|
A Sede
A cidade cresceu em torno do
palácio, auxiliada pela criação de uma colônia de agricultores alemães.O clima
fresco, a altitude ideal para passeios, e a instalação da família Imperial na cidade,
durante uma boa parte do ano, fizeram com que grande parte da nobreza construísse também
suas residências de verão em Petrópolis.
As construções européias, a influência alemã, a vida da corte transplantada para as
montanhas, no meio dessa linda floresta, compuseram um cenário de inegável atração
para o viajante de hoje.
Recentemente houve um grande desenvolvimento na Região de Itaipava com a construção de
Shoppings Centers, restaurantes da mais alta categoria e lindas e sofisticadas pousadas. A
vocação para o turismo, sempre existente, e a do comércio iniciada há muitos anos com
suas indústrias têxteis e malharias da Rua Teresa, foi revitalizada e reforçada.Muitas
opções se oferecem ao turista. Hoje ainda se faz o passeio de charrete pelo centro
histórico, ou uma à visita a casa de Santos Dumont. Se passeia em suas espaçosas
avenidas até o pelo Palácio de Cristal. Ou se passa um fim-de-semana na serra no luxo de
uma pousada requintada sonhando com a próxima refeição e com compras nos seus variados
shoppings.E no alto da serra a beleza da natureza, suas flores e a linda vista continuam a
exercer o mesmo encanto sobre o seu visitante.
Na serra, não se esqueceram nem das opções noturna. Itaipava é o lugar ideal com
inúmeros bares e boites.
Os Distritos
Os arredores de Petrópolis se
compõe dos distritos de Corrêas, Itaipava, Cascatinha e Araras, entre outros. Da
original Fazenda do Padre Correias surgiram pequenas vilazinhas ao seu redor, que foram se
transformando em pequenas localidades.
Sua beleza bucólica e seu clima refrescante começaram por atrair visitantes que aí
construíram suas casas de veraneio. Recentemente shoppings, pousadas e, principalmente,
bons restaurantes tiveram um extraordinário desenvolvimento.
Atualmente os arredores de Petrópolis passaram a ser sinônimo de sofisticação
gastronômica e de hotelaria requintada.
Turismo Ecológico
Petrópolis conta com muitas
belezas naturais e não poderia deixar de ter também uma forte vocação para o turismo
ecológico. Caminhar pelas em meio à Mata Atlântica, passear de "mountain
bike", curtir cavalgadas ecológicas, descer de rapel nas cachoeiras, passear de jeep
pelas trilhas da região, são apenas algumas das surpresas que esperam pelos visitantes
mais animados
O Parque Cremerie é ideal para se deitar na grama, andar de pedalinho, fazer pic-nic. Já
o Parque Municipal de Itaipava é dotado de quadras de esporte e 1.325m de pista para
você caminhar ou andar de bicicleta. Além do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, um
lugar para você desfrutar da hospitalidade da Mãe Natureza.
Avenida Koeler
Lugar privilegiado para se
perceber os princípios urbanísticos do Plano Koeler, a antiga Rua D. Afonso forma o mais
belo conjunto paisagístico de Petrópolis. Suas nobres construções da segunda metade do
século XIX e início do século XX, cercadas por amplos jardins, situam-se em frente ao
canal do Rio Quitandinha, aqui margeado por canteiros floridos e árvores frondosas.
Av. Koeler - Centro
Casa Barão de Mauá
Atravessando a ponte sobre o Rio
Piabanha na esquina da Avenida Piabanha com a Avenida Barão do Rio Branco. O elegante
palacete, cercado de jardins, é um exemplo representativo da arquitetura neoclássica em
Petrópolis. Pertenceu a Irineo Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá, poderoso homem de
negócios do Século XIX. Desta casa, pode-se observar a bela Avenida Piabanha, que ainda
conserva as principais características do plano de Koeler.
Praça da Confluência - Centro
Fone: (24) 2242-3561
Horário de Funcionamento: Ter à Sex das 9h às 17h - Entrada franca
Casa de Cláudio de Souza
A fachada é uma réplica do
Castelo de Loire. Hoje, depois da transferência do acervo musical para a Biblioteca
Nacional, a casa transformou-se no Silogeu Petropolitano, que abriga praticamente todas as
entidades culturais da cidade.
