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Segundo a tradição, há mais de dois séculos começou o desbravamento da então Fazenda Lagoa do Rato, concedida em sesmaria a Rita Alves dos Reis, pelo Presidente da ProvÃncia.
Os primeiros habitantes do atual MunicÃpio de Fronteiras foram membros da famÃlia de Manoel Pinto de Meireles, descendente de portugueses e de sua mulher Rita Alves dos Reis, descendente de Ãndios. Do casal, nasceram dez filhos, destacando-se João Batista de Souza, alferes da Casa-mór de Oeiras (então capital da ProvÃncia do PiauÃ) e herdeiro da Casa Grande, construÃda por seus pais. Esse prédio, ainda hoje existe. Com a morte de João Batista, a Casa Grande passou a ser propriedade de seu filho, Manoel Batista de Souza, que doou uma área para a construção da capela local iniciada em 1907.
Primitivamente, a localidade se denominou Rato. Em 1910, por ocasião da bênção da capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, mudou-se o nome para Socorro.
Em dezembro de 1943, por força da legislação federal que proibia a duplicidade de topônimos, o de Socorro foi mudado para Fronteiras, em virtude de sua localização, nos limites com os Estados do Ceará e de Pernambuco.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de municÃpio e distrito com a denominação de Socorro, pelo decreto-lei estadual nº 1645, de 16-04-1935, desmembrado de PatrocÃnio. Sede no atual distrito de Socorro exlocalidade.
ConstituÃdo do distrito sede. Instalado em 09-07-1935 .
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. o municÃpio é constituÃdo do distrito sede.
Pelo decreto-lei estadual nº 754, de 30-12-1943, o municÃpio de Socorro passou a denominar-se Fronteiras.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o municÃpio já denominado Fronteiras é constituÃdo do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Alteração toponÃmica municipal.
Socorro para Fronteiras alterado, pelo decreto-lei estadual nº 754, de 30-12-1943.
GentÃlico: fronteirense
Fonte: Biblioteca IBGE
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