Brasil -> RJ -> Região : 15 - Serrana -> Cidade : Petrópolis

 

A Sede
A cidade cresceu em torno do palácio, auxiliada pela criação de uma colônia de agricultores alemães.O clima fresco, a altitude ideal para passeios, e a instalação da família Imperial na cidade, durante uma boa parte do ano, fizeram com que grande parte da nobreza construísse também suas residências de verão em Petrópolis.
As construções européias, a influência alemã, a vida da corte transplantada para as montanhas, no meio dessa linda floresta, compuseram um cenário de inegável atração para o viajante de hoje.
Recentemente houve um grande desenvolvimento na Região de Itaipava com a construção de Shoppings Centers, restaurantes da mais alta categoria e lindas e sofisticadas pousadas. A vocação para o turismo, sempre existente, e a do comércio iniciada há muitos anos com suas indústrias têxteis e malharias da Rua Teresa, foi revitalizada e reforçada.Muitas opções se oferecem ao turista. Hoje ainda se faz o passeio de charrete pelo centro histórico, ou uma à visita a casa de Santos Dumont. Se passeia em suas espaçosas avenidas até o pelo Palácio de Cristal. Ou se passa um fim-de-semana na serra no luxo de uma pousada requintada sonhando com a próxima refeição e com compras nos seus variados shoppings.E no alto da serra a beleza da natureza, suas flores e a linda vista continuam a exercer o mesmo encanto sobre o seu visitante.
Na serra, não se esqueceram nem das opções noturna. Itaipava é o lugar ideal com inúmeros bares e boites.

Os Distritos
Os arredores de Petrópolis se compõe dos distritos de Corrêas, Itaipava, Cascatinha e Araras, entre outros. Da original Fazenda do Padre Correias surgiram pequenas vilazinhas ao seu redor, que foram se transformando em pequenas localidades.
Sua beleza bucólica e seu clima refrescante começaram por atrair visitantes que aí construíram suas casas de veraneio. Recentemente shoppings, pousadas e, principalmente, bons restaurantes tiveram um extraordinário desenvolvimento.
Atualmente os arredores de Petrópolis passaram a ser sinônimo de sofisticação gastronômica e de hotelaria requintada.

Turismo Ecológico
Petrópolis conta com muitas belezas naturais e não poderia deixar de ter também uma forte vocação para o turismo ecológico. Caminhar pelas em meio à Mata Atlântica, passear de "mountain bike", curtir cavalgadas ecológicas, descer de rapel nas cachoeiras, passear de jeep pelas trilhas da região, são apenas algumas das surpresas que esperam pelos visitantes mais animados
O Parque Cremerie é ideal para se deitar na grama, andar de pedalinho, fazer pic-nic. Já o Parque Municipal de Itaipava é dotado de quadras de esporte e 1.325m de pista para você caminhar ou andar de bicicleta. Além do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, um lugar para você desfrutar da hospitalidade da Mãe Natureza.

Avenida Koeler
Lugar privilegiado para se perceber os princípios urbanísticos do Plano Koeler, a antiga Rua D. Afonso forma o mais belo conjunto paisagístico de Petrópolis. Suas nobres construções da segunda metade do século XIX e início do século XX, cercadas por amplos jardins, situam-se em frente ao canal do Rio Quitandinha, aqui margeado por canteiros floridos e árvores frondosas.
Av. Koeler - Centro

Casa Barão de Mauá
Atravessando a ponte sobre o Rio Piabanha na esquina da Avenida Piabanha com a Avenida Barão do Rio Branco. O elegante palacete, cercado de jardins, é um exemplo representativo da arquitetura neoclássica em Petrópolis. Pertenceu a Irineo Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá, poderoso homem de negócios do Século XIX. Desta casa, pode-se observar a bela Avenida Piabanha, que ainda conserva as principais características do plano de Koeler.
Praça da Confluência - Centro
Fone: (24) 2242-3561
Horário de Funcionamento: Ter à Sex das 9h às 17h - Entrada franca