Praça Liberdade - Centro
Casa de Rui Barbosa
Ali residiu e faleceu Rui
Barbosa, primeiro Ministro da Fazenda da República. De projeção internacional, foi um
dos nossos maiores estadistas. Representou o Brasil na Conferência da Haia e pelo seu
notável desempenho ficou conhecido como "Águia de Haia". Ali foram escritas
muitas de suas obras, entre elas "Orações dos Moços" e "Introdução ao
Código Civil". Hoje residência particular.
Av. Ipiranga, 405 - Centro
Casa do Barão do Catete
Construída em 1872 com apenas um
andar em estilo neoclássico. Mais tarde, quando Cândido Gaffree adquiriu o imóvel em
1903, passou a ter mais um andar como está hoje. Pertenceu ainda a Eduardo Guinle, que a
comprou em 1907 presenteando à sua filha Heloísa. Foi sede de três colégios, um deles
o Colégio Paixão que introduziu o futebol no Brasil. Os vidros da janelas em cristal
"bisauté" são trabalhados à mão. Hoje o prédio pertence à Prefeitura
Municipal de Petrópolis e é denominado Palácio Koeler.
Av. Dr. Koeler, 260 - Centro
Fone: (24) 2231-2121
Casa do Barão do Rio Branco
Em 17 de Novembro de 1903, serviu
de local para assinatura do "Tratado de Petrópolis", que anexou as terras do
hoje Estado do Acre ao Brasil. Atualmente sede da Secretaria de Habitação.
Av. Barão do Rio Branco, 279 - Centro
Casarão do Visconde de Ubá
Localiza-se no início das Ruas
Benjamin Constant com Silva Jardim. O casarão construído no último quartel do século
XIX, pertenceu a José Ribeiro de Alencar, o Visconde de Ubá. Apesar de ter sofrido
modificações internas, conserva os traços arquitetônicos neoclássicos, na fachada do
primeiro andar: janelas simetricamente distribuídas entre pilastras jônicas e porta
central em destaque, precedida por uma escadaria de duas rampas. O segundo andar foi
construído posteriormente, na década de 1920. A presença do Visconde de Ubá em
Petrópolis, um dos mais poderosos membros da aristocracia do café do Vale do Paraíba,
demonstra a importância política que a cidade assumia, naquele período, com a presença
da Família Imperial durante o verão. Atualmente, funcionam no prédio algumas
dependências da Universidade Católica de Petrópolis. Atrás do casarão, no imponente
prédio construído em 1905, dentro do estilo eclético, funcionava até 1968 o Colégio
Sion de Petrópolis. A convite da Condessa Monteiro de Barros, as irmãs da Congregação
de Notre Dame de Sion chegaram ao Rio de Janeiro em 1888. Atualmente o prédio pertence à
Universidade Católica de Petrópolis.
Rua Benjamin Constant, 213 - Centro
Catedral de São Pedro de
Alcântara
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
No loteamento das terras das antigas
fazendas do Córrego Seco e Quitandinha que vieram constituir a cidade de Petrópolis,
planejada pelo Major Julio Frederico Koeler, ficou reservado, um terreno para a
construção de uma igreja. Reservou Koeler para aquele fim uma extensa área triangular
ocupando toda a rua Dona Maria II, começo da Av. Ipiranga e Rua Raul de Leoni. Foi
construída provisoriamente a Igreja Matriz, em terreno fronteiro ao Palácio Imperial. É
provável que D. Pedro II, cogitasse logo da construção da Catedral, pois existia na
Biblioteca Nacional uma gravura de projeto em estilo romano. Entretanto este projeto foi
posto de lado e só em 1882 o Presidente da Província, Bernardo Gavião Peixoto, viria a
cuidar da construção da Catedral em estilo gótico. Em 1884 começa a construção da
Igreja, concluída em 1939. Ao centro da entrada da Catedral sob a torre de 70m se desenha
a rosácea gótica. Ali e acima as estátuas dos quatro evangelistas São João, São
Lucas, São Marcos e São Mateus. Abaixo entre os feixes de colunas que se encontram em
ogivas, é a entrada do templo. A torre também abriga uma cela campanária com 5 sinos de
bronze ( 9 toneladas ) fundidos em Passau, na Alemanha. Na luneta a cena do calvário,
escultura policroma, fundida do cimento. As duas folhas da porta, metalizadas, foram
talhadas em jaberana, madeira de procedência russa e de grande durabilidade, na escola de
aprendizes em São Paulo desenho de Glass Veiga. No templo à direita está a Capela
Imperial com o mausoléu contendo os restos mortais de D. Pedro II e Dona Teresa Cristina.
