Brasil -> RJ -> Região : 12 - Rio de Janeiro -> Cidade : Rio de Janeiro

 

Centro urbano de grande importância e por encontrar-se à beira-mar, as praias se tornaram uma das suas principais opções turísticas. Compondo a paisagem há um conjunto de montanhas que pode ser observado de quase todos os pontos. É nesse contraste de mar azul emoldurado pela exuberante vegetação tropical que situam-se desde a pequenina Praia Vermelha até a da Barra, a mais extensa de todas, passando pelas cosmopolitas Copacabana e Ipanema. Afastando-se um pouco do litoral é possível conhecer um dos mais bucólicos espaços do Rio, o Parque Nacional da Tijuca, considerado a maior floresta urbana do mundo. Algumas lagoas e restingas enriquecem o peculiar cenário em que localiza-se a cidade.
Monumentos históricos e manifestações artísticas fazem parte dessas atrações. Como exemplo há o Jardim Botânico, criado em 1809 como Horto Real,e a Academia de Belas Artes. A presença da família real nesse período fez ainda com que novas técnicas de construção fossem introduzidas em edifícios como o da Fundação Casa França - Brasil, antiga Alfândega, a Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, antigo Hospício Pedro II e o Museu do Primeiro Reinado, também chamado de Casa da Marquesa de Santos.
Do início do século XX, e já seguindo a influência da arquitetura francesa, são os belos prédios do Teatro Municipal, do Museu Nacional de Belas Artes e da Biblioteca Nacional.
A Cidade do Rio de Janeiro possui aproximadamente cento e sessenta bairros. Vale à pena destacar: Centro - é o mais antigo de todos, sendo que até o século XIX constituía a própria cidade. Nele estão representadas todas as épocas da história da cidade. Modernizado no Século XVIII, no século seguinte a cidade se expandiu para as atuais Zona Sul e Norte.
São Cristóvão - na Zona Norte, foi, no século XIX, local de moradia da nobreza com a elegante Praia de S. Cristovão, hoje inexistente, que chegou a ser freqüentada pela família real, tendo sido depois aterrada para a construção do Porto do Rio de Janeiro.
Copacabana - na Zona Sul, é o cartão postal da "Cidade Maravilhosa". A moderna Copacabana é uma verdadeira cidade. Com sua famosa praia, além de teatros, cinemas, restaurantes, hotéis, casas noturnas é um local cheio de vida e animação.
Ipanema - celebrizada devido à música "Garota de Ipanema", reúne artistas, intelectuais e grupos de jovens na sua linda praia. É dos bairros mais animados da cidade com opções de lazer entre ambientes dos mais requintados aos mais populares. Um comércio sofisticado e uma boa oferta de restaurantes de alto nível completam suas atrações.
A cidade destaca-se também por uma vasta e populosa área de subúrbios, em torno das quais se aglomeram as casas comerciais e residências, ocupando áreas que, no passado, foram engenhos de cana de açúcar ou pequenas fazendas de criação de gado.
Atualmente o Rio de Janeiro é o mais importante centro turístico do país, destacando-se também em atividades industriais, comerciais, de serviços e, em particular, como pólo financeiro e centro de desenvolvimento de tecnologia de ponta. Sua influência se estende por todo o Brasil.

Arco do Teles
Arcos da Lapa
Automóvel Clube do Brasil
Casa França Brasil
Castelinho do Flamengo
Catedral do Rio de Janeiro
Centro Cultural Banco do Brasil / Arquitetura Civil
Centro Cultural Banco do Brasil / Museu
Chafariz do Mestre Valentim
Conjunto Arquitetônico/Fachada dos prédios da Cinelândia
Conjunto do Parque Nacional da Tijuca
Convento de São Bernardino de Sena
Cristo Redentor
Edifício do Supremo Tribunal Federal
Forte de Copacabana
Hotel Copacabana Palace
Igreja da Ordem 3ª de Nª Sª Monte do Carmo
Igreja de Nª Sª da Candelária
Igreja de Nª Sª do Bom Sucesso
Igreja de Santa Cruz dos Militares
Igreja e Convento de Santo Antonio
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Ladeira da Misericórdia
Lampadário Monumental do Arco da Lapa
Largo do Boticário
Museu Aeroespacial do Campo dos Afonsos
Museu Botânico do Rio de Janeiro
Museu Carmem Miranda
Museu Casa Do Pontal
Museu Chácara do Céu
Museu da República
Museu de Arte Moderna
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Museu do Açude
Museu do Folclore
Museu do Índio
Museu do Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial
Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro
Museu Histórico Nacional
Museu Internacional de Arte Naif
Museu Nacional / UFRJ
Museu Nacional de Belas Artes
Palácio Guanabara
Palácio Gustavo Capanema
Palácio Imperial
Palácio Laranjeiras
Palácio Pedro Ernesto
Paróquia de Nª Sª do Carmo da Antiga Sé
Parque Henrique Lage
Passeio Público
Quinta da Boa Vista
Relógio da Carioca
Sitio Santo Antônio da Bica
Teatro Municipal
Ilha Fiscal
Marina da Glória
Morro do Corcovado
Pão de Açúcar
Parque Nacional da Tijuca
Praia da Barra da Tijuca
Praia de Copacabana
Praia de Grumari
Praia de Ipanema
Praia de São Conrado
Praia de Botafogo
Praia do Flamengo
Praia do Leblon
Porto do Rio de Janeiro

Arco do Teles
No antigo Terreiro do Carmo, depois denominado do Paço, hoje Praça XV de Novembro, foram edificados, sob o risco do Brigadeiro José Fernandes Alpoim, três prédios contíguos que se estendiam até a Rua do Mercado, essas casas eram fronteiras à antiga residência dos vice-reis, projeto do mesmo arquiteto. O Arco do Teles localiza-se na do meio dando acesso ao Beco do Comércio. A edificação que fazia esquina com a rua do Mercado, foi sede do Senado da Câmara desde 1757 até que um violento incêndio destruiu tudo em 1790.
Praça XV de Novembro / Beco do Comércio - Centro

Arcos da Lapa
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Localizado na Lapa, o aqueduto foi concluído em 1750 no governo de Gomes Freire de Andrada, o Conde de Bobadela. Sucessivamente, em 1872 e em 1948/1949, em dois pontos diferentes do monumento,fronteiros as atuais Rua dos Arcos e Mem de Sá, foram demolidos um pegão central e dois arcos inferiores, criando-se um arco duplo. Desde 1896 o Aqueduto da Carioca foi convertido em viaduto para a passagem dos bondes em direção ao bairro de Santa Teresa . O objetivo da construção do viaduto foi o de trazer água das nascentes da Serra da Carioca para o centro da cidade. Os trabalhos foram dirigidos pelo Brigadeiro Alpoim.
Arcos da Lapa - Centro

Automóvel Clube do Brasil
O edifício foi, anteriormente, sede do Cassino Fluminense. O prédio em estilo neoclássico teve sua reconstrução iniciada em 20 de junho de 1855 e inaugurado em 18 de setembro de 1860, com suntuoso baile a que compareceu o Imperador D. Pedro II e sua família. O edifício conserva no seu interior luxuosos salões que na época do ex-cassino fluminense receberam a visita de figuras da sociedade e da política como o próprio Imperador D. Pedro II.
Rua do Passeio 90 - Centro
Fone: (21) 2533-5509
Horário de Funcionamento: diariamente de 9h às 16h.