Casa de Cláudio de Souza
A fachada é uma réplica do Castelo de Loire. Hoje, depois da transferência do acervo musical para a Biblioteca Nacional, a casa transformou-se no Silogeu Petropolitano, que abriga praticamente todas as entidades culturais da cidade.
Praça Liberdade - Centro

Casa de Rui Barbosa
Ali residiu e faleceu Rui Barbosa, primeiro Ministro da Fazenda da República. De projeção internacional, foi um dos nossos maiores estadistas. Representou o Brasil na Conferência da Haia e pelo seu notável desempenho ficou conhecido como "Águia de Haia". Ali foram escritas muitas de suas obras, entre elas "Orações dos Moços" e "Introdução ao Código Civil". Hoje residência particular.
Av. Ipiranga, 405 - Centro

Casa do Barão do Catete
Construída em 1872 com apenas um andar em estilo neoclássico. Mais tarde, quando Cândido Gaffree adquiriu o imóvel em 1903, passou a ter mais um andar como está hoje. Pertenceu ainda a Eduardo Guinle, que a comprou em 1907 presenteando à sua filha Heloísa. Foi sede de três colégios, um deles o Colégio Paixão que introduziu o futebol no Brasil. Os vidros da janelas em cristal "bisauté" são trabalhados à mão. Hoje o prédio pertence à Prefeitura Municipal de Petrópolis e é denominado Palácio Koeler.
Av. Dr. Koeler, 260 - Centro
Fone: (24) 2231-2121

Casa do Barão do Rio Branco
Em 17 de Novembro de 1903, serviu de local para assinatura do "Tratado de Petrópolis", que anexou as terras do hoje Estado do Acre ao Brasil. Atualmente sede da Secretaria de Habitação.
Av. Barão do Rio Branco, 279 - Centro

Casarão do Visconde de Ubá
Localiza-se no início das Ruas Benjamin Constant com Silva Jardim. O casarão construído no último quartel do século XIX, pertenceu a José Ribeiro de Alencar, o Visconde de Ubá. Apesar de ter sofrido modificações internas, conserva os traços arquitetônicos neoclássicos, na fachada do primeiro andar: janelas simetricamente distribuídas entre pilastras jônicas e porta central em destaque, precedida por uma escadaria de duas rampas. O segundo andar foi construído posteriormente, na década de 1920. A presença do Visconde de Ubá em Petrópolis, um dos mais poderosos membros da aristocracia do café do Vale do Paraíba, demonstra a importância política que a cidade assumia, naquele período, com a presença da Família Imperial durante o verão. Atualmente, funcionam no prédio algumas dependências da Universidade Católica de Petrópolis. Atrás do casarão, no imponente prédio construído em 1905, dentro do estilo eclético, funcionava até 1968 o Colégio Sion de Petrópolis. A convite da Condessa Monteiro de Barros, as irmãs da Congregação de Notre Dame de Sion chegaram ao Rio de Janeiro em 1888. Atualmente o prédio pertence à Universidade Católica de Petrópolis.
Rua Benjamin Constant, 213 - Centro