As imagens dos imperadores foram esculpidas em mármore de carrara por Jean Magrou e os
painéis laterais foram decorados pelo escultor Leão Veloso. Os jazigos laterais,
colocados em 1971 com estátuas da Princesa Isabel e do Conde DEu foram também
esculpidos em mármore de carrara por Humberto Cozzo. O altar gótico, que contém as
relíquias de São Magno, Santa Aurélia a Santa Theda trazidas de Roma pelo cardeal D.
Sebastião Leme, em mármore campo-pérola com aplicações em ónix de São Luis. A cruz
é de granito preto da tijuca. Os vitrais são do artista Carlos Alberto e foram doados
pela Baronesa de Muritiba (que era amiga e conselheira da Princesa Isabel) contém poemas
escritos por D. Pedro II no seu exílio. O poema principal está no "vitraux"
central. Todo o mobiliário do templo é de época, trabalhado a mão em jacarandá. Em
frente a capela Imperial encontra-se o batistério. A simples pia batismal é proveniente
da antiga Igreja Matriz ( 1848 ). O padroeiro escolhido para a nova Igreja foi São Pedro
de Alcântara, venerado como protetor da monarquia e que fora instituído por D. Pedro I,
patrono oficial do Império Brasileiro. Sua festa é celebrada no dia 19 de Outubro.
Rua São Pedro de Alcântara, 60 - Centro
Fone: (24) 2242-4300
Horário de Funcionamento: Diariamente das 9h às 12h e das 14h às 18h.
Correios e Telégrafos
Funciona em prédio construído
em terreno doado pela Princesa Isabel, com a condição de se colocar no saguão um busto
de seu pai, o Imperador D. Pedro II. A construção em estilo neoclássico teve suas obras
iniciadas em 1922 e seu término em 1925 no governo de Epitácio Pessoa. A primeira
agência de correios foi instalada na cidade, em 8 de outubro de 1848, na residência do
Comendador Antônio José Correia Lima, à Rua da Imperatriz. Os serviços foram iniciados
oficialmente em 9/11/1848, passando por diversos edifícios, quando finalmente e
definitivamente foi transferido para o atual prédio.
Rua do Imperador, 350 - Centro
Fone: (24) 2243-2206
Horário de Funcionamento: Seg à Sex das 8h às 17h, Sáb das 8h às 12h - Entrada franca
Fábrica São Pedro de Alcantra
Fundada em 1875 na altura do
Quarteirão Renânia, sendo um dos seus fundadores, o Sr. Frederico Guilherme Lindscherd,
tendo na época como sua principal atividade a fabricação de tecidos, atualmente
desativada.
Rua Washington Luiz, 146 - Centro
Forum de Petrópolis
Inaugurado em 31 de dezembro de
1894, pode ser considerado um dos mais belos do território fluminense. Construído na
época em que Petrópolis era a capital do Estado. O prédio está restrito a visitação
somente na parte que corresponde ao atendimento público.
Rua do Imperador, 971 - Centro
Fone: (24) 2231-2820
Igreja do Sagrado Coração de
Jesus
Foi inaugurada em 1874 sob os
cuidados do Padre Teodoro Esch e sua construção está ligada à presença de alemães.
Foram eles que à fizeram para seu lugar de cultos e reuniões. A Igreja do Sagrado
Coração de Jesus passou a partir daí a fazer parte da história Franciscana e da
história pastoral de Petrópolis.
