Arco do Teles
No antigo Terreiro do Carmo,
depois denominado do Paço, hoje Praça XV de Novembro, foram edificados, sob o risco do
Brigadeiro José Fernandes Alpoim, três prédios contíguos que se estendiam até a Rua
do Mercado, essas casas eram fronteiras à antiga residência dos vice-reis, projeto do
mesmo arquiteto. O Arco do Teles localiza-se na do meio dando acesso ao Beco do Comércio.
A edificação que fazia esquina com a rua do Mercado, foi sede do Senado da Câmara desde
1757 até que um violento incêndio destruiu tudo em 1790.
Praça XV de Novembro / Beco do Comércio - Centro
Arcos da
Lapa
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Localizado na Lapa, o aqueduto foi concluído em 1750 no governo de Gomes Freire de
Andrada, o Conde de Bobadela. Sucessivamente, em 1872 e em 1948/1949, em dois pontos
diferentes do monumento,fronteiros as atuais Rua dos Arcos e Mem de Sá, foram demolidos
um pegão central e dois arcos inferiores, criando-se um arco duplo. Desde 1896 o Aqueduto
da Carioca foi convertido em viaduto para a passagem dos bondes em direção ao bairro de
Santa Teresa . O objetivo da construção do viaduto foi o de trazer água das nascentes
da Serra da Carioca para o centro da cidade. Os trabalhos foram dirigidos pelo Brigadeiro
Alpoim.
Arcos da Lapa - Centro
Automóvel
Clube do Brasil
O edifício foi, anteriormente,
sede do Cassino Fluminense. O prédio em estilo neoclássico teve sua reconstrução
iniciada em 20 de junho de 1855 e inaugurado em 18 de setembro de 1860, com suntuoso baile
a que compareceu o Imperador D. Pedro II e sua família. O edifício conserva no seu
interior luxuosos salões que na época do ex-cassino fluminense receberam a visita de
figuras da sociedade e da política como o próprio Imperador D. Pedro II.
Rua do Passeio 90 - Centro
Fone: (21) 2533-5509
Horário de Funcionamento: diariamente de 9h às 16h.
Casa França
Brasil
Grandjean de Montigny, o
arquiteto que chegou ao Brasil com a missão francesa em 1816, foi o autor do projeto do
prédio da Casa França Brasil. As edificações que em Roma funcionavam como mercado,
banco, tribunal e praça coberta serviram de inspiração ao arquiteto francês. Em 1824,
lá se instalou a alfândega e em 1852 foram feitas obras de remodelação com projeto do
arquiteto português, Raphael de Castro. Novas remodelações foram necessárias e entre
1956 e 1978 o prédio abrigou o II Tribunal do Juri. Em 1980 foi decidida a utilização
do prédio com fins culturais visando o intercâmbio entre os dois países e em 1990 a
Casa França Brasil foi, então, inaugurada. Em 1992, também foi inaugurada a sala de
cinema e vídeo que homenageia o fundador da "Cinemathéque Française", Henri
Langlois. O maior acervo da Casa França Brasil é o próprio prédio construído em
estilo neoclássico.
Obs.: Visitas guiadas - telefonar para marcar hora.
Rua Visconde de Itaboraí 78
Fone: (21) 2253-5543 - Fax: 2253-0319
Horário de Funcionamento: 3ª à Dom.: de 10:00 às 20:00 hs
Castelinho
do Flamengo
Praia do Flamengo, 158 -
Flamengo
Catedral do
Rio de Janeiro
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
O lançamento da pedra fundamental destra catedral foi em 20 de janeiro de 1964 e sua
consagração foi feita pelo Cardeal D. Eugênio Sales em 15 de agosto de 1979. Seu
diâmetro exterior mede 106 m. e o interior 80 m. Os vitrais são a continuação das
extremidades da igreja e o tema dos vitrais são as quatro qualidades da igreja: UNA -
(cor verde) - Unidade da igreja; SANTA - (cor vermelha) - só merecem a coroa da glória
os que são fiéis ao Espírito Santo (fontes de fogo); CATÓLICA - (cor azul) - para
todas as raças por toda a parte do mundo o mesmo evangelho; APOSTÓLICA - (cor amarela) -
com os bispos, o Papa e Pedro chegaremos à cruz, sob a guia da espada romana, símbolo da
paixão de Cristo. A porta principal, Portal da Fé, tem 48 relevos de bronze. A catedral
tem capacidade para abrigar 20 mil pessoas em pé e 5 mil sentadas. O projeto da catedral
é de autoria do arquiteto Edgard da Fonseca e a construção é do engenheiro Newton
Sotto Maior.
Av. República do Chile s/n - Centro
Fone: (21) 2240-2669
Horário de Funcionamento: 8:00 às 18:00 hs.
Centro
Cultural Banco do Brasil / Arquitetura Civil
O projeto da sede do banco é
de autoria de Francisco Bethencourt da Silva e a pedra fundamental foi lançada em 1880. O
prédio foi inaugurado como sede da associação comercial em 1906, onde atuou o pregão
da Bolsa de Fundos Públicos. Na década de 20, após uma reforma, o banco o transformou
em sua matriz. O Centro Cultural Banco do Brasil foi inaugurado em 12 de outubro de 1989,
utilizando 17.000 m2. para desenvolver variadas atividades culturais.
Rua Primeiro de Março 66 - Centro
Fone: (21) 2216-0237 - 2216-0626 - Fax: 2263-0013
Horário de Funcionamento: 3ª à Dom.: de 10:00 às 22:00 hs.
Centro
Cultural Banco do Brasil / Museu
O museu e o arquivo histórico
foram inaugurados oficialmente no dia 24 de janeiro de 1955 e abrigam documentos
importantes sobre a trajetória do banco. O principal acervo do museu é a numismática
com cerca de 36 mil objetos entre moedas, cédulas e outros valores impressos nacionais e
estrangeiros. A coleção de moedas brasileiras conta com mais de 13 mil peças , sendo a
peça da coroação de D. Pedro I a moeda de maior destaque. Valiosa também é a
coleção de 15 mil peças estrangeiras, desde a antigüidade clássica até os dias de
hoje. O museu e o arquivo histórico encontram-se abertos para consultas e mantêm um
projeto educativo desde 1990, desenvolvido para estudantes.
Rua Primeiro de Março 66 - 1º andar - Centro
Fone: (21) 2216-.0237 - 2216-0626 - Fax: 2263-0013
Horário de Funcionamento: 3ª a Dom. : de 10:00 às 22:00 hs.