Catedral de São Pedro de Alcântara
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
No loteamento das terras das antigas fazendas do Córrego Seco e Quitandinha que vieram constituir a cidade de Petrópolis, planejada pelo Major Julio Frederico Koeler, ficou reservado, um terreno para a construção de uma igreja. Reservou Koeler para aquele fim uma extensa área triangular ocupando toda a rua Dona Maria II, começo da Av. Ipiranga e Rua Raul de Leoni. Foi construída provisoriamente a Igreja Matriz, em terreno fronteiro ao Palácio Imperial. É provável que D. Pedro II, cogitasse logo da construção da Catedral, pois existia na Biblioteca Nacional uma gravura de projeto em estilo romano. Entretanto este projeto foi posto de lado e só em 1882 o Presidente da Província, Bernardo Gavião Peixoto, viria a cuidar da construção da Catedral em estilo gótico. Em 1884 começa a construção da Igreja, concluída em 1939. Ao centro da entrada da Catedral sob a torre de 70m se desenha a rosácea gótica. Ali e acima as estátuas dos quatro evangelistas São João, São Lucas, São Marcos e São Mateus. Abaixo entre os feixes de colunas que se encontram em ogivas, é a entrada do templo. A torre também abriga uma cela campanária com 5 sinos de bronze ( 9 toneladas ) fundidos em Passau, na Alemanha. Na luneta a cena do calvário, escultura policroma, fundida do cimento. As duas folhas da porta, metalizadas, foram talhadas em jaberana, madeira de procedência russa e de grande durabilidade, na escola de aprendizes em São Paulo desenho de Glass Veiga. No templo à direita está a Capela Imperial com o mausoléu contendo os restos mortais de D. Pedro II e Dona Teresa Cristina. As imagens dos imperadores foram esculpidas em mármore de carrara por Jean Magrou e os painéis laterais foram decorados pelo escultor Leão Veloso. Os jazigos laterais, colocados em 1971 com estátuas da Princesa Isabel e do Conde D’Eu foram também esculpidos em mármore de carrara por Humberto Cozzo. O altar gótico, que contém as relíquias de São Magno, Santa Aurélia a Santa Theda trazidas de Roma pelo cardeal D. Sebastião Leme, em mármore campo-pérola com aplicações em ónix de São Luis. A cruz é de granito preto da tijuca. Os vitrais são do artista Carlos Alberto e foram doados pela Baronesa de Muritiba (que era amiga e conselheira da Princesa Isabel) contém poemas escritos por D. Pedro II no seu exílio. O poema principal está no "vitraux" central. Todo o mobiliário do templo é de época, trabalhado a mão em jacarandá. Em frente a capela Imperial encontra-se o batistério. A simples pia batismal é proveniente da antiga Igreja Matriz ( 1848 ). O padroeiro escolhido para a nova Igreja foi São Pedro de Alcântara, venerado como protetor da monarquia e que fora instituído por D. Pedro I, patrono oficial do Império Brasileiro. Sua festa é celebrada no dia 19 de Outubro.
Rua São Pedro de Alcântara, 60 - Centro
Fone: (24) 2242-4300
Horário de Funcionamento: Diariamente das 9h às 12h e das 14h às 18h.

Correios e Telégrafos
Funciona em prédio construído em terreno doado pela Princesa Isabel, com a condição de se colocar no saguão um busto de seu pai, o Imperador D. Pedro II. A construção em estilo neoclássico teve suas obras iniciadas em 1922 e seu término em 1925 no governo de Epitácio Pessoa. A primeira agência de correios foi instalada na cidade, em 8 de outubro de 1848, na residência do Comendador Antônio José Correia Lima, à Rua da Imperatriz. Os serviços foram iniciados oficialmente em 9/11/1848, passando por diversos edifícios, quando finalmente e definitivamente foi transferido para o atual prédio.
Rua do Imperador, 350 - Centro
Fone: (24) 2243-2206
Horário de Funcionamento: Seg à Sex das 8h às 17h, Sáb das 8h às 12h - Entrada franca

Fábrica São Pedro de Alcantra
Fundada em 1875 na altura do Quarteirão Renânia, sendo um dos seus fundadores, o Sr. Frederico Guilherme Lindscherd, tendo na época como sua principal atividade a fabricação de tecidos, atualmente desativada.
Rua Washington Luiz, 146 - Centro

Forum de Petrópolis
Inaugurado em 31 de dezembro de 1894, pode ser considerado um dos mais belos do território fluminense. Construído na época em que Petrópolis era a capital do Estado. O prédio está restrito a visitação somente na parte que corresponde ao atendimento público.
Rua do Imperador, 971 - Centro
Fone: (24) 2231-2820

Igreja do Sagrado Coração de Jesus
Foi inaugurada em 1874 sob os cuidados do Padre Teodoro Esch e sua construção está ligada à presença de alemães. Foram eles que à fizeram para seu lugar de cultos e reuniões. A Igreja do Sagrado Coração de Jesus passou a partir daí a fazer parte da história Franciscana e da história pastoral de Petrópolis.
Rua Montecaseros, 95 - Centro
Fone: (24) 2242-6915
Horário de Funcionamento: Horário das Missas