Rua Montecaseros, 95 - Centro
Fone: (24) 2242-6915
Horário de Funcionamento: Horário das Missas
Igreja Evangélica Luterana
Mais antigo templo religioso da
cidade, teve sua pedra fundamental lançada em 1862, tendo como idealizador o Pastor
George Gottlob Stroele, que conseguiu erguê-lo com a boa vontade e a colaboração dos
colonos alemães. Do templo antigo só resta a nave principal, já que em 1895 foram
iniciadas novas obras de construção da torre.
Av. Ipiranga, 346 - Centro
Horário de Visitação: Horário dos Cultos
Museu Casa do Colono
Localizada no Quarteirão
Castelânea, que evoca a cidade de Kastellaum na região alemã de Hunruck, local de
origens de várias famílias que para cá emigraram e colonizaram Petrópolis. Está
construída em terras aforadas pelo colono Johann Gottlieb Kayser em 1847. Mais tarde os
herdeiros pertencentes a família Sutter venderam a casa para a Prefeitura que a
transformou em museu. É uma casa simples, com as paredes originais de pau-a-pique. Possui
em seu acervo: arcas de exovais, louças, documentos, livros raros escritos em alemão,
instrumentos de trabalho, utensílios de cozinha e forno de pão.
Rua Cristovão Colombo, 1034 - Castelânea
Horário de Funcionamento: Ter à Dom das 9h às 13h.
Museu das Armas - Coleção
Ferreira da Cunha
Prédio em estilo medieval,
construído em pedra e que chama a atenção pelo seu ar misterioso. Seu acervo reúne
centenas de peças. Destacam-se baionetas, armas de fogo, coberturas militares e também
armas indígenas. Possui também biblioteca especializada sobre a armaria e assuntos
militares.
Rodovia BR-040, km 40 - Quitandinha
Fone: (24) 2243-3119
Horário de Visitação: Marcar
Museu Imperial
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
Acha-se instalado no antigo Palácio
Imperial, morada predileta de Dom Pedro II. Foi construído com recursos particulares do
Imperador que herdou as terras compradas por seu pai D. Pedro I. O prédio em estilo
neoclássico é composto por um corpo central de dois pavimentos, com um terraço sobre os
pórticos e duas alas; chamam a atenção, as armas do Império do Brasil colocadas na
fachada central. Na parte interna destaca-se a decoração dos estuques dos tetos das
dependências principais, como a sala de música, jantar, de visitas da Imperatriz, de
Estado e quarto de dormir de sua Majestades. Foi solidamente construído com largas
paredes de pedra e madeiras preciosas de várias regiões do país, procedentes das
províncias. O seu parque foi planejado pelo botânico Jean Baptist Binot, que mereceu a
orientação pessoal de D. Pedro II. Até hoje conserva suas linhas paisagísticas
primitivas, os canteiros e a própria disposição das espécies vegetais. Estatuetas
gregas, repuxos e fontes enfeitam o parque. O museu, inestimável acervo de objetos,
peças, documentação gráfica, iconográfia e sua coleção de obras raras e também
biblioteca especializada, são do maior interesse para conhecimento do Brasil do século
XIX. Ingressos: Terça à Sexta - R$ 3,00 Sábados, Domingos e feriados - R$ 4,00
Rua da Imperatriz, 220 - Centro
Fone: (24) 2237-8540/ 237-8000
Horário de Funcionamento: Ter à Sáb das 11h às 17h; Dom das 11h às 16:45h
Museu Santos Dumont
Construída no antigo Morro do
Encanto, foi planejada e construída por Santos Dumont, para servir de residência de
verão. Devido a sua localização foi carinhosamente apelidada pelo Pai da Aviação de
"A Encantada". O prédio, um chalé do tipo francês alpino, consta de três
pavimentos, sendo que o primeiro era uma pequena oficina, o segundo servia de sala de
jantar e por último, o escritório, quarto de dormir e banheiro. Sua casa não tinha
cozinha, todas as refeições vinham do Palace Hotel atual Universidade Católica de
Petrópolis. Santos Dumont fez inserir não só na construção, como também nos
utensílios de uso diário e mobiliário, algumas nuanças de seu gênio inventivo que o
celebrizou a podemos citar como exemplo dos mais curiosos, um chuveiro com aquecimento a
álcool. Do lado de fora existe um mirante que servia de observatório astronômico. Chama
a atenção do visitante, a escada recortada em forma de "raquete", o que obriga
o visitante a subi-la sempre com o pé direito.