Chafariz do
Mestre Valentim
O chafariz data de 1789 e
substitui o original feito em Portugal. Construído com primorosa cantaria de gnaisse e
vários elementos decorativos em mármore português e de lioz, foi instalado junto ao mar
para oferecer água às tripulações que aqui chegavam. Inicialmente denominado chafariz
das pirâmides, devido à sua forma, foi construído segundo risco atribuído à Mestre
Valentim da Fonseca e Silva, apesar da existência, na Biblioteca Nacional, de três
projetos do Brigadeiro Jacques Funck para o mesmo chafariz
Praça XV de Novembro - Centro
Conjunto Arquitetônico/Fachada dos prédios da
Cinelândia
Conjunto arquitetônico
da Cinelândia composto por cinco prédios em estilo eclético que trazem em si a
monumentalidade dos primeiros arranha-céus de nossa cidade. Compõem um espaço
delimitado que, a partir da segunda década deste século, teve acentuada participação
como cenário de importantes decisões políticas.
Obs: Localização dos prédios: Praça Floriano 55 - Rua Francisco Serrador 2 -Rua
Álvaro Alvim 24 e 48 - Praça Mahatma Gandhi 2 - Centro Cinelândia
Conjunto
do Parque Nacional da Tijuca
O Imperador D. Pedro II
determinou a desapropriação da área em 1861 e nomeou o Major Manoel Gomes Archer para
reparar danos causados a floresta pelos desmatamentos realizados pelas fazendas de café
da região, que provocaram a extinção de riachos e córregos que abasteciam a cidade.
Archer trabalhou durante treze anos no reflorestamento. O Barão de Escragnolle, auxiliado
pelo paisagista francês Glaziou, deu continuidade à obra. Cascatinha Taunay - Do
encontro das águas dos rios Tijuca, Caveira e Cascatinha, nasce uma queda d'`agua com
cerca de 30 metros de alltura. Recebeu o nome de Cascatinha Taunay para homenagear o
pintor francês Nicolas Antoine Taunay que veio para o Brasil em 1816 com a Missão
Artística Francesa contratada por D. João VI. O pintor adquiriu um sítio em frente a
cascata e lá passou a residir. A casa foi demolida no início do século XX, mas sabe-se
que ela foi fator determinante para a ocupação da região, onde vários nobres franceses
passaram a residir, dedicando-se a cultura do café. Capela Mayrink - Os três painéis
que se encontram no interior da capela foram pintados por Candido Portinari. A capela foi
construída numa área que pertenceu à Fazenda Boa Vista, de propriedade do Conde Aymar
Marie Jacques Gesta. O conde ocupava o cargo de encarregado de negócios da França, junto
com D.Pedro I e D. João VI. A fazenda foi muito visitada pela Imperatriz Leopoldina.
Restaurante "Os Esquilos" - O Barão de Escragnolle foi o responsável pelos
trabalhos de reflorestamento da região da Floresta da Tijuca. O lugar onde hoje se
instala o restaurante foi sua residência a partir de 1874. A casa passou a ser mais
tarde, residência de todos os administradores da floresta e em 1945 deu lugar a
construção do restaurante "Os Esquilos". Ainda no complexo do Parque Nacional
da Tijuca podem ser visitados : a Mesa do Imperador , a Vista Chinesa e o Mirante do
Excelsior.
Parque Nacional da Tijuca - Floresta da Tijuca
Convento de
São Bernardino de Sena
O convento está situado no
núcleo urbano, em um outeiro no Morro de Santo Antônio. Seu entorno imediato é composto
por uma ocupação urbana, que atinge grande parte das encostas. De seu adro tem - se
ampla visão da cidade e, em dias claros, de toda a Baía da Ilha Grande. No seu lado
direito está a Capela da Ordem Terceira da Penitência. Originalmente o Convento foi
construído(1653) no local então chamado Cachoeira, ao fundo da baixada da cidade. No
entanto, por ser o local excessivamente úmido, foi construída uma outra casa dedicada a
São Bernardino do Sena. A primeira pedra foi lançada a 18 de julho de 1758, tendo sido
suas obras alongadas por cinco anos e terminadas a 20 de maio de 1763. Nesse mesmo ano foi
instalado um relógio alemão, ainda em funcionamento, acoplado aos sinos da torre da
igreja do convento. Em 1831, o convento foi requisitado pela Regência, para tornar - se
casa de órfãos e liceu primário durante nove anos, quando , novamente, voltou a ser
convento. Pelas ruínas atuais, percebe - se a austeridade e nobreza da construção. A
parte conventual possuía dois andares, cercados por arcadas voltadas para os dois pátios
interiores. Dessa parte restam as paredes externas e parte das internas. A parte que forma
a igreja é composta pela nave única, uma ala de arcadas de dois andares, que funcionava
como elemento de ligação com o convento e a torre sineira. Sua fachada frontal é
bastante monumental, em termos de seu entorno. Apresenta três portadas de mármore, com
vergas em arco pleno, dando para o adro coberto, que serve de acesso ao convento e à
igreja. O frontão apresenta curvas simples, óculo central em forma de trevo, dois
pináculos laterais e cruz central, coroando - o . Os cunhais e a cimalha são bem
marcados. A torre sineira fica entre a igreja e o convento e acompanha as linhas da
fachada da igreja. Ao convento de São Bernardino do Sena estão ligadas as lendas do
Santo Soldado e a do Frade. Tombado pela antiga SPHAN, atual IBPC, em 23/07/1947.
Morro de Santo Antônio - Centro
Horário de Funcionamento: 3 ª a dom. de 09:00 às 11:00;de 13:00 às 17:00h.
Cristo Redentor
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Símbolo turístico da Cidade do Rio de Janeiro, a estátua está plantada sobre uma base
de 8 metros de altura. O projeto é do arquiteto Heitor da Silva Costa e foi executada de
1824 a 1931. Possui 30 metros de altura e sua cabeça e mãos são obra do escultor Paul
Landowsky. Inaugurada em 1931, sua iluminação foi, ligada, à distância, em
Gênova/Itália por Enrico Marconi.
Alto do Morro do Corcovado
Cosme Velho
Fone: (21) 2285-2533
Edifício do
Supremo Tribunal Federal
Projetado por Adolpho Morales
de Los Rios, destinava-se, inicialmente, à Mitra Episcopal do Rio de Janeiro. Foi
adquirido pelo governo federal em 1909, que ali instalou o Supremo Tribunal Federal. Ao
projetá-lo, Morales de Los Rios inspirou-se nas edificações pontifícias da
Renascença.
Avenida Rio Branco 241 - Centro
Fone: (21) 2212-2144
Horário de Funcionamento: diariamente : de 11:00 às 18:00 hs.
Forte de
Copacabana
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
O Forte de Copacabana construído numa das pontas da Praia de Copacabana em forma de
casamata, ocupa uma área de 114.000 m2. Foi inaugurado em 28 de setembro de 1914,
servindo como fortificação da artilharia para a defesa da Baia de Guanabara. Sua obra
foi concluída no governo Afonso Pena. O episódio conhecido como os "Dezoito do
Forte", conflito político entre os militares da época e o governo Epitácio Pessoa,
marcou historicamente a vida do forte . O museu abriga acervo que registra a
participação do exército na vida nacional dos períodos colonial, imperial e
republicano. Além de mapas, equipamentos de guerra e arsenal bélico, o museu exibe
valiosa coleção de canhões.