Igreja Evangélica Luterana
Mais antigo templo religioso da cidade, teve sua pedra fundamental lançada em 1862, tendo como idealizador o Pastor George Gottlob Stroele, que conseguiu erguê-lo com a boa vontade e a colaboração dos colonos alemães. Do templo antigo só resta a nave principal, já que em 1895 foram iniciadas novas obras de construção da torre.
Av. Ipiranga, 346 - Centro
Horário de Visitação: Horário dos Cultos

Museu Casa do Colono
Localizada no Quarteirão Castelânea, que evoca a cidade de Kastellaum na região alemã de Hunruck, local de origens de várias famílias que para cá emigraram e colonizaram Petrópolis. Está construída em terras aforadas pelo colono Johann Gottlieb Kayser em 1847. Mais tarde os herdeiros pertencentes a família Sutter venderam a casa para a Prefeitura que a transformou em museu. É uma casa simples, com as paredes originais de pau-a-pique. Possui em seu acervo: arcas de exovais, louças, documentos, livros raros escritos em alemão, instrumentos de trabalho, utensílios de cozinha e forno de pão.
Rua Cristovão Colombo, 1034 - Castelânea
Horário de Funcionamento: Ter à Dom das 9h às 13h.

Museu das Armas - Coleção Ferreira da Cunha
Prédio em estilo medieval, construído em pedra e que chama a atenção pelo seu ar misterioso. Seu acervo reúne centenas de peças. Destacam-se baionetas, armas de fogo, coberturas militares e também armas indígenas. Possui também biblioteca especializada sobre a armaria e assuntos militares.
Rodovia BR-040, km 40 - Quitandinha
Fone: (24) 2243-3119
Horário de Visitação: Marcar

Museu Imperial
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Acha-se instalado no antigo Palácio Imperial, morada predileta de Dom Pedro II. Foi construído com recursos particulares do Imperador que herdou as terras compradas por seu pai D. Pedro I. O prédio em estilo neoclássico é composto por um corpo central de dois pavimentos, com um terraço sobre os pórticos e duas alas; chamam a atenção, as armas do Império do Brasil colocadas na fachada central. Na parte interna destaca-se a decoração dos estuques dos tetos das dependências principais, como a sala de música, jantar, de visitas da Imperatriz, de Estado e quarto de dormir de sua Majestades. Foi solidamente construído com largas paredes de pedra e madeiras preciosas de várias regiões do país, procedentes das províncias. O seu parque foi planejado pelo botânico Jean Baptist Binot, que mereceu a orientação pessoal de D. Pedro II. Até hoje conserva suas linhas paisagísticas primitivas, os canteiros e a própria disposição das espécies vegetais. Estatuetas gregas, repuxos e fontes enfeitam o parque. O museu, inestimável acervo de objetos, peças, documentação gráfica, iconográfia e sua coleção de obras raras e também biblioteca especializada, são do maior interesse para conhecimento do Brasil do século XIX. Ingressos: Terça à Sexta - R$ 3,00 Sábados, Domingos e feriados - R$ 4,00
Rua da Imperatriz, 220 - Centro
Fone: (24) 2237-8540/ 237-8000
Horário de Funcionamento: Ter à Sáb das 11h às 17h; Dom das 11h às 16:45h

Museu Santos Dumont
Construída no antigo Morro do Encanto, foi planejada e construída por Santos Dumont, para servir de residência de verão. Devido a sua localização foi carinhosamente apelidada pelo Pai da Aviação de "A Encantada". O prédio, um chalé do tipo francês alpino, consta de três pavimentos, sendo que o primeiro era uma pequena oficina, o segundo servia de sala de jantar e por último, o escritório, quarto de dormir e banheiro. Sua casa não tinha cozinha, todas as refeições vinham do Palace Hotel atual Universidade Católica de Petrópolis. Santos Dumont fez inserir não só na construção, como também nos utensílios de uso diário e mobiliário, algumas nuanças de seu gênio inventivo que o celebrizou a podemos citar como exemplo dos mais curiosos, um chuveiro com aquecimento a álcool. Do lado de fora existe um mirante que servia de observatório astronômico. Chama a atenção do visitante, a escada recortada em forma de "raquete", o que obriga o visitante a subi-la sempre com o pé direito.
Rua do Encanto, 22 - Centro
Fone: (24) 2231-3011
Horário de Funcionamento: Ter à Dom das 9h às 17h.