Rua do Encanto, 22 - Centro
Fone: (24) 2231-3011
Horário de Funcionamento: Ter à Dom das 9h às 17h.
Palácio Amarelo
Construção de 1850,com a
decoração da Sala de Sessões considerada como das mais belas jóias nacionais do
gênero. Serviu de residência do Conselheiro Carlos Mayrink e do Barão de Guaraciaba. Em
1894 foi adquirido pela municipalidade, sofrendo reforma geral para a adaptação aos
novos fins. Atualmente funciona como sede da Câmara Municipal de Petrópolis.
Praça Visconde de Mauá - Centro
Palácio da Princesa Isabel
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
Residência oficial da Princesa
Isabel e do Conde DEu até a proclamação, foi construído pelo seu primeiro
proprietário Barão de Pilar em 1853, e em 1874 alugado ao Conde DEu que em 1876 o
adquiriu para moradia. Nele nasceram os dois primeiros filhos da Princesa Isabel; e lá se
encontrava D. Pedro II quando tomou conhecimento do movimento militar que instituiu a
República. Depois de 15 de Novembro de 1889 passou a ser ocupado pelas Legações
Diplomáticas da França, do Chile, da Bolívia, da Alemanha, do Estados Unidos e pela
Nunciatura Apostólica. Posteriormente, abrigou estabelecimentos de ensino: Ginásio
Accioli, Liceu Fluminense e Colégio São José. Sua construção é de puro estilo
neoclássico. Tombado pelo IPHAN, juntamente com todo o conjunto urbanístico da Av.
Koeler, totalizando trinta e um prédios. Atualmente é sede da Companhia Imobiliária de
Petrópolis e a Portobello Móveis, pertence aos descendentes da Família Imperial.
Av. Koeler, 42 - Centro
Fone: (24) 2243-4335
Horário de Funcionamento: Ter à Dom das 10h às 18h
Palácio de Cristal
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
Localizado no antigo Campo da
Confluência ou Praça Koblenz, foi construído nas oficinas da Sociedade Anônima de
Saint-Sauver-Les -Arras, na França, em 1879, para a Associação Hortícula de
Petrópolis, da qual era presidente o Conde DEu, marido da Princesa Isabel,
destinado a servir de local para exposições e festas. Foi inaugurado em 1884. A sua mais
bela festa foi realizada no domingo de Páscoa de 1888, na qual a Princesa Isabel entregou
as cartas de alforria a escravos a maioria indenizando seus senhores com notável campanha
desenvolvida na cidade. Em 1967 o Palácio de Cristal foi tombado pelo IPHAN, integrando o
conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Confluência, passando a ser
utilizado para exposições e concertos. Conhece-se com esse nome não apenas o pavilhão,
produto da Revolução Industrial que acontecia na Europa, como o próprio local,
totalmente ajardinado e com repuxos. A construção - réplica do Crystal Palace de
Londres, construído para a exposição comemorativa dos 100 anos da Revolução
Industrial em 1851 - foi usada como cassino, corpo de bombeiros e até como albergue de
desabrigados dos temporais de Petrópolis. os cristais bisoté, importados da Bélgica,
foram despedaçados por uma chuva de granizo em 1899 e nunca mais repostos. Outros
materiais originais, como a chapa de cobertura e o revestimento do piso, também foram
substituídos. Apesar das reformas mal-feitas, sua estrutura não foi comprometida e o
prédio é um dos dois únicos do mundo no seu estilo - o outro fica em Madri ( o Crystal
Palace foi destruído por um incêndio). Entrada franca.
Rua Alfredo Pachá - Centro
Horário de Funcionamento: Ter à Dom das 9h às 17h.