Casa França Brasil
Grandjean de Montigny, o arquiteto que chegou ao Brasil com a missão francesa em 1816, foi o autor do projeto do prédio da Casa França Brasil. As edificações que em Roma funcionavam como mercado, banco, tribunal e praça coberta serviram de inspiração ao arquiteto francês. Em 1824, lá se instalou a alfândega e em 1852 foram feitas obras de remodelação com projeto do arquiteto português, Raphael de Castro. Novas remodelações foram necessárias e entre 1956 e 1978 o prédio abrigou o II Tribunal do Juri. Em 1980 foi decidida a utilização do prédio com fins culturais visando o intercâmbio entre os dois países e em 1990 a Casa França Brasil foi, então, inaugurada. Em 1992, também foi inaugurada a sala de cinema e vídeo que homenageia o fundador da "Cinemathéque Française", Henri Langlois. O maior acervo da Casa França Brasil é o próprio prédio construído em estilo neoclássico.
Obs.: Visitas guiadas - telefonar para marcar hora.
Rua Visconde de Itaboraí 78
Fone: (21) 2253-5543  - Fax: 2253-0319
Horário de Funcionamento: 3ª à Dom.: de 10:00 às 20:00 hs

Castelinho do Flamengo
Praia do Flamengo, 158 - Flamengo

Catedral do Rio de Janeiro
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
O lançamento da pedra fundamental destra catedral foi em 20 de janeiro de 1964 e sua consagração foi feita pelo Cardeal D. Eugênio Sales em 15 de agosto de 1979. Seu diâmetro exterior mede 106 m. e o interior 80 m. Os vitrais são a continuação das extremidades da igreja e o tema dos vitrais são as quatro qualidades da igreja: UNA - (cor verde) - Unidade da igreja; SANTA - (cor vermelha) - só merecem a coroa da glória os que são fiéis ao Espírito Santo (fontes de fogo); CATÓLICA - (cor azul) - para todas as raças por toda a parte do mundo o mesmo evangelho; APOSTÓLICA - (cor amarela) - com os bispos, o Papa e Pedro chegaremos à cruz, sob a guia da espada romana, símbolo da paixão de Cristo. A porta principal, Portal da Fé, tem 48 relevos de bronze. A catedral tem capacidade para abrigar 20 mil pessoas em pé e 5 mil sentadas. O projeto da catedral é de autoria do arquiteto Edgard da Fonseca e a construção é do engenheiro Newton Sotto Maior.
Av. República do Chile s/n - Centro
Fone: (21) 2240-2669
Horário de Funcionamento: 8:00 às 18:00 hs.

Centro Cultural Banco do Brasil / Arquitetura Civil
O projeto da sede do banco é de autoria de Francisco Bethencourt da Silva e a pedra fundamental foi lançada em 1880. O prédio foi inaugurado como sede da associação comercial em 1906, onde atuou o pregão da Bolsa de Fundos Públicos. Na década de 20, após uma reforma, o banco o transformou em sua matriz. O Centro Cultural Banco do Brasil foi inaugurado em 12 de outubro de 1989, utilizando 17.000 m2. para desenvolver variadas atividades culturais.
Rua Primeiro de Março 66 - Centro
Fone: (21) 2216-0237 - 2216-0626 - Fax: 2263-0013
Horário de Funcionamento: 3ª à Dom.: de 10:00 às 22:00 hs.

Centro Cultural Banco do Brasil / Museu
O museu e o arquivo histórico foram inaugurados oficialmente no dia 24 de janeiro de 1955 e abrigam documentos importantes sobre a trajetória do banco. O principal acervo do museu é a numismática com cerca de 36 mil objetos entre moedas, cédulas e outros valores impressos nacionais e estrangeiros. A coleção de moedas brasileiras conta com mais de 13 mil peças , sendo a peça da coroação de D. Pedro I a moeda de maior destaque. Valiosa também é a coleção de 15 mil peças estrangeiras, desde a antigüidade clássica até os dias de hoje. O museu e o arquivo histórico encontram-se abertos para consultas e mantêm um projeto educativo desde 1990, desenvolvido para estudantes.
Rua Primeiro de Março 66 - 1º andar - Centro
Fone: (21) 2216-.0237 - 2216-0626 - Fax: 2263-0013
Horário de Funcionamento: 3ª a Dom. : de 10:00 às 22:00 hs.

Chafariz do Mestre Valentim
O chafariz data de 1789 e substitui o original feito em Portugal. Construído com primorosa cantaria de gnaisse e vários elementos decorativos em mármore português e de lioz, foi instalado junto ao mar para oferecer água às tripulações que aqui chegavam. Inicialmente denominado chafariz das pirâmides, devido à sua forma, foi construído segundo risco atribuído à Mestre Valentim da Fonseca e Silva, apesar da existência, na Biblioteca Nacional, de três projetos do Brigadeiro Jacques Funck para o mesmo chafariz
Praça XV de Novembro - Centro

Conjunto Arquitetônico/Fachada dos prédios da Cinelândia
Conjunto arquitetônico da Cinelândia composto por cinco prédios em estilo eclético que trazem em si a monumentalidade dos primeiros arranha-céus de nossa cidade. Compõem um espaço delimitado que, a partir da segunda década deste século, teve acentuada participação como cenário de importantes decisões políticas.
Obs: Localização dos prédios: Praça Floriano 55 - Rua Francisco Serrador 2 -Rua Álvaro Alvim 24 e 48 - Praça Mahatma Gandhi 2 - Centro Cinelândia

Conjunto do Parque Nacional da Tijuca
O Imperador D. Pedro II determinou a desapropriação da área em 1861 e nomeou o Major Manoel Gomes Archer para reparar danos causados a floresta pelos desmatamentos realizados pelas fazendas de café da região, que provocaram a extinção de riachos e córregos que abasteciam a cidade. Archer trabalhou durante treze anos no reflorestamento. O Barão de Escragnolle, auxiliado pelo paisagista francês Glaziou, deu continuidade à obra. Cascatinha Taunay - Do encontro das águas dos rios Tijuca, Caveira e Cascatinha, nasce uma queda d'`agua com cerca de 30 metros de alltura. Recebeu o nome de Cascatinha Taunay para homenagear o pintor francês Nicolas Antoine Taunay que veio para o Brasil em 1816 com a Missão Artística Francesa contratada por D. João VI. O pintor adquiriu um sítio em frente a cascata e lá passou a residir. A casa foi demolida no início do século XX, mas sabe-se que ela foi fator determinante para a ocupação da região, onde vários nobres franceses passaram a residir, dedicando-se a cultura do café. Capela Mayrink - Os três painéis que se encontram no interior da capela foram pintados por Candido Portinari. A capela foi construída numa área que pertenceu à Fazenda Boa Vista, de propriedade do Conde Aymar Marie Jacques Gesta. O conde ocupava o cargo de encarregado de negócios da França, junto com D.Pedro I e D. João VI. A fazenda foi muito visitada pela Imperatriz Leopoldina. Restaurante "Os Esquilos" - O Barão de Escragnolle foi o responsável pelos trabalhos de reflorestamento da região da Floresta da Tijuca. O lugar onde hoje se instala o restaurante foi sua residência a partir de 1874. A casa passou a ser mais tarde, residência de todos os administradores da floresta e em 1945 deu lugar a construção do restaurante "Os Esquilos". Ainda no complexo do Parque Nacional da Tijuca podem ser visitados : a Mesa do Imperador , a Vista Chinesa e o Mirante do Excelsior.
Parque Nacional da Tijuca - Floresta da Tijuca