Palácio Amarelo
Construção de 1850,com a decoração da Sala de Sessões considerada como das mais belas jóias nacionais do gênero. Serviu de residência do Conselheiro Carlos Mayrink e do Barão de Guaraciaba. Em 1894 foi adquirido pela municipalidade, sofrendo reforma geral para a adaptação aos novos fins. Atualmente funciona como sede da Câmara Municipal de Petrópolis.
Praça Visconde de Mauá - Centro

Palácio da Princesa Isabel
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Residência oficial da Princesa Isabel e do Conde D’Eu até a proclamação, foi construído pelo seu primeiro proprietário Barão de Pilar em 1853, e em 1874 alugado ao Conde D’Eu que em 1876 o adquiriu para moradia. Nele nasceram os dois primeiros filhos da Princesa Isabel; e lá se encontrava D. Pedro II quando tomou conhecimento do movimento militar que instituiu a República. Depois de 15 de Novembro de 1889 passou a ser ocupado pelas Legações Diplomáticas da França, do Chile, da Bolívia, da Alemanha, do Estados Unidos e pela Nunciatura Apostólica. Posteriormente, abrigou estabelecimentos de ensino: Ginásio Accioli, Liceu Fluminense e Colégio São José. Sua construção é de puro estilo neoclássico. Tombado pelo IPHAN, juntamente com todo o conjunto urbanístico da Av. Koeler, totalizando trinta e um prédios. Atualmente é sede da Companhia Imobiliária de Petrópolis e a Portobello Móveis, pertence aos descendentes da Família Imperial.
Av. Koeler, 42 - Centro
Fone: (24) 2243-4335
Horário de Funcionamento: Ter à Dom das 10h às 18h

Palácio de Cristal
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Localizado no antigo Campo da Confluência ou Praça Koblenz, foi construído nas oficinas da Sociedade Anônima de Saint-Sauver-Les -Arras, na França, em 1879, para a Associação Hortícula de Petrópolis, da qual era presidente o Conde D’Eu, marido da Princesa Isabel, destinado a servir de local para exposições e festas. Foi inaugurado em 1884. A sua mais bela festa foi realizada no domingo de Páscoa de 1888, na qual a Princesa Isabel entregou as cartas de alforria a escravos a maioria indenizando seus senhores com notável campanha desenvolvida na cidade. Em 1967 o Palácio de Cristal foi tombado pelo IPHAN, integrando o conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Confluência, passando a ser utilizado para exposições e concertos. Conhece-se com esse nome não apenas o pavilhão, produto da Revolução Industrial que acontecia na Europa, como o próprio local, totalmente ajardinado e com repuxos. A construção - réplica do Crystal Palace de Londres, construído para a exposição comemorativa dos 100 anos da Revolução Industrial em 1851 - foi usada como cassino, corpo de bombeiros e até como albergue de desabrigados dos temporais de Petrópolis. os cristais bisoté, importados da Bélgica, foram despedaçados por uma chuva de granizo em 1899 e nunca mais repostos. Outros materiais originais, como a chapa de cobertura e o revestimento do piso, também foram substituídos. Apesar das reformas mal-feitas, sua estrutura não foi comprometida e o prédio é um dos dois únicos do mundo no seu estilo - o outro fica em Madri ( o Crystal Palace foi destruído por um incêndio). Entrada franca.
Rua Alfredo Pachá - Centro
Horário de Funcionamento: Ter à Dom das 9h às 17h.