Palácio Grão Pará
Localiza-se nos fundos do
Palácio Imperial .Ligada no passado, ao conjunto do Palácio Imperial, a antiga casa dos
semanários ( prédio abrigava os camareiros que se revezavam semanalmente nos serviços
à Família Imperial) foi construída entre 1859 e 1861 em estilo neoclássico, possuindo
dois andares decorados com frisos horizontais. Com a Proclamação da República, teve
variadas utilizações, até que, após a revogação do banimento da Família Imperial,
em 1920, o Príncipe do Grão Pará, primogênito da Princesa Isabel, passou a residir no
local. Atualmente o prédio é de propriedade de seus descendentes que nele habitam.
Rua Dr. Epitácio Pessoa, 130 - Centro
Não é aberto à visitação.
Palácio Itaboraí
Construção neoclássica antiga
residência de verão dos Governadores do Estado do Rio. Atualmente é a sede do CREC-
Centro Regional de Educação e Cultura.
Rua Visconde Itaboraí, 188 - Valparaíso
Palácio Quitandinha
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
Teatro mecanizado com capacidade para
2.000 pessoas . Salão Marconi : capacidade para 4.000 pessoas
Av. Estados Unidos, 02 - Quitandinha
Fone: (24) 2237-1012
Horário de Funcionamento: Diariamente das 9h às 17h - Ingressos: R$ 2,00
Palácio Rio Negro
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
Construído em 1880 pelo Barão do
Rio Negro, Manuel Gomes de Carvalho, passou em 1894 a ser sede do governo do Estado do Rio
de Janeiro, ocasião em que Petrópolis passou a ser capital do Estado. Em 1903, foi
adquirido pelo Governo Federal e serviu de residência de verão para vários presidentes
do Brasil. Foi no governo de Hermes da Fonseca que o palácio viveu talvez seus momentos
mais brilhantes, com a realização do casamento em 8 de dezembro de 1914, do Marechal
Hermes com a jovem Nair de Teffé então célebre não só por sua beleza, como por sua
inteligência pois notabilizou-se por suas mordazes charges, que publicava na imprensa sob
o pseudônimo de Rian. Getúlio Vargas, por sua vez foi que marcou o recorde de
permanência na cidade: nos 18 anos que esteve a frente do país, passou todos os verões
em Petrópolis. O Palácio está reaberto para visitação desde novembro de 1997.
Ingressos: R$ 2,00
Av. Koeler, 255 - Centro
Fone: (24) 2231-3011
Horário de Funcionamento: Qua à Dom das 12:30h às 17h
Parque Cremerie
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
Em 1875, o francês Jules Buisson,
fundou o Cremerie Buisson, uma fábrica de queijos e manteiga cujos produtos tornaram-se
rapidamente conhecidos em todo o Brasil pela excelente qualidade. Nessa época, Jules
sustentava a tese de que o país podia ser um grande exportador de laticínios, com uma
visão voltada para a sociedade de produtores de leite e produtos derivados, o que os
franceses chamam "Frutiére", antecipando a necessidade de participação e o
cooperativismo entre os produtores. Buisson viveu solicitário num pequeno chalet rodeado
pelos seus belos jardins. Mais tarde, o Cremerie foi adquirido pela família Sixel,
transformado em hotel e posteriormente em área pública, sendo considerada uma das
maiores áreas verdes da cidade. É uma atração turística de lazer com piscinas, para
adultos e crianças, play-ground, lago com pedalinhos e ilhas com moinho d'água e
pequenas casas,. Estas são ligadas por pontes de madeira à terra firme. Os jardins de
Buisson foram remodelados mantidos com a tranqüilidade e ar puro que tanto atraem m o
visitante que quer se afastar do burburinho das cidades.
Estrada da Independência, s/n - Cremerie
Fone: (24) 2231-3011
Horário de Funcionamento: Ter à Dom 8h às 18h
Trono de Fátima
Construído em 1947 como local de
orações, o local é também um mirante da cidade de Petrópolis.
Colina Quinta do Sol - Centro
Horário de Funcionamento: Diariamente das 7h às 18:30h - Entrada franca
Universidade Católica de
Petrópolis
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
Foi o hotel de Orleans o segundo
maior hotel da cidade, sendo edificado para funcionar como um hotel da época do segundo
Império, quando Petrópolis passava por uma fase de transformações urbanísticas.
