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A despeito da inexistência de qualquer documento
que determine a época da fundação de Guarulhos, os historiadores que se referem a sua
origem, quer levados por elementos recolhidos da tradição, quer pelo confronto dos fatos
históricos da cidade de S. Paulo, fixam o ano de 1560 como o início do aldeamento e
colonização dos índios guarulhos, no lugar que ainda conserva esse nome. Assim o atesta
o Padre Celestino Gomes d' Oliveira Figueiredo, em seu relatório de 1913, no terceiro
livro do tombo da Paróquia de Guarulhos, existente nos arquivos da Cúria Metropolitana
de S. Paulo. Esteia-se na autoridade de Azevedo Marques e na de João Mendes de Almeida.
Completando o relatório do Padre Celestino, surgiu o esplêndido trabalho do Dr. João
Ranali, baseado nos assentamentos existentes na Cúria Metropolitana, bem assim na
autoridade de Teodoro Sampaio, Plínio Airosa, José Machado de Oliveira, Eugênio Egas,
Pedro E. Vallin e outros.
O sacerdote, embora aceitando o ano de 1560 para a fundação de Guarulhos, refere-se ao
ano de 1555, em que se teria erigido uma capela, antecessora da Igreja Matriz. Diz ele:
"Consta que o primeiro livro do tombo, que se perdeu, dava notícias de uma outra
igreja, que servia de Matriz, com a invocação de Nossa Senhora da Conceição de
Guarulhos, sem que todavia precisasse o tempo de sua fundação. Parece que existia já em
1555, porque nessa época já aquela capela de Guarulhos era filial da Matriz de São
Paulo."
Trata-se, confessadamente, de mera suposição, não ratificada pelos, historiadores. E
apesar de tal pressuposto haver resultado de um equívoco, na interpretação de um
documento antigo, guardamos a convicção de que, ao ser fundado o Colégio inaciano do
planalto, uma tribo de índios guarulhos já dominava a margem direita do Rio Tietê, ao
norte de S. Paulo de Piratininga.
Tendo alcançado tão elevado prestígio em 1560, ao receber o pelourinho,
transformando-se em vila, São Paulo, certamente, já deveria ser um núcleo bem povoado e
melhor protegido, sob a guarda daquelas aldeias periféricas, verdadeiros postos
avançados. E segundo alguns historiadores, as aldeias de São Miguel e de Pinheiros
nasceram concomitantemente com a dos Guarulhos, a qual, sem dúvida alguma, integrava os
doze primitivos baluartes da segurança piratiningana.
E quando os jesuítas estabeleceram o controle dos índios guarulhos, ao norte e à
direita do Anhembi, deram-lhe também uma capela e a proteção sobrenatural de uma
padroeira, pois assim costumavam fazer. A suposição feita pelo Padre Celestino de que a
ermida fora levantada em 1555, além de não encontrar base em qualquer dos velhos
documentos, não é ratificada por qualquer dos nossos historiadores, nem tão pouco a
lógica dos fatos conhecidos induz tal probabilidade. Esse pressuposto nasceu, aliás, de
um equívoco no trabalho de interpretação de um velho registro paroquial. Este
documento, referindo-se à primitiva capela dos Guarulhos, diz que era "filiada à
Matriz ereta em 1555, no hoje Curado da Sé". Consequentemente, o ano de 1555 se
refere à Matriz de S. Paulo, depois Curado da Sé, e não à capela dos índios
guarulhos.
Observe-se, de resto, que, sendo um dos aldeamentos mais retirados de S. Paulo, não seria
provável, logo no ano seguinte à fundação do Colégio, Guarulhos já existisse e,
inclusive, tivesse uma capela. Entretanto, pela tradição recolhida por nossos
historiadores e pelo confronto dos fatos históricos conhecidos, Guarulhos foi fundado em
1560 e nesse ano ganhou a sua ermida.