Palácio Grão Pará
Localiza-se nos fundos do Palácio Imperial .Ligada no passado, ao conjunto do Palácio Imperial, a antiga casa dos semanários ( prédio abrigava os camareiros que se revezavam semanalmente nos serviços à Família Imperial) foi construída entre 1859 e 1861 em estilo neoclássico, possuindo dois andares decorados com frisos horizontais. Com a Proclamação da República, teve variadas utilizações, até que, após a revogação do banimento da Família Imperial, em 1920, o Príncipe do Grão Pará, primogênito da Princesa Isabel, passou a residir no local. Atualmente o prédio é de propriedade de seus descendentes que nele habitam.
Rua Dr. Epitácio Pessoa, 130 - Centro
Não é aberto à visitação.

Palácio Itaboraí
Construção neoclássica antiga residência de verão dos Governadores do Estado do Rio. Atualmente é a sede do CREC- Centro Regional de Educação e Cultura.
Rua Visconde Itaboraí, 188 - Valparaíso

Palácio Quitandinha
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Teatro mecanizado com capacidade para 2.000 pessoas . Salão Marconi : capacidade para 4.000 pessoas
Av. Estados Unidos, 02 - Quitandinha
Fone: (24) 2237-1012
Horário de Funcionamento: Diariamente das 9h às 17h - Ingressos: R$ 2,00







Palácio Rio Negro
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Construído em 1880 pelo Barão do Rio Negro, Manuel Gomes de Carvalho, passou em 1894 a ser sede do governo do Estado do Rio de Janeiro, ocasião em que Petrópolis passou a ser capital do Estado. Em 1903, foi adquirido pelo Governo Federal e serviu de residência de verão para vários presidentes do Brasil. Foi no governo de Hermes da Fonseca que o palácio viveu talvez seus momentos mais brilhantes, com a realização do casamento em 8 de dezembro de 1914, do Marechal Hermes com a jovem Nair de Teffé então célebre não só por sua beleza, como por sua inteligência pois notabilizou-se por suas mordazes charges, que publicava na imprensa sob o pseudônimo de Rian. Getúlio Vargas, por sua vez foi que marcou o recorde de permanência na cidade: nos 18 anos que esteve a frente do país, passou todos os verões em Petrópolis. O Palácio está reaberto para visitação desde novembro de 1997. Ingressos: R$ 2,00
Av. Koeler, 255 - Centro
Fone: (24) 2231-3011
Horário de Funcionamento: Qua à Dom das 12:30h às 17h

Parque Cremerie
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Em 1875, o francês Jules Buisson, fundou o Cremerie Buisson, uma fábrica de queijos e manteiga cujos produtos tornaram-se rapidamente conhecidos em todo o Brasil pela excelente qualidade. Nessa época, Jules sustentava a tese de que o país podia ser um grande exportador de laticínios, com uma visão voltada para a sociedade de produtores de leite e produtos derivados, o que os franceses chamam "Frutiére", antecipando a necessidade de participação e o cooperativismo entre os produtores. Buisson viveu solicitário num pequeno chalet rodeado pelos seus belos jardins. Mais tarde, o Cremerie foi adquirido pela família Sixel, transformado em hotel e posteriormente em área pública, sendo considerada uma das maiores áreas verdes da cidade. É uma atração turística de lazer com piscinas, para adultos e crianças, play-ground, lago com pedalinhos e ilhas com moinho d'água e pequenas casas,. Estas são ligadas por pontes de madeira à terra firme. Os jardins de Buisson foram remodelados mantidos com a tranqüilidade e ar puro que tanto atraem m o visitante que quer se afastar do burburinho das cidades.
Estrada da Independência, s/n - Cremerie
Fone: (24) 2231-3011
Horário de Funcionamento: Ter à Dom 8h às 18h

Trono de Fátima
Construído em 1947 como local de orações, o local é também um mirante da cidade de Petrópolis.
Colina Quinta do Sol - Centro
Horário de Funcionamento: Diariamente das 7h às 18:30h - Entrada franca