Pessoas nobres e da corte como a preceptora da Princesa Isabel, costumavam se hospedar no
hotel. Com a queda do monarquia o hotel fechou em conseqüência da Revolta da Armada, o
Estado pediu transferência de sua administração para Petrópolis e instalou no mesmo, o
Palácio do Secretariado até 1903. Depois foi inaugurado novamente outro hotel já com o
nome de Palace Hotel, onde também funcionou um casino. Foi palco de homenagens ao Rei
Alberto da Bélgica juntamente com o Presidente do Brasil, Epitácio Pessoa. Hospedou-se
no hotel, Alberto Santos Dumont enquanto a obra da Encantada era executada. O hotel
funcionou até o Sr. Vitório Falcone, então proprietário falecer e os herdeiros
venderam o prédio às Faculdades Católicas de Petrópolis em 31 de Dezembro de 1956.
Rua Barão do Amazonas, 124 - Centro
Fone: (24) 2243-7112
Horário de Funcionamento: Seg à Sex das 8h às 22h.
Açu / Castelo do Açu
Parque Nacional da Serra do
Órgãos. Divisa entre os municípios de Petrópolis / Magé / Teresópolis - 23 Km do
Centro. Com 2.226m de altitude, possuindo uma trilha de acesso com boas condições de
percurso. Existem abrigos fechados nas próprias rochas ali localizadas. Em seu cume há
água potável e a caminhada é classificada como pesada pelo Centro Excursionista
Petropolitano. Vegetação composta por mata densa e trechos com espécies de gramíneas
como o capim gordura e o capim bambu. Excelente local para apreciação da paisagem da
Serra dos Órgãos.
Horário de Funcionamento: Permanente.
Parque Nacional da Serra dos
Órgãos
Municípios de Petrópolis,
Magé, Guapimirim e Teresópolis. Criado em 15 de Novembro de 1939, pelo decreto nº 1822,
ocupa uma área de 10.000 hectares entre as terras de Petrópolis, Magé, Guapimirim e
Teresópolis. Neste último esta localizada a sede administrativa e as principais
dependências. Com áreas de terreno profundamente acidentados, com picos, escarpas
íngremes, encostas nuas ou, às vezes, com luxuriante vegetação, possui ainda
diversificado sistema de drenagem, com inúmeros rios que nascem nas montanhas e formam
cachoeiras e corredeiras. A flora da região constitui-se numa atração, destacando-se
entre muitas as espécies de canelas, quaresmas, ingás, timbós, cedros, etc. A fauna
está representada pela diversidade de espécies encontradas, desde insetos e aves, como
jacus, mutuns, sabiás, beija-flores, até animais de maior porte, como porco-do-mato,
veado, paca, macaco, etc. A rodovia BR-495, Petrópolis / Teresópolis, na altura de
Itaipava, é um excelente percurso para se apreciar a beleza da Serra dos Órgãos.
Horário de Funcionamento: Permanente.
Pico Alcobaça
Fazenda do Bonfim, Corrêas -
Cascatinha - 20 Km do Centro. Com 1.890m de altitude, com dificuldade de acesso, feita por
uma trilha fechada. Presença de água potável. Só é muito procurada pelos adeptos do
montanhismo e é classificada como caminhada semi - pesada pelo Centro Excursionista
Petropolitano. Vegetação composta principalmente de arbustos e samambaias. Vista
panorâmica da cidade de Petrópolis.
Casa da Antiga Fazenda Samambaia
Origina-se a Fazenda Samambaia da
extensa sesmaria concedida ao Capitão Francisco Muniz Albuquerque em 1741. Seu traçado
primitivo sofreu algumas reformas, sendo conservada entretanto sua fisionomia externa.
Tombada em 1951 pelo IPHAN - Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a
casa da Fazenda Samambaia é hoje residência particular.