Convento de São Bernardino de Sena
O convento está situado no núcleo urbano, em um outeiro no Morro de Santo Antônio. Seu entorno imediato é composto por uma ocupação urbana, que atinge grande parte das encostas. De seu adro tem - se ampla visão da cidade e, em dias claros, de toda a Baía da Ilha Grande. No seu lado direito está a Capela da Ordem Terceira da Penitência. Originalmente o Convento foi construído(1653) no local então chamado Cachoeira, ao fundo da baixada da cidade. No entanto, por ser o local excessivamente úmido, foi construída uma outra casa dedicada a São Bernardino do Sena. A primeira pedra foi lançada a 18 de julho de 1758, tendo sido suas obras alongadas por cinco anos e terminadas a 20 de maio de 1763. Nesse mesmo ano foi instalado um relógio alemão, ainda em funcionamento, acoplado aos sinos da torre da igreja do convento. Em 1831, o convento foi requisitado pela Regência, para tornar - se casa de órfãos e liceu primário durante nove anos, quando , novamente, voltou a ser convento. Pelas ruínas atuais, percebe - se a austeridade e nobreza da construção. A parte conventual possuía dois andares, cercados por arcadas voltadas para os dois pátios interiores. Dessa parte restam as paredes externas e parte das internas. A parte que forma a igreja é composta pela nave única, uma ala de arcadas de dois andares, que funcionava como elemento de ligação com o convento e a torre sineira. Sua fachada frontal é bastante monumental, em termos de seu entorno. Apresenta três portadas de mármore, com vergas em arco pleno, dando para o adro coberto, que serve de acesso ao convento e à igreja. O frontão apresenta curvas simples, óculo central em forma de trevo, dois pináculos laterais e cruz central, coroando - o . Os cunhais e a cimalha são bem marcados. A torre sineira fica entre a igreja e o convento e acompanha as linhas da fachada da igreja. Ao convento de São Bernardino do Sena estão ligadas as lendas do Santo Soldado e a do Frade. Tombado pela antiga SPHAN, atual IBPC, em 23/07/1947.
Morro de Santo Antônio - Centro
Horário de Funcionamento: 3 ª a dom. de 09:00 às 11:00;de 13:00 às 17:00h.

Cristo Redentor
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Símbolo turístico da Cidade do Rio de Janeiro, a estátua está plantada sobre uma base de 8 metros de altura. O projeto é do arquiteto Heitor da Silva Costa e foi executada de 1824 a 1931. Possui 30 metros de altura e sua cabeça e mãos são obra do escultor Paul Landowsky. Inaugurada em 1931, sua iluminação foi, ligada, à distância, em Gênova/Itália por Enrico Marconi.
Alto do Morro do Corcovado
Cosme Velho
Fone: (21) 2285-2533


Edifício do Supremo Tribunal Federal
Projetado por Adolpho Morales de Los Rios, destinava-se, inicialmente, à Mitra Episcopal do Rio de Janeiro. Foi adquirido pelo governo federal em 1909, que ali instalou o Supremo Tribunal Federal. Ao projetá-lo, Morales de Los Rios inspirou-se nas edificações pontifícias da Renascença.
Avenida Rio Branco 241 - Centro
Fone: (21) 2212-2144
Horário de Funcionamento: diariamente : de 11:00 às 18:00 hs.

Forte de Copacabana
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
O Forte de Copacabana construído numa das pontas da Praia de Copacabana em forma de casamata, ocupa uma área de 114.000 m2. Foi inaugurado em 28 de setembro de 1914, servindo como fortificação da artilharia para a defesa da Baia de Guanabara. Sua obra foi concluída no governo Afonso Pena. O episódio conhecido como os "Dezoito do Forte", conflito político entre os militares da época e o governo Epitácio Pessoa, marcou historicamente a vida do forte . O museu abriga acervo que registra a participação do exército na vida nacional dos períodos colonial, imperial e republicano. Além de mapas, equipamentos de guerra e arsenal bélico, o museu exibe valiosa coleção de canhões.
Praça Coronel Eugenio Franco, 1 - Copacabana
Fone: (21) 2287-2192
Horário de Funcionamento: 3ª a Dom.: de 10 às 16 hs.

Hotel Copacabana Palace
Projetado em 1920 pelo arquiteto francês Joseph Gire, em estilo eclético, destacava-se com seus oito apartamentos na Praia de Copacabana onde na época, só havia casas. Foi inaugurado em 1923. Entre suas dependências destacam-se: o salão nobre, o salão de leitura, os salões que funcionavam como cassino até 1946 e o Golden Room que recebeu diversas personalidades e artistas famosos.
Avenida Atlântica 1702 / Avenida N.S. de Copacabana 291 - Copacabana
Fone: (21) 2255-7070 - Fax: 2235-7330

Igreja da Ordem 3ª de Nª Sª Monte do Carmo
A igreja edificada por mestre Manuel Alves Setubal, foi sagrada em 1770. Os campanários das torres só foram ultimados em 1850 , feitos sob o risco do professor da Academia de Belas Artes, Manuel Joaquim de Melo Corte Real. A elegante portada de lioz da frontaria, vinda de Lisboa, foi benta em 1761 e apresenta notável medallhão da Virgem como motivo central. Na fachada lateral, voltada para o Beco dos Barbeiros há outro medalhão de Nossa Senhora igualmente precioso. Internamente a talha rococó da capela-mor, contratada pela Ordem Terceira com o mestre entalhador Luis da Fonseca Rosa, foi concluída pelo Mestre Valentim da Fonseca e Silva. A obra da nave é de Antonio de Pádua e Castro, sendo excepcional a cartela com o emblema da Ordem do Carmo que encima o Arco Cruzeiro. Na Capela do Noviciado encontra-se a talha atribuída a Mestre Valentim. As pinturas da capela são de origem desconhecida. Na sacristia nota-se o arcaz, o altar de São Miguel e o lavabo de Mármore. Entre a Igreja Nossa Senhora do Carmo e o Antigo Convento das Carmelitas (hoje Antiga Catedral), o beco dando acesso da rua Primeiro de Março a do Carmo termina num arco de cantaria, encimado por um oratório revestido de azulejos, onde se encontra a imagem de Nossa Senhora do Cabo da Boa Esperança. É o único oratório público que se conservou e foi para lá transferido, há anos, vindo da fachada do primitivo Hospital do Carmo.
Rua Primeiro de Março s/n - Centro
Fone: (21) 2242-4828
Horário de Visitação: diariamente de 8:00 às 14:00 hs.