Universidade Católica de Petrópolis
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Foi o hotel de Orleans o segundo maior hotel da cidade, sendo edificado para funcionar como um hotel da época do segundo Império, quando Petrópolis passava por uma fase de transformações urbanísticas. Pessoas nobres e da corte como a preceptora da Princesa Isabel, costumavam se hospedar no hotel. Com a queda do monarquia o hotel fechou em conseqüência da Revolta da Armada, o Estado pediu transferência de sua administração para Petrópolis e instalou no mesmo, o Palácio do Secretariado até 1903. Depois foi inaugurado novamente outro hotel já com o nome de Palace Hotel, onde também funcionou um casino. Foi palco de homenagens ao Rei Alberto da Bélgica juntamente com o Presidente do Brasil, Epitácio Pessoa. Hospedou-se no hotel, Alberto Santos Dumont enquanto a obra da Encantada era executada. O hotel funcionou até o Sr. Vitório Falcone, então proprietário falecer e os herdeiros venderam o prédio às Faculdades Católicas de Petrópolis em 31 de Dezembro de 1956.
Rua Barão do Amazonas, 124 - Centro
Fone: (24) 2243-7112
Horário de Funcionamento: Seg à Sex das 8h às 22h.

Açu / Castelo do Açu
Parque Nacional da Serra do Órgãos. Divisa entre os municípios de Petrópolis / Magé / Teresópolis - 23 Km do Centro. Com 2.226m de altitude, possuindo uma trilha de acesso com boas condições de percurso. Existem abrigos fechados nas próprias rochas ali localizadas. Em seu cume há água potável e a caminhada é classificada como pesada pelo Centro Excursionista Petropolitano. Vegetação composta por mata densa e trechos com espécies de gramíneas como o capim gordura e o capim bambu. Excelente local para apreciação da paisagem da Serra dos Órgãos.
Horário de Funcionamento: Permanente.

Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Municípios de Petrópolis, Magé, Guapimirim e Teresópolis. Criado em 15 de Novembro de 1939, pelo decreto nº 1822, ocupa uma área de 10.000 hectares entre as terras de Petrópolis, Magé, Guapimirim e Teresópolis. Neste último esta localizada a sede administrativa e as principais dependências. Com áreas de terreno profundamente acidentados, com picos, escarpas íngremes, encostas nuas ou, às vezes, com luxuriante vegetação, possui ainda diversificado sistema de drenagem, com inúmeros rios que nascem nas montanhas e formam cachoeiras e corredeiras. A flora da região constitui-se numa atração, destacando-se entre muitas as espécies de canelas, quaresmas, ingás, timbós, cedros, etc. A fauna está representada pela diversidade de espécies encontradas, desde insetos e aves, como jacus, mutuns, sabiás, beija-flores, até animais de maior porte, como porco-do-mato, veado, paca, macaco, etc. A rodovia BR-495, Petrópolis / Teresópolis, na altura de Itaipava, é um excelente percurso para se apreciar a beleza da Serra dos Órgãos.
Horário de Funcionamento: Permanente.

Pico Alcobaça
Fazenda do Bonfim, Corrêas - Cascatinha - 20 Km do Centro. Com 1.890m de altitude, com dificuldade de acesso, feita por uma trilha fechada. Presença de água potável. Só é muito procurada pelos adeptos do montanhismo e é classificada como caminhada semi - pesada pelo Centro Excursionista Petropolitano. Vegetação composta principalmente de arbustos e samambaias. Vista panorâmica da cidade de Petrópolis.

Casa da Antiga Fazenda Samambaia
Origina-se a Fazenda Samambaia da extensa sesmaria concedida ao Capitão Francisco Muniz Albuquerque em 1741. Seu traçado primitivo sofreu algumas reformas, sendo conservada entretanto sua fisionomia externa. Tombada em 1951 pelo IPHAN - Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a casa da Fazenda Samambaia é hoje residência particular.
Estrada da Samambaia - Cascatinha