Os índios
Com agricultura rudimentar, os
índio dependiam mais da caça e pesca. Quando estas escasseavam, transferiam-se para
outras plagas. Tais fatos nos levam à certeza, de que várias tribos pisaram e
provisoriamente se instalaram neste mesmo chão, antes dos guarus. Mas, tais ocorrências,
evidentemente, não importam ao historiador. O que interessa conhecer é o primeiro grupo
sedentário aqui precipitado sob a égide da civilização.
Nestas condições, uma das tribos guaianazes, a que chamavam guarus, foi a iniciadora da
povoação que lhe tomou o nome, sujeita à ação civilizadora dos inacianos. Convém
observar que havia outras tribos de índios guarulhos em pleno sertão paulista, parte dos
quais, o Padre Manuel Nunes de Siqueira, vigário de S. Paulo, conduziu e localizou
"no sítio chamado Atibaia", isso no ano de 1565 (Aureliano Leite). Para Serafim
Leite que identificou os índios gesseraçus, mara-mimins ou guarumimins e guarulhos;
Disse que "viviam numa Serra, entre o Rio de Janeiro e São Vicente e apareceram na
Bertioga. Existia outro grupo de Maramomins, entre o Rio de Janeiro e o Espírito
Santo."
Alberto Ribeiro Lamego, citado por Serafim Leite, diz ainda: "É possível sejam eles
os mesmos Sarucus, aldeados em N. S.a das Neves (Couto Reis), na margem esquerda do Rio
Macaé, onde Cornélio Fernandes coloca uma aldeia de Guarulhos."
Não há dúvida que uma tribo de índios guarulhos dominava a margem direita do Tietê,
ao norte de São Paulo, bem como outras reduções de igual nome existiam no sertão
paulista, a exemplo daquela que, em 1565, foi localizada em Atibaia pelo Padre Manuel
Nunes de Siqueira. Consequentemente, os maramimins vieram do litoral pelas mãos de Manuel
Viegas, em 1595, para constituir um outro núcleo selvático em terras guarulhenses, três
léguas além do lugar onde os guarulhos, desde 1560, já se encontravam sob os cuidados
cristalizadores dos jesuítas.
O nome da cidade
Para Teodoro Sampaio (O Tupi na Geografia Nacional) Guaru significa o indivíduo que come,
o comedor, em alusão ao formato do peixe desse nome, cuja parte ventral é proeminente.
Então, para Teodoro Sampaio, os índios guarus tinham esse nome por serem barrigudos.
Não diz o escritor onde obteve o informe de que os guarus se notabilizaram por esse
aspecto físico. Talvez fosse mera inferência daquele autor, mas o fato é que até hoje
a imagem que ficou dos primitivos habitantes de Guarulhos é que tivessem tal
característica morfológica, seja isso verdade ou não. Em contato com a língua do
colonizador a palavra guaru foi aos poucos se alterando até resultar em Guarulhos.
O dia de Guarulhos - 8 de dezembro
Quando analisamos a fundação de
nossa capital, vimos que apesar de Padre Manuel de Nóbrega visitara o planalto paulistano
em 1.553, escolhendo o lugar em que se ergueria o Colégio, deixou ali dois jesuítas. Um
deles deveria ser o Padre Manuel de Paiva, parente de João Ramalho, e que depois foi
Superior da Companhia, e o outro, possivelmente, o Padre Manuel de Chaves. Parece fora de
dúvida que, ao chegarem os demais inacianos, já estava construído o pequeno rancho,
coberto de folhas de palmeiras e que serviria de igreja, colégio e residência de
Anchieta e seus companheiros.
Ali o Padre Manuel de Paiva rezou a primeira missa, a 25 de janeiro de 1554, fazendo-se
padroeiro o santo do dia, cujo nome batizou o recém-nascido povoado e cuja data lhe fixou
a fundação.
O mesmo se dera com a Vila de São Vicente, fundada por Martim Afonso de Souza, no dia
consagrado àquele santo, uma terça-feira, dia 22 de janeiro de 1532 (Serafim Leite).