Praça Coronel Eugenio Franco, 1 - Copacabana
Fone: (21) 2287-2192
Horário de Funcionamento: 3ª a Dom.: de 10 às 16 hs.
Hotel
Copacabana Palace
Projetado em 1920 pelo
arquiteto francês Joseph Gire, em estilo eclético, destacava-se com seus oito
apartamentos na Praia de Copacabana onde na época, só havia casas. Foi inaugurado em
1923. Entre suas dependências destacam-se: o salão nobre, o salão de leitura, os
salões que funcionavam como cassino até 1946 e o Golden Room que recebeu diversas
personalidades e artistas famosos.
Avenida Atlântica 1702 / Avenida N.S. de Copacabana 291 - Copacabana
Fone: (21) 2255-7070 - Fax: 2235-7330
Igreja da
Ordem 3ª de Nª Sª Monte do Carmo
A igreja edificada por mestre
Manuel Alves Setubal, foi sagrada em 1770. Os campanários das torres só foram ultimados
em 1850 , feitos sob o risco do professor da Academia de Belas Artes, Manuel Joaquim de
Melo Corte Real. A elegante portada de lioz da frontaria, vinda de Lisboa, foi benta em
1761 e apresenta notável medallhão da Virgem como motivo central. Na fachada lateral,
voltada para o Beco dos Barbeiros há outro medalhão de Nossa Senhora igualmente
precioso. Internamente a talha rococó da capela-mor, contratada pela Ordem Terceira com o
mestre entalhador Luis da Fonseca Rosa, foi concluída pelo Mestre Valentim da Fonseca e
Silva. A obra da nave é de Antonio de Pádua e Castro, sendo excepcional a cartela com o
emblema da Ordem do Carmo que encima o Arco Cruzeiro. Na Capela do Noviciado encontra-se a
talha atribuída a Mestre Valentim. As pinturas da capela são de origem desconhecida. Na
sacristia nota-se o arcaz, o altar de São Miguel e o lavabo de Mármore. Entre a Igreja
Nossa Senhora do Carmo e o Antigo Convento das Carmelitas (hoje Antiga Catedral), o beco
dando acesso da rua Primeiro de Março a do Carmo termina num arco de cantaria, encimado
por um oratório revestido de azulejos, onde se encontra a imagem de Nossa Senhora do Cabo
da Boa Esperança. É o único oratório público que se conservou e foi para lá
transferido, há anos, vindo da fachada do primitivo Hospital do Carmo.
Rua Primeiro de Março s/n - Centro
Fone: (21) 2242-4828
Horário de Visitação: diariamente de 8:00 às 14:00 hs.
Igreja de
Nª Sª da Candelária
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
A Igreja de Nossa Senhora da Candelária foi construída a partir de 1775, com planta em
cruz latina, revestimento interior em mármore, fachada em cantaria e portas trabalhadas
em bronze. Toda a história da igreja está pintada em mural. Sua imponência e volumetria
destacam-se no eixo da Avenida Presidenrte Vargas.
Praça Pio X, s/n - Centro
Fone: (21) 2233-2324
Horário de Visitação: Diariamente : de 8:00 às 16 hs
Igreja de
Nª Sª do Bom Sucesso
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
É considerada a igreja mais antiga da Cidade do Rio de Janeiro, pois foi construída a
partir de 1567 junto ao Morro do Castelo, para onde a cidade foi transferida após a
fundação em 1565. Reconstruída em 1780, forma, hoje, um conjunto com a Santa Casa da
Misericórdia. Guarda os altares e o púlpito da igreja dos jesuítas, uma das primeiras
da cidade, demolida quando do arrasamento do Morro do Castelo.
Largo da Misericórdia, Praça XV
Centro
Fone: (21) 2220-3001
Horário de Funcionamento: Ligar de 8:30h às 10:30h (falar c/Vera Freire)
Igreja
de Santa Cruz dos Militares
A Irmandade de Santa Cruz dos
Militares tem sua origem ligada ao Forte de Santa Cruz, construído em 1605 pelo
governador Martins Corrêa de Sá para a defesa da cidade. O Forte de Santa Cruz, que no
princípio era dentro do mar, arruinado com o passar dos anos, cedeu lugar para uma capela
concluída em 1628. Os oficiais e soldados, seus proprietários, se reuniram em Irmandade
Religiosa com a invocação de Santa Vera Cruz. Arruinada a Capela de Santa Vera Cruz, um
novo templo foi construído com a deliberação da Irmandade dos Militares. A atual Igreja
de Santa Cruz dos Militares foi ressagrada em missa solene no dia 28 de outubro de 1811.
No interior da igreja existem três altares: o da Capela Mor ocupado pela cruz sobre o
Monte Calvário; o do lado direito, pela imagem de Nossa Senhora das Dores; o do lado
esquerdo, pela imagem de São Pedro Gonçalves. Toda a Capela Mor é ornada de preciosa
obra de talha, representando os martírios da Paixão e Morte de Jesus Cristo; e o corpo
da igreja, com igual obra representando troféus e instrumentos militares.
Rua Primeiro de Março, 36 - Centro
Fone: (21) 2509-3878
Horário de Funcionamento:2ª a 5ª de 13:30h às 15:30h.
Igreja e
Convento de Santo Antonio
A Igreja de Santo Antônio foi
construída de 1608 a 1620, sob o risco de Frei Francisco dos Santos no século XVIII. Em
obras sucessivas , construiu-se a frente da nave , galilé e coro e ampliou-se a capela. O
convento que ladeia a igreja pelo lado do evangelho formando quadra é edificação
realizada na segunda metade do século XVIII. Entre o convento e a Igreja aparece a
elegante sineira que ainda mantém o aspecto original. Na parede lateral da nave, abre-se
o arco com gradil que servia de acesso à Capela da Conceição dos Irmãos da Ordem da
Penitência. A sacristia representa notável composição arquitetônica, com valor no
teto , chafariz de lioz e magnífico arcaz. O Convento de Santo Antônio ainda conserva
pequenas capelas domésticas, entre as quais a das relíquias com primorosa talha rococó.
e lavabos feitos com louças das Índias. Algumas obras notáveis encontram-se neste
convento, como as esculturas de barro cozido representando o nascimento e a morte de São
Francisco, a imagem de Santo Antônio, ligada a história da cidade, e a importante
pinacoteca, onde se sobressai uma tela representando o Senhor dos Martírios, de autor
desconhecido o Senhor da Paciência, atribuído a Frei Solano e o retrato de D. João VI,
por José Leandro de Carvallho.
Largo da Carioca, s/n - Centro
Fone: (21) 2262-0129 - 2262-1201
Horário de Visitação: 2ª a 6ª: de 8 às 18 hs./Sab.: de 8 às 11 hs.