Casa da Fazenda Santo Antônio
O casarão da Fazenda datado da segunda metade do século XVIII é um dos mais antigos da região . A construção de "pau-a-pique", possui no segundo andar onde originariamente era a residência do fazendeiro, uma ampla varanda na fachada principal. A fazenda teve origem em 1711 com uma doação de uma sesmaria pelo rei de Portugal D. José à Antônio Silveira Goulart. A primeira atividade econômica foi a criação de mulas com o objetivo de atender ao movimento das tropas que passavam para Minas Gerais. Um dos proprietários da fazenda, era o Barão de Mauá.
Est. Dr. Philúvio Cerqueira Rodrigues, km 07 - Itaipava

Casa do Padre Correia
Presumivelmente construída na metade do século XVIII. Suas terras foram doadas, por cartas de sesmaria, em janeiro de 1720, com a condição de que ali fosse construída uma capela para a celebração das missas de domingo, além de estipular à obrigatoriedade de se dar pousada aos vices-reis e governadores que ali passassem. D. Pedro I apreciava hospedar-se nesta fazenda para descanso em suas viagens a Minas Gerais; numa dessas viagens decidiu comprar a fazenda do Córrego Seco, futura Petrópolis. A fazenda também era famosa por suas plantações de milho e plantas européias como: pêssego, cereja, figos, uvas e maçãs.
Rua Álvares de Azevedo, 182 - Corrêas

Castelo de Itaipava
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
É famoso por ser uma reprodução de castelo renascentista. O hall com as escadarias e o teto de jacarandá é finamente trabalhado, vitrais com as armas da família Vasconcellos, biblioteca com estantes esculpidas em relevo guarda livros raríssimos e um vastíssimo parque cerca a mansão.
Est. União Indústria - Itaipava
Não é aberto à visitação.




Cia Petropolitana
A Companhia Petropolitana, de Cascatinha, apresenta, arquitetônicamente, um dos mais completos complexos industriais ainda existentes: o edifício central semelhante a um castelo medieval, com estrutura de ferro belga, cercado por edificações menores, onde funcionavam as oficinas de reparo, seção de estoque de material, embalagem, etc . Existe uma pequena ferrovia interna ligando as suas seções. Adiante, na vila operária, sua igreja - em cujo adro ergue-se o coreto e onde ainda hoje se realizam suas festas de barraquinhas. Por seus arquivos, um dos mais completos e um dos mais bem conservados das indústrias de Petrópolis, pode-se reconstruir a estrutura econômica de um estabelecimento fabril da época, bem como a sua importância como origem de uma comunidade em moldes paternalistas, quase feudais. A Diretoria da empresa sentia-se com responsabilidade sobre os operários que, por sua vez, sentiam-se quase como propriedade da companhia, uma vez que toda a família dali recebia seu sustento, pois trabalhavam pai, mãe, tio, filhos, cunhados e crianças, desde os sete ou oito anos de idade, dela fazendo o centro de suas existências. A empresa assumia a responsabilidade por setores como a medicina, a odontologia, a creche para os filhos das empregadas e pelos armazéns que forneciam gêneros de primeira necessidade, principalmente em períodos de crise. Era ainda a Diretoria que providenciava a compra dos terrenos e a construção de casas para a vila operária, observando a conveniência dos locais e as necessidades das famílias. Era em terrenos da Companhia Petropolitana que essas famílias assistiam a missa dominical, na igreja que ajudaram a construir, angariando fundos em festinhas que elas mesmo organizavam. Era ali que gastavam suas horas de lazer, fazendo parte da banda (ainda hoje, uma das melhores de Petrópolis) e frequentando o seu clube. Hoje em dia, a Companhia como indústria, encontra-se desativada.
Est. de Cascatinha, 46 - Cascatinha

Veú da Noiva
Foto: www.turisrio.rj.gov.br
Localizado acima do Poço do Pinheiral, se encontra a queda d’água, de aproximadamente 20m de altura. Tem uma trilha aberta, com longo percurso de caminhada, sendo pouco visitada pelos turistas. Suas águas são frias e a vegetação em torno se apresenta com arbustos e árvores de médio porte.
Fazenda do Bonfim - 22 km do centro
Bairro: Corrêas