Se o velho lema dos reis portugueses era "dilatar a Fé e o Império",
conclui-se que a fé, ou seja, a religião, notadamente para os heróicos missionários
daqueles velhos tempos, deveria presidir a marcha da civilização colonizadora. Assim se
deu com a grande maioria das velhas cidades do Brasil-Colônia.
Guarulhos, povoação iniciada por um jesuíta, certamente não poderia fazer exceção.
Por isso mesmo nos arriscamos a ir mais longe: se e unanimemente aceito o ano de 1560 como
o de sua fundação, e se nesse ano foi construída a capela, ser-nos á mais fácil
apontar o mês e o dia: 8 de dezembro.
Se o padroeiro de São Paulo lhe emprestou o nome justamente porque a primeira missa foi
rezada no dia da conversão do grande Apóstolo, é lícito admitir que Nossa Senhora da
Conceição como padroeira dos Guarulhos justamente porque a primeira missa se realizara
no dia 8 de dezembro, dia em que o Catolicismo, consagra à Mãe de Jesus.
Na legislatura municipal de 1948/1952, a primeira pós-restauração democrática, a
Câmara aprovou uma lei, iniciativa do Dr. Nicffiau, instituindo o dia 24 de março como
feriado local, atentando para a elevação de Guarulhos à categoria de município, o que
se deu naquele dia e mês do ano de 1880. Nessa ocasião, lamentou-se a falta de uma data
em que se comemorasse a fundação da cidade, evidentemente um fato histórico de muito
maior relevo.
Agora já não mais é possível deixar-se tal lacuna. Unanimemente aceito o ano de 1560,
o 8 de dezembro se torna irrecusável como data natalícia do povoado, já pelas
tradições da época, já porque, sendo um dia próximo ao fim de ano, confere-nos a
certeza de que, nessa altura, a redução dos índios guarulhos era um fato.
O município
Guarulhos desmembrou-se da
Capital, para erigir-se em vila (município), graças à Lei Provincial n.o 34, de 24 de
março de 1880.
Aprovada pela Assembléia Legislativa Provincial, foi sancionada pelo então presidente
Laurindo Abelardo de Brito, constando do texto publicado o nome de Francisco Ignácio de
Toledo Barbosa (redator) e de José Joaquim Cardoso de Melo, secretário do Governo
Provincial.
Uma pergunta que naturalmente se impõe é a seguinte: de quem a iniciativa da criação
do Município?
Sabemos que dois ilustres homens públicos, que foram deputados provinciais, estavam
intimamente ligados a este rincão: João Alvares de Siqueira Bueno, filho de Guarulhos, e
o Padre João Vicente Valadão, que fora, durante muitos anos, o vigário desta paróquia.
No entanto, apenas João Bueno fora eleito para a legislatura de 1880/1881, em cujo inicio
apareceu o projeto de lei criando o município. Levando-se em conta o espírito dinâmico
e hábil de João Bueno, dada a sua condição de filho da terra, aqui residente, deve-se
presumir que, sob a cortina dos fatos aparentes, andou a sua providencial iniciativa. o
projeto de lei foi apresentado à Mesa da Assembléia na sessão de 14/2/1880, onde tomou
o N° 21, cujos signatários foram: Reis França, Oliveira Braga, Campos Toledo, C.
Gavião, Barão de Pinhal, Luiz Carlos, João Clímaco de Camargo, Tito Corre, a de Mello
e Ferreira Braga.
Talvez por razões psicológicas e conveniências políticas, o certo é que o projeto
não foi assinado por João Bueno, que, inclusive, não estava presente à sessão em que
foi apresentado aquele documento histórico.
A Lei não fixou as divisas do Município, posto que elas deveriam coincidir com os
limites das paróquias que o integravam. Nada a estranhar nisso, pois, no tempo do
Império, Igreja e Estado eram unidos.
