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Distâncias
Belo Horizonte 288 km
Rio de Janeiro 425 km
São Paulo 380 km
Brasília - 1.045 km
Vitória 700
Lavras 58 km
Varginha 148 km
São João del Rei 120 km
Temperatura
Média anual - 20,8o C
Média Máxima anual - 26,5 o C
Média Mínima anual - 14,1o C
Índice médio pluviométrico
anual
1.204 mm
Relevo
Plano - 5 %
Ondulado - 15 %
Montanhoso - 80 %
Hidrografia
Principais rios:
Rio Ingai - Ribeirão da Cachoeira
Bacia: Bacia so Rio Grande
Acessos
BR-381
BR-265
Brasão e Bandeira
O Brasão e a Bandeira do Município de Luminárias foram criados pela lei
nº 346 de 30 de novembro de 1972. A Prefeitura Municipal lançou um concurso para
criação da bandeira e do brasão e a vencedora foi a Prf.ª Marilda Conceição Maia
Amaral, ficando assim instituído, conforme art. 2º da referida lei:
"O Brasão do Município de Luminárias consta de um escudo português, encimado pela
coroa mural de cinco torres, designativo da cidade. No interior do escudo e na parte
superior, ostenta-se a cor azul, panorama ao fundo da Serra de Luminárias e uma estrela
de prata, também a formação cristã sob a proteção de Nossa Senhora do Carmo. Abaixo
o contorno da Serra de Luminárias, em campo verde, destacando-se à destra, uma estrela
de ouro que representa a economia do Município. No listel de prata, o topônimo de
Luminárias, com a data de 27 de dezembro de 1948."
A Bandeira, criada no art. 3º desta mesma lei, é em
fundo branco, bordas em cor verde, contendo ao centro o brasão da cidade.
Hino de Luminárias
Letra: Prof. Vicente Mesquita
Música: Prof. Gil José Furtado
Entre jóias da terra mineira
Nas montanhas azuis engastadas,
Tu encantas, serrana altaneira,
Mais que os reinos dos contos de fadas.
Luminárias, ó terra querida,
Dentre todas tu és a princesa,
Pequenina, formosa, garrida,
Delicada, gentil camponesa.
Reclinada entre verdes pastagens
E fecundas searas luzidas,
Tens o enleio das doces miragens
Dos oásis de várzeas floridas.
Em explêndido berço deitada,
Tu contemplas o céu sempre azul,
Adormeces, sonhando, afogada
Sob a luz do cruzeiro do sul.
Na escultura divina dos montes,
Cinzelados de sulcos suaves,
Brotam gárgulas, límpidas fontes
Surgem bosques, abrigo das aves.
Pelos vales os fios de anil
Murmurando marulhos de amor
Não traçando o formoso perfil
Da paisagem de raro esplendor.
Se teus filhos te fogem dos braços,
Noutras plagas buscando aventura,
Jamais podem romper os teus laços,
Que os envolvem de amor e ternura.
Como as aves do bosque encantado
Que, ao morrer, vão-lhe a sombra buscar,
Quando um filho voltar alquebrado,
Em teus braços o deixa expirar. |
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