Igreja de Nª Sª da Candelária
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
A Igreja de Nossa Senhora da Candelária foi construída a partir de 1775, com planta em cruz latina, revestimento interior em mármore, fachada em cantaria e portas trabalhadas em bronze. Toda a história da igreja está pintada em mural. Sua imponência e volumetria destacam-se no eixo da Avenida Presidenrte Vargas.
Praça Pio X, s/n - Centro
Fone: (21) 2233-2324
Horário de Visitação: Diariamente : de 8:00 às 16 hs
 

Igreja de Nª Sª do Bom Sucesso
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
É considerada a igreja mais antiga da Cidade do Rio de Janeiro, pois foi construída a partir de 1567 junto ao Morro do Castelo, para onde a cidade foi transferida após a fundação em 1565. Reconstruída em 1780, forma, hoje, um conjunto com a Santa Casa da Misericórdia. Guarda os altares e o púlpito da igreja dos jesuítas, uma das primeiras da cidade, demolida quando do arrasamento do Morro do Castelo.
Largo da Misericórdia, Praça XV
Centro
Fone: (21) 2220-3001
Horário de Funcionamento: Ligar de 8:30h às 10:30h (falar c/Vera Freire)

Igreja de Santa Cruz dos Militares
A Irmandade de Santa Cruz dos Militares tem sua origem ligada ao Forte de Santa Cruz, construído em 1605 pelo governador Martins Corrêa de Sá para a defesa da cidade. O Forte de Santa Cruz, que no princípio era dentro do mar, arruinado com o passar dos anos, cedeu lugar para uma capela concluída em 1628. Os oficiais e soldados, seus proprietários, se reuniram em Irmandade Religiosa com a invocação de Santa Vera Cruz. Arruinada a Capela de Santa Vera Cruz, um novo templo foi construído com a deliberação da Irmandade dos Militares. A atual Igreja de Santa Cruz dos Militares foi ressagrada em missa solene no dia 28 de outubro de 1811. No interior da igreja existem três altares: o da Capela Mor ocupado pela cruz sobre o Monte Calvário; o do lado direito, pela imagem de Nossa Senhora das Dores; o do lado esquerdo, pela imagem de São Pedro Gonçalves. Toda a Capela Mor é ornada de preciosa obra de talha, representando os martírios da Paixão e Morte de Jesus Cristo; e o corpo da igreja, com igual obra representando troféus e instrumentos militares.
Rua Primeiro de Março, 36 - Centro
Fone: (21) 2509-3878
Horário de Funcionamento:2ª a 5ª de 13:30h às 15:30h.

Igreja e Convento de Santo Antonio
A Igreja de Santo Antônio foi construída de 1608 a 1620, sob o risco de Frei Francisco dos Santos no século XVIII. Em obras sucessivas , construiu-se a frente da nave , galilé e coro e ampliou-se a capela. O convento que ladeia a igreja pelo lado do evangelho formando quadra é edificação realizada na segunda metade do século XVIII. Entre o convento e a Igreja aparece a elegante sineira que ainda mantém o aspecto original. Na parede lateral da nave, abre-se o arco com gradil que servia de acesso à Capela da Conceição dos Irmãos da Ordem da Penitência. A sacristia representa notável composição arquitetônica, com valor no teto , chafariz de lioz e magnífico arcaz. O Convento de Santo Antônio ainda conserva pequenas capelas domésticas, entre as quais a das relíquias com primorosa talha rococó. e lavabos feitos com louças das Índias. Algumas obras notáveis encontram-se neste convento, como as esculturas de barro cozido representando o nascimento e a morte de São Francisco, a imagem de Santo Antônio, ligada a história da cidade, e a importante pinacoteca, onde se sobressai uma tela representando o Senhor dos Martírios, de autor desconhecido o Senhor da Paciência, atribuído a Frei Solano e o retrato de D. João VI, por José Leandro de Carvallho.
Largo da Carioca, s/n - Centro
Fone: (21) 2262-0129 - 2262-1201
Horário de Visitação: 2ª a 6ª: de 8 às 18 hs./Sab.: de 8 às 11 hs.

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Foi criado como Real Horto Botânico em 1809 nos jardins da Fábrica de Pólvora, construída na mesma época. De início, foram cultivadas especiarias e plantas exóticas e, com o tempo, espécimes de todo o Brasil e do mundo. A área do jardim é integrada à mata natural das montanhas circundantes. São destaques: o portão da antiga fábrica de pólvora (transferida do local em 1831); o pórtico da antiga Imperial Academia de Belas Artes, projeto de 1816 do francês Grandjean de Montigny e que ficava no centro da cidade; esculturas diversas; o chafariz central de 1909; a Biblioteca e o Museu Botânico e, finalmente , a aléia das palmeiras (a primeira delas foi plantada por D. João VI quando da criação do jardim).
Rua Jardim Botânico 1008 - Jardim Botânico
Fone: (21) 2294-9349
Horário de Funcionamento: Parque: diariamente - de 8 às 17 hs.

Ladeira da Misericórdia
Sendo a cidade transferida em 1567 do Morro Cara de Cão para a Colina do Castelo, antes chamado de Morro do Descanso e de São Januário, e no dizer de Frei Vicente de Salvador: "Estando a terra em paz, se estendeu (a cidade) pelo vale ao longo do mar", foi construída a Ladeira da Misericórdia, cujo calçamento data da época do Conde Cunha. A esquerda de quem subia, ficava o Colégio dos Jesuítas que Anchieta e Nóbrega fundaram e onde morreu Nóbrega.
Largo da Misericórdia s/n - Centro

Lampadário Monumental do Arco da Lapa
Foi executado pela Fundição Brasileira de Ferro e Bronze Kobler e Cia., sobre composição escultória de Rodolfo Bernardelli. O lampião foi encomendado por Pereira Passos para a abertura da Avenida Mem de Sá.
Largo da Lapa - Lapa

Largo do Boticário
Sete casas em estilo colonial, lembrando os tempos de D. João VI , uma pracinha com um chafariz, todo o chão coberto com pedras "pé de moleque", o verde das árvores e do jardim, dão ao Largo do Boticário a fisionomia do século XIX . Sua denominação deve-se ao fato de ali ter morado Joaquim Luis da Silva Souto, que foi boticário da família real. Embora construído há apenas 32 anos, sua preservação tem sido uma constante de todas as administraçõe da cidade. A casa de número 20 foi projetada em 1937 por Lucio Costa e Warchavchik. Recanto preferido por antiquários e pintores, tem sido em diversas ocasiões, local próprio de manifestações artísticas e culturais. Como aspectos curiosos destacam-se a casa nº 2, réplica de uma do século XVIII e a casa nº 20 que teria sido a entrada da fazenda do boticário Luís.
Rua Cosme Velho 822 - Cosme Velho

Museu Aeroespacial do Campo dos Afonsos
Criado em 1973, por decreto do Presidente Médici somente foi inaugurado em 18 de outubro de 1976. O museu conta com 16.000 m2 de área coberta, num prédio de dois andares com cinco hangares. No segundo andar, está a sala Ministro Salgado Filho, primeiro titular do Ministério da Aeronáutica, com o mobiliário original do seu gabinete. Estão em exposição cerca de 45 aviões, instrumentos de bordo, coleção de motores e turbinas, armas aéreas, uniformes, documentos de Santos Dumont, fotografias e telas pertencentes à aviação militar. Merecem destaque a hélice que pertenceu ao Graf Zepellin 127, as réplicas do 14 Bis e do Demoiselle de Santos Dumont e um lendário P-40 que pertenceu ao líder da famosa esquadrilha da fumaça. Outras peças relevantes são: um modelo de "Asa Delta"construído por Santos Dumont e o uniforme usado pelo Brigadeiro Eduardo Gomes durante o episódio dos "18 do Forte" em 1922. Além do acervo o museu conta com outras atividades: projeções de filmes históricos, venda de publicações, biblioteca e arquivo histórico para consultas do visitante. OBS.: Visita guiada: somente durante a semana marcando antecipadamente.
Avenida Marechal Fontenelle 2000 - Campo dos Afonsos
Fone: (21) 3357-5212 - 3357-5213
Horário de Funcionamento: 3ª à 6ª: de 9:00 às 15:00 hs / Sab.Dom.Feriados: de 9:30 às 16:00 hs

Museu Botânico do Rio de Janeiro
O museu foi inaugurado em 1991, anexando o antigo Museu Kuhlman criado em 1969, para perpetuar a memória do grande botânico brasileiro, João Geraldo Kuhlman. Atualmente, o museu abriga 20.000 peças entre outros equipamentos, fotografias, curiosidades botânicas, obras de arte e mobiliário. A coleção Kuhlman mostra objetos pessoais, livros e o gabinete de trabalho de seu patrono. Outras exposições permanentes são: - Mata Atlântica - Palma Mater - D. João VI
Rua Jardim Botânico 1008 - Jardim Botânico
Fone: (21) 2239-0781
Horário de Funcionamento: Museu: 3ª a Dom: de 8 às17 hs./Biblioteca: 2ª a 6ª: de 8 às 17 hs.

