
Instituto
Butantã
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