Jardim
Botânico do Rio de Janeiro
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Foi criado como Real Horto Botânico em 1809 nos jardins da Fábrica de Pólvora,
construída na mesma época. De início, foram cultivadas especiarias e plantas exóticas
e, com o tempo, espécimes de todo o Brasil e do mundo. A área do jardim é integrada à
mata natural das montanhas circundantes. São destaques: o portão da antiga fábrica de
pólvora (transferida do local em 1831); o pórtico da antiga Imperial Academia de Belas
Artes, projeto de 1816 do francês Grandjean de Montigny e que ficava no centro da cidade;
esculturas diversas; o chafariz central de 1909; a Biblioteca e o Museu Botânico e,
finalmente , a aléia das palmeiras (a primeira delas foi plantada por D. João VI quando
da criação do jardim).
Rua Jardim Botânico 1008 - Jardim Botânico
Fone: (21) 2294-9349
Horário de Funcionamento: Parque: diariamente - de 8 às 17 hs.
Ladeira da
Misericórdia
Sendo a cidade transferida em
1567 do Morro Cara de Cão para a Colina do Castelo, antes chamado de Morro do Descanso e
de São Januário, e no dizer de Frei Vicente de Salvador: "Estando a terra em paz,
se estendeu (a cidade) pelo vale ao longo do mar", foi construída a Ladeira da
Misericórdia, cujo calçamento data da época do Conde Cunha. A esquerda de quem subia,
ficava o Colégio dos Jesuítas que Anchieta e Nóbrega fundaram e onde morreu Nóbrega.
Largo da Misericórdia s/n - Centro
Lampadário
Monumental do Arco da Lapa
Foi executado pela Fundição
Brasileira de Ferro e Bronze Kobler e Cia., sobre composição escultória de Rodolfo
Bernardelli. O lampião foi encomendado por Pereira Passos para a abertura da Avenida Mem
de Sá.
Largo da Lapa - Lapa
Largo do
Boticário
Sete casas em estilo colonial,
lembrando os tempos de D. João VI , uma pracinha com um chafariz, todo o chão coberto
com pedras "pé de moleque", o verde das árvores e do jardim, dão ao Largo do
Boticário a fisionomia do século XIX . Sua denominação deve-se ao fato de ali ter
morado Joaquim Luis da Silva Souto, que foi boticário da família real. Embora
construído há apenas 32 anos, sua preservação tem sido uma constante de todas as
administraçõe da cidade. A casa de número 20 foi projetada em 1937 por Lucio Costa e
Warchavchik. Recanto preferido por antiquários e pintores, tem sido em diversas
ocasiões, local próprio de manifestações artísticas e culturais. Como aspectos
curiosos destacam-se a casa nº 2, réplica de uma do século XVIII e a casa nº 20 que
teria sido a entrada da fazenda do boticário Luís.
Rua Cosme Velho 822 - Cosme Velho
Museu
Aeroespacial do Campo dos Afonsos
Criado em 1973, por decreto do
Presidente Médici somente foi inaugurado em 18 de outubro de 1976. O museu conta com
16.000 m2 de área coberta, num prédio de dois andares com cinco hangares. No segundo
andar, está a sala Ministro Salgado Filho, primeiro titular do Ministério da
Aeronáutica, com o mobiliário original do seu gabinete. Estão em exposição cerca de
45 aviões, instrumentos de bordo, coleção de motores e turbinas, armas aéreas,
uniformes, documentos de Santos Dumont, fotografias e telas pertencentes à aviação
militar. Merecem destaque a hélice que pertenceu ao Graf Zepellin 127, as réplicas do 14
Bis e do Demoiselle de Santos Dumont e um lendário P-40 que pertenceu ao líder da famosa
esquadrilha da fumaça. Outras peças relevantes são: um modelo de "Asa
Delta"construído por Santos Dumont e o uniforme usado pelo Brigadeiro Eduardo Gomes
durante o episódio dos "18 do Forte" em 1922. Além do acervo o museu conta com
outras atividades: projeções de filmes históricos, venda de publicações, biblioteca e
arquivo histórico para consultas do visitante. OBS.: Visita guiada: somente durante a
semana marcando antecipadamente.
Avenida Marechal Fontenelle 2000 - Campo dos Afonsos
Fone: (21) 3357-5212 - 3357-5213
Horário de Funcionamento: 3ª à 6ª: de 9:00 às 15:00 hs / Sab.Dom.Feriados: de 9:30
às 16:00 hs
Museu
Botânico do Rio de Janeiro
O museu foi inaugurado em 1991,
anexando o antigo Museu Kuhlman criado em 1969, para perpetuar a memória do grande
botânico brasileiro, João Geraldo Kuhlman. Atualmente, o museu abriga 20.000 peças
entre outros equipamentos, fotografias, curiosidades botânicas, obras de arte e
mobiliário. A coleção Kuhlman mostra objetos pessoais, livros e o gabinete de trabalho
de seu patrono. Outras exposições permanentes são: - Mata Atlântica - Palma Mater - D.
João VI
Rua Jardim Botânico 1008 - Jardim Botânico
Fone: (21) 2239-0781
Horário de Funcionamento: Museu: 3ª a Dom: de 8 às17 hs./Biblioteca: 2ª a 6ª: de 8
às 17 hs.
Museu
Carmem Miranda
O Museu Carmem Miranda foi
fundado em 1976. O projeto do prédio circular, onde está instalado, é de autoria do
arquiteto Affonso Eduardo Reidy. Carmem Miranda (Maria do Carmo Miranda da Cunha) nasceu
em Portugal e veio para o Brasil em 1910 aos 10 meses de idade. Seu primeiro sucesso foi a
modinha "Pra você gostar de mim" (1930) de Joubert de Carvalho. Em 1931 fez o
filme "Banana da Terra", quando apareceu pela primeira vez vestida de baiana
cantando "O que é que a baiana tem". Contratada pelo empresário Leo Schubert,
realizou nos Estados Unidos 14 filmes. Foi chamada pelos americanos de "Brazilian
Bombshell". No Brasil, gravou 281 músicas em 143 discos. Nos Estados Unidos gravou
32 músicas, a maioria em português. O museu foi inaugurado em 5 de agosto de 1976 e o
acervo é composto de 1596 peças de seu vestuário, entre elas a saia de veludo colorido
usada na sua estréia na Broadway em 1939. O museu possui, também, partituras musicais,
roteiros de seus filmes e um completo audiovisual sobre sua vida.
Av. Rui Barbosa, s/n - Flamengo
Fone: (21) 2551-2597
Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª: de11:00 às 17:00 hs/Sab. Dom.: de 13:00 às 17:00
hs.