Museu Carmem Miranda
O Museu Carmem Miranda foi fundado em 1976. O projeto do prédio circular, onde está instalado, é de autoria do arquiteto Affonso Eduardo Reidy. Carmem Miranda (Maria do Carmo Miranda da Cunha) nasceu em Portugal e veio para o Brasil em 1910 aos 10 meses de idade. Seu primeiro sucesso foi a modinha "Pra você gostar de mim" (1930) de Joubert de Carvalho. Em 1931 fez o filme "Banana da Terra", quando apareceu pela primeira vez vestida de baiana cantando "O que é que a baiana tem". Contratada pelo empresário Leo Schubert, realizou nos Estados Unidos 14 filmes. Foi chamada pelos americanos de "Brazilian Bombshell". No Brasil, gravou 281 músicas em 143 discos. Nos Estados Unidos gravou 32 músicas, a maioria em português. O museu foi inaugurado em 5 de agosto de 1976 e o acervo é composto de 1596 peças de seu vestuário, entre elas a saia de veludo colorido usada na sua estréia na Broadway em 1939. O museu possui, também, partituras musicais, roteiros de seus filmes e um completo audiovisual sobre sua vida.
Av. Rui Barbosa, s/n - Flamengo
Fone: (21) 2551-2597
Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª: de11:00 às 17:00 hs/Sab. Dom.: de 13:00 às 17:00 hs.

Museu Casa do Pontal
A Casa do Pontal e Arte Popular está localizada em grande área verde e foi edificada pelo Sr. Jacques Van de Beuque, especialmente para servir como centro de exposição de sua coleção de arte popular, constituída de peças oriundas de vários estados do Brasil. Aproximadamente 20 mil peças compõem o ambiente cenográfico dispostas em cerca de 3500 conjuntos. Obs: Grupos marcados antecipadamente acima de 20 pessoas
Estrada do Pontal 3295 - Recreio dos Bandeirantes
Fone: (21) 2437-6278 - 2539-4914 - Fax: 2226-3540
Horário de Funcionamento: 3ª a dom de 9h às 17h

Museu Chácara do Céu
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
A casa conhecida desde 1876 como "Chácara do Céu" foi herdada por Castro Maya e a construção atual foi projetada em 1957 pelo arquiteto Wladimir Alves de Souza. A arte brasileira está representada no museu por trabalhos de artistas como Guignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Antonio Bandeira, além de um conjunto de obras de Portinari. A coleção de Brasiliana é formada por mapas dos séculos XVII e XVIII, pinturas à óleo, aquarelas, guaches,desenhos e gravuras de viajantes do século XIX, como Rugendas, Chamberlain e Taunay. Com destaque, apresentam-se as 490 aquarelas e 61 desenhos de Jean Baptiste Debret, adquiridos em Paris em 1939 e 1940. A cultura européia está representada por pinturas, desenhos e gravuras de artistas como Matisse, Picasso, Dali, Seurat, Miró e outros.
Rua Murtinho Nobre 93 - Santa Teresa
Fone: (21) 2224-8981 - 2509-1932
Horário de Funcionamento: 2ª a dom (exceto 3ª ): de 12:00 às 17:00 hs.

Museu da República
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Atual sede do Museu da República. Com três pavimentos, linhas neoclássicas e fachadas de mármore, à maneira de um palácio renascentista italiano, foi projetado por Gustav Waeneldt para o primeiro Barão de Nova Friburgo, Antônio Clemente Pinto, que nele morou de 1860 à 1864. Adquirido pelo governo federal em 1896,foi reformado naquele ano e sediou a Presidência da República até 1960. Em 1954 o Presidente Getúlio Vargas suicidou-se no Palácio. Móveis finos, lustres em bronze cristal compõe a decoração das várias salas do palácio, devendo-se destacar, ainda a escadaria do hall de entrada, a clarabóia com vitrais decorados no vão da escada e o assoalho de todas as salas do 2º andar trabalhado em marchetaria.
Rua do Catete 153
Catete
Fone: (21) 2285-6350 - Fax: 2285-6350
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª:de 12 às 17hs/Sab.Dom.Fer:de 14 às 18hs.

Museu de Arte Moderna
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Criado em 1948 ganhou sede própria em 1954 e ocupa hoje uma área de 40.000 m2. O projeto é de autoria do arquiteto Affonso Eduardo Reidy e os jardins de Burle Marx. Em 8 de julho de 1978 90% do seu acervo foi destruído por um incêndio e o Bloco de Exposições só foi reaberto em 1982. Também foram novamente colocados em atividade em 1982, a Biblioteca, o Centro de Documentação e a área de museologia. A Biblioteca guarda cerca de 16.000 volumes; a Cinemateca abriga, entre tantas peças importantes, 23 mil títulos de filmes (a maioria brasileiros) e o acervo de fotografia conta com cerca de 4 mil imagens doadas por seus autores, instituições públicas e a empresa White Martins. O Bloco de Exposições Permanentes dá um merecido destaque à coleção de arte brasileira de Gilberto Chateaubriand.
Av. Infante D. Henrique 85 - Aterro do Flamengo - Centro
Fone: (21) 2262-3221 - 2210-2188 - Fax: 2240-6351
Horário de Funcionamento: 3ª a Dom.: de 12 às 18 hs.

Museu de Astronomia e Ciências Afins
O museu é formado por um grupo de prédios instalados numa imensa área verde e sua arquitetura está relacionada com a observação astronômica. As edificações abrigam, ainda hoje, vários instrumentos para os quais foram concebidas. O acervo do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast) é composto por instrumentos e equipamentos científicos, com destaque para a luneta equatorial do século XIX, o Quarto de Círculo do século XVIII, o Teodolito Repetidor de fabricação francesa e o mareógrafo do século XIX. Por outro lado, o museu possui biblioteca especializada em matéria de história da ciência e da técnica. A origem do Universo, da matéria, da vida e da informação são os temas centrais da exposição permantente:"Quatro cantos da origem". Aí podem ser também observados instrumentos científicos como sextantes,cronômetros, lunetas, teodolitos,relógios de precisão. Nos jardins do MAST encontra-se reproduzido o sistema solar em escala de 1 para 30 bilhões. Valem destaque o laboratório interativo de astronomia e o Parque da Ciência, contendo brinquedos que demonstram os princípios da física e suas relações com a astronomia.
Rua General Bruce 586 - São Cristovão
Fone: (21) 2580-7010 - Fax: 2580-4531
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª de 10h às 17h; sab e dom de 16h às 20h.