Daí se poderia concluir que Arujá e Itaquaquecetuba pertenciam a este município, posto
que, àquele tempo, a Matriz de Guarulhos centralizava a atividade religiosa daquelas
povoações. Pareceu-nos curiosa a comunicação que o Governo Provincial fez à Câmara
de Guarulhos, por ofício de 20/10/1888, dizendo haver autorizado a construção de uma
ponte sobre o Tietê, na estrada que vai de Santa Isabel à Capital. Não é impossível,
mas é improvável que essa estrada fosse a de Arujá - Bom Sucesso - Bairro dos Pimentas
- São Miguel. Cremos que o ofício se referia ao caminho Arujá - Itaquaquecetuba - São
Miguel. Se assim era, qual a razão desse comunicado oficial, se Itaquaquecetuba e Arujá
não integravam a comunidade guarulhense?
O processo cômodo de se relegar à Igreja a fixação das divisas municipais, deveria
trazer confusão dessa espécie. O certo é que a autoridade municipal guarulhense jamais
se fez presente em Itaquaquecetuba ou Arujá.
Digno de registro é o ocorrido com a anexação de Arujá à Comarca de Santa Isabel, em
1902, sob protestos de Mogi das Cruzes, exatamente quando a população daquele distrito
(Arujá) pediu à Assembléia Legislativa Estadual para que ficasse integrando o
Município de Guarulhos. Um movimento análogo foi esboçado ali, em 1954, quando sua
população tomou conhecimento da criação desta Comarca.
As divisas da Paróquia da Penha, nessa época, não são hoje conhecidas. Contudo,
informa a tradição que a linha divisória de Guarulhos com o Município de S. Paulo era
fixado por um córrego do atual Bairro do Tatuapé.
A instalação solene do Município se deu com a presença dos edis de S. Paulo. A ata
lavrada na ocasião é a seguinte:
"Aos vinte e quatro dias do mês de Janeiro de mil oitocentos e oitenta e um, nesta
Vila de Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos, Comarca da Imperial Cidade de San
Paulo, na Casa destinada para sessões da Câmara Municipal da mesma, ao meio dia,
comparecerão os Sr. Presidente e Vereadores da Câmara Municipal da Capital, Drs. João
Mendes de Almeida Júnior, Américo Brasiliense Almada Mello, Antonio Francisco Aguiar
Castro, Augusto de Souza Queirós, Tte. Cel. Antonio José Fernandes Braga, para
instalação da Câmara Municipal da Vila de Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos, e
dar juramento e posse aos Vereadores eleitos da Câmara Municipal, Capitão Joaquím
Francisco Paula Rabello, Francisco Soares da Cunha, Joaquim Rodrigues de Miranda, José de
Sant'Anna, Marciano Ortiz de Camargo e José Alves de Almeida Pinho."
Da sessão constou o "juramento dos Santos Evangelhos, pela forma estabelecida no
artigo 17 da Lei de 1.0 de Outubro de 182211. Ao fim das solenidade, houve breve
alocução do Presidente. A ata foi lavrada por Antônio Joaquim da Costa Guimarães,
secretário da Câmara paulistana.
Em ata seguinte, lavrada no mesmo dia, consta a eleição do Capitão Joaquim Francisco de
Paula Rabello para presidente da Câmara local. O prédio da Câmara, nessa ocasião,
ficava na Rua D. Pedro II, na esquina da Rua Felício Marcondes, no lado direito de quem
sobe por esta.
Aos 3 de maio de 1886, pela Lei Provincial N.o 71, Guarulhos perdeu a Paróquia da Penha,
que se reintegrou no Município da Capital. E aos 27 de março de 1889, pela Lei
Provincial N.o 66, perdeu Juqueri (hoje Mairiporã), que se constituiu um município
independente.
O nome completo do Município era "Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos".