Museu Casa
do Pontal
A Casa do Pontal e Arte Popular
está localizada em grande área verde e foi edificada pelo Sr. Jacques Van de Beuque,
especialmente para servir como centro de exposição de sua coleção de arte popular,
constituída de peças oriundas de vários estados do Brasil. Aproximadamente 20 mil
peças compõem o ambiente cenográfico dispostas em cerca de 3500 conjuntos. Obs: Grupos
marcados antecipadamente acima de 20 pessoas
Estrada do Pontal 3295 - Recreio dos Bandeirantes
Fone: (21) 2437-6278 - 2539-4914 - Fax: 2226-3540
Horário de Funcionamento: 3ª a dom de 9h às 17h
Museu
Chácara do Céu
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
A casa conhecida desde 1876 como "Chácara do Céu" foi herdada por Castro Maya
e a construção atual foi projetada em 1957 pelo arquiteto Wladimir Alves de Souza. A
arte brasileira está representada no museu por trabalhos de artistas como Guignard, Di
Cavalcanti, Iberê Camargo, Antonio Bandeira, além de um conjunto de obras de Portinari.
A coleção de Brasiliana é formada por mapas dos séculos XVII e XVIII, pinturas à
óleo, aquarelas, guaches,desenhos e gravuras de viajantes do século XIX, como Rugendas,
Chamberlain e Taunay. Com destaque, apresentam-se as 490 aquarelas e 61 desenhos de Jean
Baptiste Debret, adquiridos em Paris em 1939 e 1940. A cultura européia está
representada por pinturas, desenhos e gravuras de artistas como Matisse, Picasso, Dali,
Seurat, Miró e outros.
Rua Murtinho Nobre 93 - Santa Teresa
Fone: (21) 2224-8981 - 2509-1932
Horário de Funcionamento: 2ª a dom (exceto 3ª ): de 12:00 às 17:00 hs.
Museu da
República
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Atual sede do Museu da República. Com três pavimentos, linhas neoclássicas e fachadas
de mármore, à maneira de um palácio renascentista italiano, foi projetado por Gustav
Waeneldt para o primeiro Barão de Nova Friburgo, Antônio Clemente Pinto, que nele morou
de 1860 à 1864. Adquirido pelo governo federal em 1896,foi reformado naquele ano e sediou
a Presidência da República até 1960. Em 1954 o Presidente Getúlio Vargas suicidou-se
no Palácio. Móveis finos, lustres em bronze cristal compõe a decoração das várias
salas do palácio, devendo-se destacar, ainda a escadaria do hall de entrada, a clarabóia
com vitrais decorados no vão da escada e o assoalho de todas as salas do 2º andar
trabalhado em marchetaria.
Rua do Catete 153
Catete
Fone: (21) 2285-6350 - Fax: 2285-6350
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª:de 12 às 17hs/Sab.Dom.Fer:de 14 às 18hs.
Museu de Arte
Moderna
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Criado em 1948 ganhou sede
própria em 1954 e ocupa hoje uma área de 40.000 m2. O projeto é de autoria do arquiteto
Affonso Eduardo Reidy e os jardins de Burle Marx. Em 8 de julho de 1978 90% do seu acervo
foi destruído por um incêndio e o Bloco de Exposições só foi reaberto em 1982.
Também foram novamente colocados em atividade em 1982, a Biblioteca, o Centro de
Documentação e a área de museologia. A Biblioteca guarda cerca de 16.000 volumes; a
Cinemateca abriga, entre tantas peças importantes, 23 mil títulos de filmes (a maioria
brasileiros) e o acervo de fotografia conta com cerca de 4 mil imagens doadas por seus
autores, instituições públicas e a empresa White Martins. O Bloco de Exposições
Permanentes dá um merecido destaque à coleção de arte brasileira de Gilberto
Chateaubriand.
Av. Infante D. Henrique 85 - Aterro do Flamengo - Centro
Fone: (21) 2262-3221 - 2210-2188 - Fax: 2240-6351
Horário de Funcionamento: 3ª a Dom.: de 12 às 18 hs.
Museu de
Astronomia e Ciências Afins
O museu é formado por um grupo
de prédios instalados numa imensa área verde e sua arquitetura está relacionada com a
observação astronômica. As edificações abrigam, ainda hoje, vários instrumentos para
os quais foram concebidas. O acervo do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast) é
composto por instrumentos e equipamentos científicos, com destaque para a luneta
equatorial do século XIX, o Quarto de Círculo do século XVIII, o Teodolito Repetidor de
fabricação francesa e o mareógrafo do século XIX. Por outro lado, o museu possui
biblioteca especializada em matéria de história da ciência e da técnica. A origem do
Universo, da matéria, da vida e da informação são os temas centrais da exposição
permantente:"Quatro cantos da origem". Aí podem ser também observados
instrumentos científicos como sextantes,cronômetros, lunetas, teodolitos,relógios de
precisão. Nos jardins do MAST encontra-se reproduzido o sistema solar em escala de 1 para
30 bilhões. Valem destaque o laboratório interativo de astronomia e o Parque da
Ciência, contendo brinquedos que demonstram os princípios da física e suas relações
com a astronomia.
Rua General Bruce 586 - São Cristovão
Fone: (21) 2580-7010 - Fax: 2580-4531
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª de 10h às 17h; sab e dom de 16h às 20h.
Museu do
Açude
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
A casa foi adquirida em 1913 e Castro Maya reformou o imóvel dando-lhe o aspecto de
residência neocolonial. O Museu do Açude, localizado em plena Floresta da Tijuca, ocupa
uma área de 151.132 m2, expõe
peças de mobiliário,
escultura e cerâmica oriental, prataria e cristais, arte popular brasileira, além dos
painéis de azulejos e da coleção de cerâmica do Porto. As artes decorativas são
representadas por um conjunto de mobiliário luso-brasileiro dos séculos XVIII e XIX .
Merecem destaque na coleção de azulejaria, os painéis franceses. holandeses, espanhóis
e sobretudo, portugueses dos séculos XVII ao XIX.
Estrada do Açude 764 - Alto da Boa Vista
Fone: (21) 2238-0368 - Fax: 3326-5219
Horário de Funcionamento: 5ª à Dom: de 11:00 às 17:00 hs.
Museu do
Folclore
O museu foi criado em 1969 e
possui o mais rico acervo, de caráter nacional, na área de folclore e cultura popular.
Dois casarões que fazem parte do conjunto arquitetônico da Rua do Catete servem de
abrigo para uma exposição permanente com cerca de 1200 peças que mostram a
diversificação das manifestações da cultura popular, suas várias técnicas e
procedências. Atenção especial deve ser dada a galeria de Mestre Vitalino e a de
Mostras temporárias.
Rua do Catete 181 - Catete
Fone: (21) 2285-0441 - 2285-0891 - Fax: 2285-2545
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª: de 11:00 às 18:00 hs/Sab.Dom.Fer.: de 15:00 às
18:00 hs.