Museu do Açude
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
A casa foi adquirida em 1913 e Castro Maya reformou o imóvel dando-lhe o aspecto de residência neocolonial. O Museu do Açude, localizado em plena Floresta da Tijuca, ocupa uma
área de 151.132 m2, expõe peças de mobiliário, escultura e cerâmica oriental, prataria e cristais, arte popular brasileira, além dos painéis de azulejos e da coleção de cerâmica do Porto. As artes decorativas são representadas por um conjunto de mobiliário luso-brasileiro dos séculos XVIII e XIX . Merecem destaque na coleção de azulejaria, os painéis franceses. holandeses, espanhóis e sobretudo, portugueses dos séculos XVII ao XIX.
Estrada do Açude 764 - Alto da Boa Vista
Fone: (21) 2238-0368 - Fax: 3326-5219
Horário de Funcionamento: 5ª à Dom: de 11:00 às 17:00 hs.

Museu do Folclore
O museu foi criado em 1969 e possui o mais rico acervo, de caráter nacional, na área de folclore e cultura popular. Dois casarões que fazem parte do conjunto arquitetônico da Rua do Catete servem de abrigo para uma exposição permanente com cerca de 1200 peças que mostram a diversificação das manifestações da cultura popular, suas várias técnicas e procedências. Atenção especial deve ser dada a galeria de Mestre Vitalino e a de Mostras temporárias.
Rua do Catete 181 - Catete
Fone: (21) 2285-0441 - 2285-0891 - Fax: 2285-2545
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª: de 11:00 às 18:00 hs/Sab.Dom.Fer.: de 15:00 às 18:00 hs.

Museu do Índio
O Museu do Índio, órgão científico-cultural da Fundação Nacional do Índio - Funai, foi criado por Darcy Ribeiro, no Rio de Janeiro, em 1953. É a única instituição oficial no País exclusivamente dedicada às culturas indígenas. Seu objetivo é divulgar uma imagem correta, atualizada e sem preconceitos dessas sociedades junto a variados públicos, despertantdo, assim o interesse pela causa indígena. Realiza, também, estudos e pesquisas para ampliar e aprofundar os conhecimentos sobre esses povos. Em 1978, o Museu do Índio mudou-se de um casarão, no bairro do Maracanã, para o espaço atual em Botafogo: um prédio do século XX, construído por João Rodrigues Teixeiras, empresário da indúdria alimentícia do Rio de Janeiro, para sua residência. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, a construção é exemplar arquitetônico representativo do período de urbanização do bairro. Possui rico acervo relativo à maioria das sociedades indígenas contemporâneas, constituído em 14 mil peças etnográficas; 16 mil publicações nacionais e estrangeiras especializadas em Ednologia e áreas afins na Biblioteca Marechal Rondon, uma das mais completas e especializadas da América do Sul em temática indígena; 50 mil imagens fotográficas em diversos tipos de suporte, com três mil imagens já digitalizadas e armazenadas em CD-Roms; 500 mil documentos textuais de valor histórico sobre os diversos grupos indígenas e sobre a política indígena brasileira do final do século XXIX até nossos dias e cerca de 200 filmes, vídeos e gravacões sonoras. Museu do Índio organiza mostras temporárias de peças e fotos nas 11 salas do prédio, utilizando o acervo guardado em suas reservas técnicas. Existem, ainda, nos jardins da instituição, cinco ambientes: casa Guarani, cozinha e casa xinguana, roça Guarani e troncos do ritual xinguano Kuarup. Ingresso: R$ 1,00
Rua das Palmeiras, 55 - Botafogo
Fone: (21) 2286-8899
Horário de Funcionamento: De terça a sexta, das 10 às 17:30h. Sábado e Domingo, das 13 às 17 horas

Museu do Monumento aos Mortos da 2ª Guerra Mundial
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Com construção iniciada em 24 de junho de 1957, foi inaugurado em 1960. O Monumento Nacional aos Mortos da II Guerra Mundial cobre uma área de 6850 metros quadrados em três planos: O pórtico simboliza dois braços levantados com as mão abertas implorando graças aos céus. No túmulo do Soldado Desconhecido lê-se a seguinte inscrição: "O Brasil ao seu Soldado Desconhecido". O grupo escultório de Alfredo Ceschiatti com 5 metros de altura presta uma homenagem às três Forças Armadas. O Museu tem a forma de um quadrado fechado por painéis de vidro. No seu interior encontram-se um painel em afrêsco do artista Anísio Araújo de Medeiros e um painel eletrônico audiovisual mostrando o roteiro da Força Expedicionária Brasileira (FEB). O acervo do museu conta com vários tipos de material bélico, medalhas, bandeiras, fotografias e peças de vestuário. Possui também uma biblioteca, um arquivo dos mortos e vários filmes sobre a Segunda Guerra Mundial.
Av. Infante Dom Henrique 75 - Glória
Fone: (21) 2240-1333
Horário de Funcionamento: 3ª a Dom.: de 10:00 às 16:00 hs.

Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro
Localizado dentro do Parque da Cidade, na Gávea, entre fontes de água, açude e riacho, antes de se tornar museu, o casarão foi sede da fazenda de café do Marques de São Vicente, sendo que a família Guinle foi a última proprietária particular da casa e de toda a área do Parque da Cidade. O casarão foi adquirido pelo município em 1945, mas o museu só foi instalado em 1948. O acervo composto de aproximadamente 20 mil itens, abriga pinturas, gravuras, fotografias, estátuas, louças e mobiliário. O museu conta a história das grandes transformações urbanas, desde a fundação da Cidade do Rio de Janeiro, no Morro Cara de Cão, em 1565. Entre todas as preciosidades que o museu reúne, encontram-se: O projeto paisagístico da Quinta da Boa Vista feito pelo paisagista francês, Glaziou, o trono de D. João VI, esculturas do Mestre Valentim e gravuras de Debret, além de uma biblioteca de mais de 3 mil volumes sobre a história da cidade.
Estrada de Santa Marinha s/n - Gávea / Parque da Cidade
Fone: (21) 2512-2353 - Fax: 2512-2353
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª de 11h às 17h; sab e dom de 13h às 17h.

Museu Histórico Nacional
O conjunto de prédios que abriga o Museu Histórico Nacional deve ser considerado como uma das mais importantes peças de seu acervo. O Forte de São Tiago ou Forte do Calabouço é um desses prédios. Foi construído em 1567 na base do Morro do Castelo e ficou conhecido por aí ter instalado uma prisão no século XVII. Próximo ao Forte de São Tiago ergueu-se um pequena edificação de três andares para abrigar o conjunto de armas (trem de artilharia, assim chamado na época) trazido de Portugal e usado na defesa da cidade. Foi construída pelo Vice-Rei, Conde de Bobadela, em 1762 e denominada Casa do Trem. Por fim, um novo prédio foi edificado ao lado da Casa do Trem em 1764. Assim, nasceu o Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro com a função de reparar os vários tipos de armas das tropas coloniais. O Museu Histórico Nacional foi criado por decreto presidencial em 2 de agôsto de 1922 com o objetivo de centralizar a guarda dos diversos acervos relativos a história brasileira. A biblioteca do museu possui cerca de 59.000 volumes especializados em história, museologia,artes pláticas, heráldica e genealogia. O arquivo histórico guarda 40.000 documentos relacionados com personalidades da vida pública do país. O acervo museológico abriga cerca de 140.000 objetos, entre eles, as coleções de numismática (moedas e medalhas), filatelia (selos), armaria, indumentária, porcelana e outros. Carruagens, coches, a berlinda que pertenceu a Imperatriz D. Teresa Cristina, assim como a maior coleção de canhões do período colonial, podem ser vistos no Pátio do Canhão. O museu guarda, também, o trono de D. Pedro II, a pena da Princesa Isabel e o malhete maçônico de D. Pedro I.
Praça Marechal Ancora s/n - Centro
Fone: (21) 2240-2092 - 2220-2328
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª feira:10 ãs 17:30 hs./Sab.Dom.Feriados:14:30 ãs 17:30 hs.