Esse era, em verdade, o primitivo nome da aldeia, povoação, distrito e paróquia. No
entanto, de longa data, era comum dizer-se "Conceição dos Guarulhos ou simplesmente
Conceição". Mas, no Governo Tibiriçá, pela Lei N.o 1.021, de 6/11/1906, passou a
denominar-se, oficialmente, "Guarulhos".
Logo a seguir, a 19/12/1906, graças à Lei Estadual N.o 1.038, a vila de Guarulhos foi
elevada à categoria de cidade. Finalmente, a Lei Estadual N.o 2.456, de 30 de dezembro de
1953, criou a Comarca, com jurisdição no território municipal, cuja instalação se
deu, solenemente, a 18 de fevereiro de 1956.
A evolução na história
8-12-1560 - Fundação da vila
que se transformaria no município de Guarulhos
25-4-1562 - Início da mineração de Ouro em Guarulhos
8-5-1685 - Guarulhos é elevada a categoria de freguesia
24-3-1880 - Emancipação Política de Guarulhos
24-1-1881 - Toma posse a 1° Câmara municipal de Guarulhos , foi eleito pela mesma o Cap.
Joaquim Francisco de Paulo Rebello como 1° Intendente.
11-5-1884 - 1° Iluminação Pública. A Câmara aprova a colocação de 8 lampiões nas
rua da freguesia
3-5-1886 - A freguesia da Penha de França deixa de pertencer a Guarulhos e volta a ser
anexada à capital
27-3-1889 - A freguesia de Juqueri, deixa de pertencer a Guarulhos e ergue-se em
Município
O fim do Império o Início da República
24-11-1889 - Guarulhos toma conhecimento de Proclamação da República
19-1-1890 - Cap. Joaquim Francisco de Paulo Rebello, que desde 1881 vinha ocupando os
cargos de presidente e intendente de Guarulhos, passa-os para Antóneo José de Siqueira
Bueno
19-12-1906 - Pela Lei Estadual nr 1038, Guarulhos é elevada à categoria de Cidade
29-12-1908 - A Tramway da Cantareira, foi autorizada a construir pelo governo do estado um
ramal até o bairro Guaíra e daí passando por Guarulhos, Bom Sucesso e Tomé Gonçalves
3-2-1910 - Rui a Ponte Grande e a travessia do rio Tietê de Guarulhos até o Bairro da
Penha de França passa a ser feito de balça
19-5-1913 - È aprovada a lei que autoriza a Light & Power a executar serviços de
iluminação pública em Guarulhos , por 30 anos.
30-5-1914 - É inaugurada a Luz Elétrica de Guarulhos
24-2-1915 - O Ramal de Guarulhos da Cantareira foi solenemente inaugurado
1-2-1916 - É inaugurada a estação Vila Augusta no ramal Guarulhos
1-7-1926 - É inaugurado o estabelecimento de ensino no centro de Guarulhos , atualmente
EEPG Capistrano de Abreu
O Fim da Primeira República
25-10-1930 - A Junta Governista empossa João Eduardo da Silva para ocupar o cargo de
prefeito de Guarulhos
11-11-1930 - Delezinho de Almeida Franco é empossado chefe do executivo de Guarulhos
8-8-1943 - Fundou-se a Santa Casa de Misericórdia de Guarulhos
10-5-1944 - É editado a obra Guarulhos História Estatística de autoria do
Dr. João Ranali, então delegado de polícia de Guarulhos
13-12-1953 - Rinaldo Poli é empossado como prefeito de Guarulhos, eleito pelo voto
direto.
30-8-1958 - A VASP inicia o 1° levantamento aerofotogramétrico de Guarulhos (concluído
e 16-6-1959)
7-9-1960 - Início da comemorações do IV Centenário de Guarulhos
8-12-1960 - Guarulhos comemora seus 400 anos
16-7-1963 - É fundada a Associação Comercial e Industrial de Guarulhos
O levantamento dos dados de Guarulhos teve a
colaboração de :
Cristiana Macedo da Silva
Aluna do Curso de Turismo
Universidade Cruzeiro do Sul - UNICSUL
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