Museu do
Índio
O Museu do Índio, órgão
científico-cultural da Fundação Nacional do Índio - Funai, foi criado por Darcy
Ribeiro, no Rio de Janeiro, em 1953. É a única instituição oficial no País
exclusivamente dedicada às culturas indígenas. Seu objetivo é divulgar uma imagem
correta, atualizada e sem preconceitos dessas sociedades junto a variados públicos,
despertantdo, assim o interesse pela causa indígena. Realiza, também, estudos e
pesquisas para ampliar e aprofundar os conhecimentos sobre esses povos. Em 1978, o Museu
do Índio mudou-se de um casarão, no bairro do Maracanã, para o espaço atual em
Botafogo: um prédio do século XX, construído por João Rodrigues Teixeiras, empresário
da indúdria alimentícia do Rio de Janeiro, para sua residência. Tombado pelo
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, a construção é exemplar
arquitetônico representativo do período de urbanização do bairro. Possui rico acervo
relativo à maioria das sociedades indígenas contemporâneas, constituído em 14 mil
peças etnográficas; 16 mil publicações nacionais e estrangeiras especializadas em
Ednologia e áreas afins na Biblioteca Marechal Rondon, uma das mais completas e
especializadas da América do Sul em temática indígena; 50 mil imagens fotográficas em
diversos tipos de suporte, com três mil imagens já digitalizadas e armazenadas em
CD-Roms; 500 mil documentos textuais de valor histórico sobre os diversos grupos
indígenas e sobre a política indígena brasileira do final do século XXIX até nossos
dias e cerca de 200 filmes, vídeos e gravacões sonoras. Museu do Índio organiza mostras
temporárias de peças e fotos nas 11 salas do prédio, utilizando o acervo guardado em
suas reservas técnicas. Existem, ainda, nos jardins da instituição, cinco ambientes:
casa Guarani, cozinha e casa xinguana, roça Guarani e troncos do ritual xinguano Kuarup.
Ingresso: R$ 1,00
Rua das Palmeiras, 55 - Botafogo
Fone: (21) 2286-8899
Horário de Funcionamento: De terça a sexta, das 10 às 17:30h. Sábado e Domingo, das 13
às 17 horas
Museu do
Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Com construção iniciada em 24 de junho de 1957, foi inaugurado em 1960. O Monumento
Nacional aos Mortos da II Guerra Mundial cobre uma área de 6850 metros quadrados em três
planos: O pórtico simboliza dois braços levantados com as mão abertas implorando
graças aos céus. No túmulo do Soldado Desconhecido lê-se a seguinte inscrição:
"O Brasil ao seu Soldado Desconhecido". O grupo escultório de Alfredo
Ceschiatti com 5 metros de altura presta uma homenagem às três Forças Armadas. O Museu
tem a forma de um quadrado fechado por painéis de vidro. No seu interior encontram-se um
painel em afrêsco do artista Anísio Araújo de Medeiros e um painel eletrônico
audiovisual mostrando o roteiro da Força Expedicionária Brasileira (FEB). O acervo do
museu conta com vários tipos de material bélico, medalhas, bandeiras, fotografias e
peças de vestuário. Possui também uma biblioteca, um arquivo dos mortos e vários
filmes sobre a Segunda Guerra Mundial.
Av. Infante Dom Henrique 75 - Glória
Fone: (21) 2240-1333
Horário de Funcionamento: 3ª a Dom.: de 10:00 às 16:00 hs.
Museu
Histórico da Cidade do Rio de Janeiro
Localizado dentro do Parque da
Cidade, na Gávea, entre fontes de água, açude e riacho, antes de se tornar museu, o
casarão foi sede da fazenda de café do Marques de São Vicente, sendo que a família
Guinle foi a última proprietária particular da casa e de toda a área do Parque da
Cidade. O casarão foi adquirido pelo município em 1945, mas o museu só foi instalado em
1948. O acervo composto de aproximadamente 20 mil itens, abriga pinturas, gravuras,
fotografias, estátuas, louças e mobiliário. O museu conta a história das grandes
transformações urbanas, desde a fundação da Cidade do Rio de Janeiro, no Morro Cara de
Cão, em 1565. Entre todas as preciosidades que o museu reúne, encontram-se: O projeto
paisagístico da Quinta da Boa Vista feito pelo paisagista francês, Glaziou, o trono de
D. João VI, esculturas do Mestre Valentim e gravuras de Debret, além de uma biblioteca
de mais de 3 mil volumes sobre a história da cidade.
Estrada de Santa Marinha s/n - Gávea / Parque da Cidade
Fone: (21) 2512-2353 - Fax: 2512-2353
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª de 11h às 17h; sab e dom de 13h às 17h.
Museu
Histórico Nacional
O conjunto de prédios que
abriga o Museu Histórico Nacional deve ser considerado como uma das mais importantes
peças de seu acervo. O Forte de São Tiago ou Forte do Calabouço é um desses prédios.
Foi construído em 1567 na base do Morro do Castelo e ficou conhecido por aí ter
instalado uma prisão no século XVII. Próximo ao Forte de São Tiago ergueu-se um
pequena edificação de três andares para abrigar o conjunto de armas (trem de
artilharia, assim chamado na época) trazido de Portugal e usado na defesa da cidade. Foi
construída pelo Vice-Rei, Conde de Bobadela, em 1762 e denominada Casa do Trem. Por fim,
um novo prédio foi edificado ao lado da Casa do Trem em 1764. Assim, nasceu o Arsenal de
Guerra do Rio de Janeiro com a função de reparar os vários tipos de armas das tropas
coloniais. O Museu Histórico Nacional foi criado por decreto presidencial em 2 de agôsto
de 1922 com o objetivo de centralizar a guarda dos diversos acervos relativos a história
brasileira. A biblioteca do museu possui cerca de 59.000 volumes especializados em
história, museologia,artes pláticas, heráldica e genealogia. O arquivo histórico
guarda 40.000 documentos relacionados com personalidades da vida pública do país. O
acervo museológico abriga cerca de 140.000 objetos, entre eles, as coleções de
numismática (moedas e medalhas), filatelia (selos), armaria, indumentária, porcelana e
outros. Carruagens, coches, a berlinda que pertenceu a Imperatriz D. Teresa Cristina,
assim como a maior coleção de canhões do período colonial, podem ser vistos no Pátio
do Canhão. O museu guarda, também, o trono de D. Pedro II, a pena da Princesa Isabel e o
malhete maçônico de D. Pedro I.
Praça Marechal Ancora s/n - Centro
Fone: (21) 2240-2092 - 2220-2328
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª feira:10 ãs 17:30 hs./Sab.Dom.Feriados:14:30 ãs
17:30 hs.
Museu
Internacional de Arte Naif
O Brasil, junto com a França,
a ex - Iugoslávia, o Haiti e a Itália, é um dos maiores centros de arte naif do mundo.