Museu Internacional de Arte Naif
O Brasil, junto com a França, a ex - Iugoslávia, o Haiti e a Itália, é um dos maiores centros de arte naif do mundo. A idéia de se criar no Rio de Janeiro este museu, partiu de Luciano Finkelstein, colecionador há mais de 40 anos de obras ingênuas ou primitivas como são chamadas no Brasil, as quais registram a história da arte naif desde o século XV aos dias de hoje, O museu está localizado em um belo casarão, que no século passado serviu de atelier ao pintor Visconti. Constam do acervo 8 mil peças de pintores nacionais ( com todos os estados do Brasil representados) e obras de pintores de 130 países, formando uma das mais completas coleções de arte naif do mundo. O MIAN possui a maior tela existente no gênero que mede 4,00 X 7,00 m, retratando a cidade do Rio de Janeiro.
Rua Cosme Velho 561 - Cosme Velho
Fone: (21) 2205-8612 - 2205-8547 - Fax: 2205-8291
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª de 10h às 18h; sab, dom e fer de 12h às 18h.

Museu Nacional / UFRJ
É o mais antigo instituto científico do país, fundado por D. João VI em 6 de junho de 1818 com a denominação inicial de Casa dos Pássaros. Seu rico acervo de zoologia, arqueologia, etnografia, antigüidade clássica e mineralogia, no total de mais de 1 milhão de peças, está reunido na grande mansão instalada no centro da Quinta da Boa Vista.
Quinta da Boa Vista - São Cristovão
Fone: (21) 2568-8262 - Fax: 2254-4320
Horário de Funcionamento: 3ª à Dom.: de 10:00 às 16:00 hs.

Museu Nacional de Belas Artes
Projetado por Morales de Los Rios, o prédio foi construído entre 1906 e 1908. Em estilo eclético, sua fachada principal lembra o Louvre e as laterais, com painéis de mosaicos colorido, o Renascimento Italiano. O acervo do museu teve origem na coleção de quadros que o chefe da missão francesa, Joachim Lebreton, trouxe para o Brasil em 1816. Reunindo, hoje, cerca de 15.000 peças entre pinturas, esculturas, arte sobre papel e mobiliário, o museu possui a maior e melhor coleção de arte brasileira do século XIX. A coleção internacional guarda obras magníficas dos pintores Louis Eugene Boudin, Giovanni Batista Tiepolo, Nicolas Antônio Taunay entre tantos outros.
Av. Rio Branco 199 - Centro
Fone: (21) 2240-0068 - 2240-9869 - Fax: 2262-6067
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª : de 10 às 18 hs./Sab. e Dom.: de 14 às 18 hs.

Palácio Guanabara
Resumo Histórico e Cronológico: Em 1865, é comprada pelo Governo Imperial para servir de residência á Princesa Isabel quando do seu casamento com o Conde d' Eu. Reformada por José Maria Jacinto Rabelo acolhe a Princesa Regente e seu consorte, passando a ser conhecido como Paço Isabel. Em 1888, nele foi assinada a "Lei Áurea" que aboliu totalmente a escravatura. Em 1891, o decreto 447 torna próprio nacional o Paço Isabel que é incorporado á União por emissão de posse, passando a chamar-se Palácio Guanabara. Em 1908, foi totalmente reformado pelo Prefeito do Distrito Federal, Marechal Souza Aguiar, perdendo as características da arquitetura neoclássica e adquirindo a feição atual externa em estilo eclético; tal reforma destinava-se a adaptar o Palácio para servir como residência oficial do Rei de Portugal que viria ao Brasil em viagem oficial. Em 1920, é novamente reformado para receber os reis da Bélgica. Entre 1920 e 1926, é ocupado por vários hóspedes de Estado, entre os quais o então Príncipe de Gales. Em 1926, o Palácio Guanabara torna-se oficialmente a residência dos Presidentes da República. A partir de 1975, após outra reforma, o Palácio vira sede dos Governadores do Estado. No período 1987/90, foi realizada nova reforma interna que teve como filosofia a restauração dos espaços e da dignidade do prédio. comprometidas ao longo das reformas anteriores, bem como a modernização e melhoria de suas instalações, preparando-o para receber os benefícios da informática.
A Arquitetura do Palácio: do Neoclássico ao Eclético Palácio Guanabara, antigo Paço Isabel, na reforma realizada em 1865 pelo arquiteto José Maria Jacinto Rebelo, aluno de Grandjean, recebeu tratamento moderno, isto é, neoclássico. O Palácio manteve essa conformação até 1908 quando, já incorporado ao Patrimônio da União, sofreu radical reforma de feição eclética, projetada pelo Engenheiro General Francisco Marcelino de Souza Aguiar para a recepção, depois frustrada, do Rei D. Carlos de Portugal. Quase todos os edifícios oficiais republicanos até a década de 20 são de gosto eclético, e alguns prédios anteriores foram reformados por arquitetos ecléticos, como os do caso do Palácio Guanabara. O Palácio Guanabara sofreu alterações na sua estrutura interna( 1975-1979). As salas foram quase todas subdivididas para melhor aproveitamento e funcionamento do prédio, perdendo porém suas características arquitetônicas originais. No período de 1987/90, passa por novas obras de reforma, que tiveram como filosofia a restauração de sua dignidade gravemente comprometida nas reformas anteriores que o descaracterizaram. Especial atenção também foi dada á reforma de suas instalações elétricas, hidráulica, sanitária, telefonia e intercomunicação e previsão para a futura informatização. Como pontos marcantes da reforma empreendida no período 1987/90, destaca-se: reforma do Salão Nobre, que recebeu piso de mármore, revestimento das paredes em tecido, nova disposição de lustres, tendo sido substituído o de cristal por outro de bronze idêntico aos dois existentes; restauração de móveis e luminárias de estilo encontrados no Palácio.
R. Pinheiro Machado, s/n - Botafogo
Fone: (21) 2551-4463

Palácio Gustavo Capanema
Edificio Gustavo Capanema, antiga sede do Ministério de Educação e Cultura. Construído entre 1937 e 1943, foi projetado a partir de estudos de Corbusier, por uma comissão de arquitetos, da qual faziam parte Lucio Costa e Oscar Niemayer. É um dos primeiros exemplos de arquitetura moderna no Brasil. Destacam-se o brise-soleil na fachada, os azulejos e painéis de Portinari, as esculturas de Bruno Giorgio e os jardins de Burle Marx.
Rua da Imprensa 16 - Centro

Palácio Imperial
Elias Antonio Lopes foi o responsável pela construção do prédio ocupado pelo Museu Nacional nos terrenos da Quinta da Boa Vista. Com a chegada da corte em 1808, o prédio foi oferecido a família imperial tornando-se a residência oficial dos monarcas brasileiros. Esta residência foi construída nos terrenos da antiga fazenda de São Cristovão. O prédio apresenta estilo neo-clássico e seus jardins foram projetados em 1869 por Augusto Francisco Glaziou, diretor de parques e jardins da Casa Imperial. Para a proteção do parque foram colocadas grades de ferro e um portão de terracota doado pelo Conde de Notumberland e instalado em 1816 pelo arquiteto inglês John Johnston. O portão acabou ficando fora da área do parque e possivelmente a maioria das pessoas ignora seu valor artístico e histórico.
Quinta da Boa Vista - São Cristovão
Fone: (21) 2568-8262 - Fax: 2254-4320
Horário de Funcionamento: 3ª à Dom. : de 10:00 às 16:00 hs.

