Com a finalidade de reprimir a revolta dos índios ribeirinhos do Açu, ocorrida em 1687 e incontida pelo Governo da Capitania, Matias da Cunha, Governador-Geral do Brasil, enviou, no ano seguinte, uma expedição através do Sertão da Acauã, atingindo o atual Município de Currais Novos.
O povoamento, porém, só se consolidou a partir de 1755, quando o Coronel Cipriano Lopes Galvão fundou uma fazenda de gado na data de Totoró. Em 1764, sua viúva, Dona Adriana Galvão, requereu novas concessões de terra, seguida, em 1787, por seu filho Cipriano Galvão, Capitão-Mor da Ribeira do Seridó.
Com o desenvolvimento da agricultura e da pecuária, novos colonizadores ali se fixaram sendo construída, em 1808, a capela em honra à Senhora Santana.
Currais Novos foi sede de um dos núcleos da Sociedade Libertadora Norte Riograndense, antecipando-se a promulgação da Lei Áurea, com a libertação do último escravo, em 19 de março de 1888.
Na década de 1940, foram descobertas vastas reservas de xilita, exploradas em larga escala, atraindo muitos garimpeiros, comerciantes e artífices, entre outros. Formação Administrativa
O DISTRITO foi criado em 20 de fevereiro de 1884 pela Lei n.° 893 e o Município, em 15 de outubro de 1890, pelo Decreto Estadual n.° 59.
Na ocasião, figurava apenas com o Distrito-Sede, Currais Novos, situação em que permanece. Gentílico: currais-novenses