A idéia de se criar no Rio de Janeiro este museu, partiu de Luciano Finkelstein,
colecionador há mais de 40 anos de obras ingênuas ou primitivas como são chamadas no
Brasil, as quais registram a história da arte naif desde o século XV aos dias de hoje, O
museu está localizado em um belo casarão, que no século passado serviu de atelier ao
pintor Visconti. Constam do acervo 8 mil peças de pintores nacionais ( com todos os
estados do Brasil representados) e obras de pintores de 130 países, formando uma das mais
completas coleções de arte naif do mundo. O MIAN possui a maior tela existente no
gênero que mede 4,00 X 7,00 m, retratando a cidade do Rio de Janeiro.
Rua Cosme Velho 561 - Cosme Velho
Fone: (21) 2205-8612 - 2205-8547 - Fax: 2205-8291
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª de 10h às 18h; sab, dom e fer de 12h às 18h.
Museu
Nacional / UFRJ
É o mais antigo instituto
científico do país, fundado por D. João VI em 6 de junho de 1818 com a denominação
inicial de Casa dos Pássaros. Seu rico acervo de zoologia, arqueologia, etnografia,
antigüidade clássica e mineralogia, no total de mais de 1 milhão de peças, está
reunido na grande mansão instalada no centro da Quinta da Boa Vista.
Quinta da Boa Vista - São Cristovão
Fone: (21) 2568-8262 - Fax: 2254-4320
Horário de Funcionamento: 3ª à Dom.: de 10:00 às 16:00 hs.
Museu
Nacional de Belas Artes
Projetado por Morales de Los
Rios, o prédio foi construído entre 1906 e 1908. Em estilo eclético, sua fachada
principal lembra o Louvre e as laterais, com painéis de mosaicos colorido, o Renascimento
Italiano. O acervo do museu teve origem na coleção de quadros que o chefe da missão
francesa, Joachim Lebreton, trouxe para o Brasil em 1816. Reunindo, hoje, cerca de 15.000
peças entre pinturas, esculturas, arte sobre papel e mobiliário, o museu possui a maior
e melhor coleção de arte brasileira do século XIX. A coleção internacional guarda
obras magníficas dos pintores Louis Eugene Boudin, Giovanni Batista Tiepolo, Nicolas
Antônio Taunay entre tantos outros.
Av. Rio Branco 199 - Centro
Fone: (21) 2240-0068 - 2240-9869 - Fax: 2262-6067
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª : de 10 às 18 hs./Sab. e Dom.: de 14 às 18 hs.
Palácio
Guanabara
Resumo Histórico e
Cronológico: Em 1865, é comprada pelo Governo Imperial para servir de residência á
Princesa Isabel quando do seu casamento com o Conde d' Eu. Reformada por José Maria
Jacinto Rabelo acolhe a Princesa Regente e seu consorte, passando a ser conhecido como
Paço Isabel. Em 1888, nele foi assinada a "Lei Áurea" que aboliu totalmente a
escravatura. Em 1891, o decreto 447 torna próprio nacional o Paço Isabel que é
incorporado á União por emissão de posse, passando a chamar-se Palácio Guanabara. Em
1908, foi totalmente reformado pelo Prefeito do Distrito Federal, Marechal Souza Aguiar,
perdendo as características da arquitetura neoclássica e adquirindo a feição atual
externa em estilo eclético; tal reforma destinava-se a adaptar o Palácio para servir
como residência oficial do Rei de Portugal que viria ao Brasil em viagem oficial. Em
1920, é novamente reformado para receber os reis da Bélgica. Entre 1920 e 1926, é
ocupado por vários hóspedes de Estado, entre os quais o então Príncipe de Gales. Em
1926, o Palácio Guanabara torna-se oficialmente a residência dos Presidentes da
República. A partir de 1975, após outra reforma, o Palácio vira sede dos Governadores
do Estado. No período 1987/90, foi realizada nova reforma interna que teve como filosofia
a restauração dos espaços e da dignidade do prédio. comprometidas ao longo das
reformas anteriores, bem como a modernização e melhoria de suas instalações,
preparando-o para receber os benefícios da informática.
A Arquitetura do Palácio: do Neoclássico ao Eclético Palácio Guanabara, antigo Paço
Isabel, na reforma realizada em 1865 pelo arquiteto José Maria Jacinto Rebelo, aluno de
Grandjean, recebeu tratamento moderno, isto é, neoclássico. O Palácio manteve essa
conformação até 1908 quando, já incorporado ao Patrimônio da União, sofreu radical
reforma de feição eclética, projetada pelo Engenheiro General Francisco Marcelino de
Souza Aguiar para a recepção, depois frustrada, do Rei D. Carlos de Portugal. Quase
todos os edifícios oficiais republicanos até a década de 20 são de gosto eclético, e
alguns prédios anteriores foram reformados por arquitetos ecléticos, como os do caso do
Palácio Guanabara. O Palácio Guanabara sofreu alterações na sua estrutura interna(
1975-1979). As salas foram quase todas subdivididas para melhor aproveitamento e
funcionamento do prédio, perdendo porém suas características arquitetônicas originais.
No período de 1987/90, passa por novas obras de reforma, que tiveram como filosofia a
restauração de sua dignidade gravemente comprometida nas reformas anteriores que o
descaracterizaram. Especial atenção também foi dada á reforma de suas instalações
elétricas, hidráulica, sanitária, telefonia e intercomunicação e previsão para a
futura informatização. Como pontos marcantes da reforma empreendida no período 1987/90,
destaca-se: reforma do Salão Nobre, que recebeu piso de mármore, revestimento das
paredes em tecido, nova disposição de lustres, tendo sido substituído o de cristal por
outro de bronze idêntico aos dois existentes; restauração de móveis e luminárias de
estilo encontrados no Palácio.
R. Pinheiro Machado, s/n - Botafogo
Fone: (21) 2551-4463
Palácio
Gustavo Capanema
Edificio Gustavo Capanema,
antiga sede do Ministério de Educação e Cultura. Construído entre 1937 e 1943, foi
projetado a partir de estudos de Corbusier, por uma comissão de arquitetos, da qual
faziam parte Lucio Costa e Oscar Niemayer. É um dos primeiros exemplos de arquitetura
moderna no Brasil. Destacam-se o brise-soleil na fachada, os azulejos e painéis de
Portinari, as esculturas de Bruno Giorgio e os jardins de Burle Marx.
Rua da Imprensa 16 - Centro
Palácio
Imperial
Elias Antonio Lopes foi o
responsável pela construção do prédio ocupado pelo Museu Nacional nos terrenos da
Quinta da Boa Vista. Com a chegada da corte em 1808, o prédio foi oferecido a família
imperial tornando-se a residência oficial dos monarcas brasileiros. Esta residência foi
construída nos terrenos da antiga fazenda de São Cristovão. O prédio apresenta estilo
neo-clássico e seus jardins foram projetados em 1869 por Augusto Francisco Glaziou,
diretor de parques e jardins da Casa Imperial. Para a proteção do parque foram colocadas
grades de ferro e um portão de terracota doado pelo Conde de Notumberland e instalado em
1816 pelo arquiteto inglês John Johnston. O portão acabou ficando fora da área do
parque e possivelmente a maioria das pessoas ignora seu valor artístico e histórico.