Palácio Laranjeiras
Resumo Histórico e Cronológico: Originalmente propriedade do Conde Sebastião Pinho na Rua Carvalho de Sá n.º. 106, hoje Gago Coutinho, no bairro de Laranjeiras, foi adquirida pelo Dr. Eduardo Guinle para nela ser construída sua residência. Entre 1909 e 1912 sob projeto e orientação do arquiteto Armando Carlos da Silva Telles, foram executadas as obras de construção do então denominado Palacete Eduardo Guinle. No final do ano de 1946, cinco anos após a morte do seu proprietário, o Palacete passa ao domínio da União. O Governo Federal destina então o Palácio Laranjeiras, denominação que recebe ao ser transferido para a União, a residência de Chefes de Estado e hóspedes ilustres quando em visita oficial ao Brasil. Inicia-se deste modo nova utilização do Palácio, quando recebeu e hospedou várias personalidades. Em 1956, inicia-se nova utilização do Palácio que passa a ser a residência oficial dos Presidentes da República. Em 1969 é a sede do Governo Federal sob a Junta Militar que governou o Brasil entre 31/08/69 e 14/10/69. Em 1974, com a fusão dos antigos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, o Palácio é cedido ao novo Estado do Rio de Janeiro para servir de residência oficial de seus Governadores. Durante o Governo Chagas Freitas, e sob a orientação da Sra. Zoé Noronha Chagas Freitas, é realizada grande obra de restauração do Palácio que lhe devolveu o esplendor que hoje ostenta e que havia sido empanado em obras anteriormente executadas.
A Arquitetura do Palácio e seu Acervo Artístico: As plantas do Palácio se organizavam em três corpos de construção, cada um deles destinados a uma função diferente: o corpo central abriga a parte social ou de cerimônia e, das duas alas, uma abriga a parte residencial e a outra, a parte de serviço. As plantas são, assim, de extrema clareza e legibilidade, a despeito do barroquismo do exterior. Dão , diríamos, uma nota de modernidade ao Palácio, dentro de seu ecletismo estético. O tratamento externo e as decorações internas evocam os estilos franceses do passado, enquanto as plantas divergem desse mesmo passado por uma funcionalidade adaptada não só ás noções de conforto do novo século, como algo de "brasileiro" também.
Gago Coutinho, s/n - Laranjeiras
Fone: (21) 2551-4463

Palácio Pedro Ernesto
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
O Palácio Pedro Ernesto é a sede da Câmara Municipal. O projeto do prédio é de autoria de Heitor de Mello, executado pelo arquiteto Archimedes Memória. Construído em uma área pertencente ao antigo Convento da Ajuda, foi inaugurado em 23 de julho de 1923. Abriga em seu interior inúmeras obras de valor cultural de artistas importantes da época: Lucilio de Albuquerque, Helius Seelinger, Décio Vilares, irmãos Carlos e Rodolfo Amoedo, Carlos Oswald, Eliseu Visconti e outros. Por conta de necessidades funcionais, foi contruído um anexo em 1945 com projeto dos arquitetos Geraldo Camara e Samuel de Aratanha. Este anexo foi chamado de "Edifício Eurico Gaspar Dutra" e inaugurado em 24 de novembro de 1953.
Praça Floriano s/n - Centro
Fone: (21) 2277-4141
Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª de 9h às 13h; 2ª de 9h às 18h.

Paróquia de Nª Sª do Carmo da Antiga Sé
Construída em 1761, foi sucessivamente, Capela Real, Capela Imperial e Catedral Metropolitana até a década de 1970 quando foi inaugurada a nova catedral na Avenida Chile. No interior possui talha rococó. O exterior foi alterado diversas vezes. O tombamento inclui, ainda, o arco e o oratório de Nossa Senhora da Boa Esperança, o Hospital da Ordem, atual Museu de Arte Sacra e os imóveis situados na Rua do Carmo, 46,48,50,52 e 54.
Rua Primeiro de Março s/n - Centro
Fone: (21) 2242-7766 - 2242-0830
Horário de Visitação: 2ª a 6ª de 8h às 18h.

Parque Henrique Lage
A antiga chácara que hoje é ocupada pelo Parque Lage, e onde se instalou uma escola de artes visuais, foi propriedade da família Rodrigo de Freitas Mello e Castro. Para projetar seus jardins, foi contratado em 1840 o paisagista inglês, John Tyndale e em 1859 a propriedade foi adquirida pelo comendador Antônio Martins Lage.. Seus herdeiros a venderam em l9l9, mas em seguida foi comprada por Henrique Lage , outro membro da família. Em 1957 foi tombada pelo Patrimônio Histórico. O Parque Lage ocupa uma área total de 52,26 hectares. A casa, em estilo eclético, foi construída em 1920 e é toda revestida em cantaria. Internamente, destacam-se o teatro, a biblioteca e os aposentos que pertenceram a grande cantora lírica Gabriela Bezanzoni Lage, casada com Henrique Lage. Os jardins merecem destaque e lá, entre outras variedades, encontra-se um exemplar de cipreste que é o maior do estado e que é também conhecido como árvore do luto. Alamedas de palmeiras imperiais dão acesso a casa principal. Obs: A escola de artes visuais funciona de 2ª à Sab.- de 9:00 às 20:00 Hs.
Rua Jardim Botânico 414 - Jardim Botânico
Fone: (21) 2226-1879
Horário de Funcionamento: Parque - Diariamente: 8:00 às 17:00 hs.

Passeio Público
O Passeio Público data de 1788 e foi construído na área antes denominada de Boqueirão da Ajuda. Em 1835, o jardim foi cercado com grades de ferro e as varandas e os pavilhões foram reformados. Em 1861, por determinação de D. Pedro II, o paisagista francês Augusto Glaziou foi contratado para reformá-lo novamente. Destacam-se: o Chafariz dos Jacarés, os obeliscos e o portão de autoria de Mestre Valentim, todos remanescentes da época de construção do jardim. O Chafariz dos Jacarés, em forma de cascata sobre bacia ampla de cantaria, apresenta, ainda, duas esculturas de jacarés de bronze, que foram fundidos na antiga casa do trem, segundo risco de Valentim. As armas do Vice-Rei, assim como um busto de Diana, também de mármore, foram aí colocados mais tarde, pelo Vice-Rei, Conde dos Arcos. As outras figuras que existiram neste chafariz, como o coqueiro e as pequenas aves, desapareceram com o tempo.
Passeio Público - Centro/Cinelândia

Quinta da