Estrada da Samambaia - Cascatinha
Casa da Fazenda Santo Antônio
O casarão da Fazenda datado da
segunda metade do século XVIII é um dos mais antigos da região . A construção de
"pau-a-pique", possui no segundo andar onde originariamente era a residência do
fazendeiro, uma ampla varanda na fachada principal. A fazenda teve origem em 1711 com uma
doação de uma sesmaria pelo rei de Portugal D. José à Antônio Silveira Goulart. A
primeira atividade econômica foi a criação de mulas com o objetivo de atender ao
movimento das tropas que passavam para Minas Gerais. Um dos proprietários da fazenda, era
o Barão de Mauá.
Est. Dr. Philúvio Cerqueira Rodrigues, km 07 - Itaipava
Casa do Padre Correia
Presumivelmente construída na
metade do século XVIII. Suas terras foram doadas, por cartas de sesmaria, em janeiro de
1720, com a condição de que ali fosse construída uma capela para a celebração das
missas de domingo, além de estipular à obrigatoriedade de se dar pousada aos vices-reis
e governadores que ali passassem. D. Pedro I apreciava hospedar-se nesta fazenda para
descanso em suas viagens a Minas Gerais; numa dessas viagens decidiu comprar a fazenda do
Córrego Seco, futura Petrópolis. A fazenda também era famosa por suas plantações de
milho e plantas européias como: pêssego, cereja, figos, uvas e maçãs.
Rua Álvares de Azevedo, 182 - Corrêas
Castelo de Itaipava
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
É famoso por ser uma reprodução de
castelo renascentista. O hall com as escadarias e o teto de jacarandá é finamente
trabalhado, vitrais com as armas da família Vasconcellos, biblioteca com estantes
esculpidas em relevo guarda livros raríssimos e um vastíssimo parque cerca a mansão.
Est. União Indústria - Itaipava
Não é aberto à visitação.
Cia Petropolitana
A Companhia Petropolitana, de
Cascatinha, apresenta, arquitetônicamente, um dos mais completos complexos industriais
ainda existentes: o edifício central semelhante a um castelo medieval, com estrutura de
ferro belga, cercado por edificações menores, onde funcionavam as oficinas de reparo,
seção de estoque de material, embalagem, etc . Existe uma pequena ferrovia interna
ligando as suas seções. Adiante, na vila operária, sua igreja - em cujo adro ergue-se o
coreto e onde ainda hoje se realizam suas festas de barraquinhas. Por seus arquivos, um
dos mais completos e um dos mais bem conservados das indústrias de Petrópolis, pode-se
reconstruir a estrutura econômica de um estabelecimento fabril da época, bem como a sua
importância como origem de uma comunidade em moldes paternalistas, quase feudais. A
Diretoria da empresa sentia-se com responsabilidade sobre os operários que, por sua vez,
sentiam-se quase como propriedade da companhia, uma vez que toda a família dali recebia
seu sustento, pois trabalhavam pai, mãe, tio, filhos, cunhados e crianças, desde os sete
ou oito anos de idade, dela fazendo o centro de suas existências. A empresa assumia a
responsabilidade por setores como a medicina, a odontologia, a creche para os filhos das
empregadas e pelos armazéns que forneciam gêneros de primeira necessidade,
principalmente em períodos de crise. Era ainda a Diretoria que providenciava a compra dos
terrenos e a construção de casas para a vila operária, observando a conveniência dos
locais e as necessidades das famílias. Era em terrenos da Companhia Petropolitana que
essas famílias assistiam a missa dominical, na igreja que ajudaram a construir,
angariando fundos em festinhas que elas mesmo organizavam. Era ali que gastavam suas horas
de lazer, fazendo parte da banda (ainda hoje, uma das melhores de Petrópolis) e
frequentando o seu clube. Hoje em dia, a Companhia como indústria, encontra-se
desativada.
Est. de Cascatinha, 46 - Cascatinha
Veú da Noiva
Foto:
www.turisrio.rj.gov.br
Localizado acima do Poço do
Pinheiral, se encontra a queda dágua, de aproximadamente 20m de altura. Tem uma
trilha aberta, com longo percurso de caminhada, sendo pouco visitada pelos turistas. Suas
águas são frias e a vegetação em torno se apresenta com arbustos e árvores de médio
porte.
Fazenda do Bonfim - 22 km do centro
Bairro: Corrêas |
|