Quinta da Boa Vista - São Cristovão
Fone: (21) 2568-8262 - Fax: 2254-4320
Horário de Funcionamento: 3ª à Dom. : de 10:00 às 16:00 hs.
Palácio
Laranjeiras
Resumo Histórico e
Cronológico: Originalmente propriedade do Conde Sebastião Pinho na Rua Carvalho de Sá
n.º. 106, hoje Gago Coutinho, no bairro de Laranjeiras, foi adquirida pelo Dr. Eduardo
Guinle para nela ser construída sua residência. Entre 1909 e 1912 sob projeto e
orientação do arquiteto Armando Carlos da Silva Telles, foram executadas as obras de
construção do então denominado Palacete Eduardo Guinle. No final do ano de 1946, cinco
anos após a morte do seu proprietário, o Palacete passa ao domínio da União. O Governo
Federal destina então o Palácio Laranjeiras, denominação que recebe ao ser transferido
para a União, a residência de Chefes de Estado e hóspedes ilustres quando em visita
oficial ao Brasil. Inicia-se deste modo nova utilização do Palácio, quando recebeu e
hospedou várias personalidades. Em 1956, inicia-se nova utilização do Palácio que
passa a ser a residência oficial dos Presidentes da República. Em 1969 é a sede do
Governo Federal sob a Junta Militar que governou o Brasil entre 31/08/69 e 14/10/69. Em
1974, com a fusão dos antigos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, o Palácio é
cedido ao novo Estado do Rio de Janeiro para servir de residência oficial de seus
Governadores. Durante o Governo Chagas Freitas, e sob a orientação da Sra. Zoé Noronha
Chagas Freitas, é realizada grande obra de restauração do Palácio que lhe devolveu o
esplendor que hoje ostenta e que havia sido empanado em obras anteriormente executadas.
A Arquitetura do Palácio e seu Acervo Artístico: As plantas do Palácio se organizavam
em três corpos de construção, cada um deles destinados a uma função diferente: o
corpo central abriga a parte social ou de cerimônia e, das duas alas, uma abriga a parte
residencial e a outra, a parte de serviço. As plantas são, assim, de extrema clareza e
legibilidade, a despeito do barroquismo do exterior. Dão , diríamos, uma nota de
modernidade ao Palácio, dentro de seu ecletismo estético. O tratamento externo e as
decorações internas evocam os estilos franceses do passado, enquanto as plantas divergem
desse mesmo passado por uma funcionalidade adaptada não só ás noções de conforto do
novo século, como algo de "brasileiro" também.
Gago Coutinho, s/n - Laranjeiras
Fone: (21) 2551-4463
Palácio
Pedro Ernesto
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
O Palácio Pedro Ernesto é a sede da Câmara Municipal. O projeto do prédio é de
autoria de Heitor de Mello, executado pelo arquiteto Archimedes Memória. Construído em
uma área pertencente ao antigo Convento da Ajuda, foi inaugurado em 23 de julho de 1923.
Abriga em seu interior inúmeras obras de valor cultural de artistas importantes da
época: Lucilio de Albuquerque, Helius Seelinger, Décio Vilares, irmãos Carlos e Rodolfo
Amoedo, Carlos Oswald, Eliseu Visconti e outros. Por conta de necessidades funcionais, foi
contruído um anexo em 1945 com projeto dos arquitetos Geraldo Camara e Samuel de
Aratanha. Este anexo foi chamado de "Edifício Eurico Gaspar Dutra" e inaugurado
em 24 de novembro de 1953.
Praça Floriano s/n - Centro
Fone: (21) 2277-4141
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª de 9h às 13h; 2ª de 9h às 18h.
Paróquia
de Nª Sª do Carmo da Antiga Sé
Construída em 1761, foi
sucessivamente, Capela Real, Capela Imperial e Catedral Metropolitana até a década de
1970 quando foi inaugurada a nova catedral na Avenida Chile. No interior possui talha
rococó. O exterior foi alterado diversas vezes. O tombamento inclui, ainda, o arco e o
oratório de Nossa Senhora da Boa Esperança, o Hospital da Ordem, atual Museu de Arte
Sacra e os imóveis situados na Rua do Carmo, 46,48,50,52 e 54.
Rua Primeiro de Março s/n - Centro
Fone: (21) 2242-7766 - 2242-0830
Horário de Visitação: 2ª a 6ª de 8h às 18h.
Parque
Henrique Lage
A antiga chácara que hoje é
ocupada pelo Parque Lage, e onde se instalou uma escola de artes visuais, foi propriedade
da família Rodrigo de Freitas Mello e Castro. Para projetar seus jardins, foi contratado
em 1840 o paisagista inglês, John Tyndale e em 1859 a propriedade foi adquirida pelo
comendador Antônio Martins Lage.. Seus herdeiros a venderam em l9l9, mas em seguida foi
comprada por Henrique Lage , outro membro da família. Em 1957 foi tombada pelo
Patrimônio Histórico. O Parque Lage ocupa uma área total de 52,26 hectares. A casa, em
estilo eclético, foi construída em 1920 e é toda revestida em cantaria. Internamente,
destacam-se o teatro, a biblioteca e os aposentos que pertenceram a grande cantora lírica
Gabriela Bezanzoni Lage, casada com Henrique Lage. Os jardins merecem destaque e lá,
entre outras variedades, encontra-se um exemplar de cipreste que é o maior do estado e
que é também conhecido como árvore do luto. Alamedas de palmeiras imperiais dão acesso
a casa principal. Obs: A escola de artes visuais funciona de 2ª à Sab.- de 9:00 às
20:00 Hs.
Rua Jardim Botânico 414 - Jardim Botânico
Fone: (21) 2226-1879
Horário de Funcionamento: Parque - Diariamente: 8:00 às 17:00 hs.
Passeio
Público
O Passeio Público data de 1788
e foi construído na área antes denominada de Boqueirão da Ajuda. Em 1835, o jardim foi
cercado com grades de ferro e as varandas e os pavilhões foram reformados. Em 1861, por
determinação de D. Pedro II, o paisagista francês Augusto Glaziou foi contratado para
reformá-lo novamente. Destacam-se: o Chafariz dos Jacarés, os obeliscos e o portão de
autoria de Mestre Valentim, todos remanescentes da época de construção do jardim. O
Chafariz dos Jacarés, em forma de cascata sobre bacia ampla de cantaria, apresenta,
ainda, duas esculturas de jacarés de bronze, que foram fundidos na antiga casa do trem,
segundo risco de Valentim. As armas do Vice-Rei, assim como um busto de Diana, também de
mármore, foram aí colocados mais tarde, pelo Vice-Rei, Conde dos Arcos. As outras
figuras que existiram neste chafariz, como o coqueiro e as pequenas aves, desapareceram
com o tempo.
Passeio Público - Centro/Cinelândia
Quinta da